Depois de naufragar com o Orkut e o Google+, gigante de buscas está tentando lançar uma nova rede social
Depois de naufragar com o Orkut e o Google+, o Google está tentando lançar uma nova rede social. Nos últimos dias, começou a funcionar, ainda em fase de testes, o Shoelace, uma plataforma desenvolvida pela gigante de buscas e voltada a conectar pessoas em eventos locais. Por enquanto, o sistema funciona apenas em Nova York, nos Estados Unidos, só por meio de convites - tal como era o Orkut nos primórdios.
Pelo sistema, o usuário pode listar seus principais interesses e receber em troca uma lista de eventos recomendados - se gostar de atividades ao ar livre, por exemplo, pode ser convidado para uma aula de ioga no Central Park. O usuário também pode organizar seus próprios eventos, chamados pelo app de Loop, e até
dizer se vai ao evento dos amigos.
O app foi desenvolvido pela incubadora interna do Google, chamada de Area 120 - o nome faz referência a uma política da empresa de permitir que seus funcionários dediquem 20% de seu tempo para projetos próprios. Os melhores deles podem ser apoiados pela empresa, em iniciativas como justamente a Area 120.
Aprenda a defender sua ideia e seu negócio e não deixe de pedir ajuda, recomenda especialista em reestruturação de negócios
O objetivo mais desejado dos empreendedores é o sucesso. O problema é que sempre chega um momento em que a barreira do crescimento aparece, seja por falta de capital ou infraestrutura. Ocorre que uma hora será preciso conseguir investimento e é preciso estar preparado para isso. A receita é simples: transitar em diferentes áreas do empreendedorismo e entender cada aspecto específico relacionado ao negócio.
A dica é do advogado Marcos Rezende Fontes, especialista em Reestruturação de Negócios e M&A e sócio do CSA – Chamon Santana Advogados. Segundo ele, brasileiros têm ótimas ideias para negócios, que quase sempre são tão promissoras quanto mal estruturadas. “Isso gera insegurança para o investidor e impacta no processo de valuation (precificação) da empresa”, afirma. Outro ponto que afasta quem quer fazer um aporte financeiro na startup, segundo Fontes, é a confusão patrimonial entre a empresa alvo de investimento e seus sócios, bem como o passado desses sócios em outras companhias. “Em regra, essas situações são fatores de complicação para o potencial investidor”, diz.
Já do ponto de vista do empresário, a maior dificuldade encontrada pelo empreendedor na relação com investidores é entender o processo de investimento em si, com os inúmeros contratos a ele relacionados. Marcos Rezende Fontes explica que, além disso, ao receber um investimento, o empresário terá que compartilhar
decisões e aceitar a profissionalização da gestão da empresa, resultando em documentos societários significativamente distintos daqueles até então existentes. “O empresário terá que renunciar à ideia de dono de uma empresa, algo que talvez ele não esteja preparado e que precisa constar em diversos documentos”,
esclarece.
Encarado este ponto de mudança cultural no negócio e em sua gestão, a lição de casa para o empresário que quer atrair investidores é aprender a apresentar e defender seu plano de negócios para munir os interessados no negócio a ser aportado com o maior número de informações possíveis. Deve-se destacar, ainda, que os eventuais contratos já estabelecidos, tanto com clientes quanto com fornecedores, devem estar devidamente alinhados com todos os interessados.
Abaixo, confira os cinco conselhos do especialista para preparar sua empresa para receber investimento:
1. Comece certo
Empreender implica em transitar em diferentes áreas, além de deter o conhecimento técnico específico relacionado ao negócio escolhido. Desenvolva uma pesquisa mercadológica, conheça potenciais fornecedores e concorrentes, faça um planejamento estratégico que contemple as questões financeiras pertinentes
ao negócio. Sob o aspecto jurídico, escolha a estrutura empresarial que melhor se adeque, que pode ser sob a forma individual, como empresário individual ou empresa individual de responsabilidade limitada, ou sob a forma coletiva, como sociedade limitada ou anônima.
2. Não tenha preguiça do juridiquês nem do economês
No processo de estruturação é muito importante a análise do enquadramento tributário do negócio, analisando os diferentes impactos tributários em diversos cenários. Esse processo pode ser cansativo, porque o empresário terá de lidar com assuntos que não são do seu cotidiano. Ainda assim, caberá a ele decidir pela
constituição de uma sociedade, e considerado o interesse de investimentos externos, é importante que o contrato social ou estatuto social apresente regras claras.
Paralelamente, deverá ser considerada a marca a ser utilizada no negócio, com o prévio registro no órgão competente. Em uma segunda etapa, após os trâmites burocráticos para a constituição da empresa, em sua fase operacional, o empresário deve se atentar para a importância de serem celebrados contratos com todas
as partes envolvidas no negócio, não só prestadores de serviços e fornecedores, mas também tomadores de serviços e clientes em geral.
3. Aprenda a defender sua ideia e seu negócio
O investidor precisa de informações do negócio para decidir pelo investimento. Assim, o empresário deverá estar apto a apresentar e defender seu plano de negócios e ter os aspectos contábeis, fiscais, financeiros e negociais conhecidos, com o mapeamento de eventual passivo existente. Caso o negócio guarde alguma dependência com prestadores de serviços ou fornecedores, os contratos devem estar devidamente firmados, por prazos significativos e sem quaisquer restrições a alterações no quadro societário da empresa. No mesmo sentido, é relevante a existência de uma relação firme com clientes, em contratos igualmente assinados e em vigor.
4. Saiba pedir ajuda
Antes de iniciar o processo de busca de um investidor, o empresário (dono da startup) deve estar certo de suas necessidades, que podem ser financeiras, mas também de suporte em outras áreas, como, por exemplo, tecnologia ou de gestão financeira da empresa. Se não souber desempenhar essas atividades, busque
ajuda profissional. É melhor se cercar de cuidados, do que deixar de receber investimentos por problemas que poderiam ter sido resolvidos logo no começo da empresa.
5. Guarde segredo
Uma vez identificado o potencial investidor, um contrato preliminar deverá ser assinado com uma cláusula robusta de confidencialidade e dever de sigilo, já que informações especiais do negócio serão disponibilizadas para potencial investidor que, ao final do processo, vai decidir por realizar ou não o investimento.
Enquanto este processo estiver em aberto, não comente dele com outras pessoas. Isso pode comprometer o resultado da operação.
O Departamento de Comércio dos EUA emitirá licenças para empresas norte-americanas que desejam vender para a gigante chinesa de equipamentos de telecomunicações Huawei, quando não houver ameaça à segurança nacional, disse o secretário Wilbur Ross nesta terça-feira.
Logotipo da Huawei no centro de Varsóvia, na Polônia. 17/6/2019. REUTERS/Kacper Pempel
Foto: Reuters
Buscando reativar as negociações comerciais com a China, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou no mês passado que as empresas americanas teriam permissão para vender para a Huawei numa lista em meio a temores de segurança nacional.
As empresas dos EUA geralmente não podem vender mercadorias àquelas na lista sem licenças especiais.
Enquanto fabricantes de chips americanos apoiaram o anúncio de Trump, muitos funcionários da indústria e do governo estavam confusos sobre o que a nova política será.
Falando numa conferência anual do departamento em Washington, Ross afirmou que a empresa seguiria na lista, significando que as licenças provavelmente seriam negadas, mas também oferecida uma abertura para algumas serem aprovadas.
"Para implementar a diretriz da cúpula do G20 do presidente há duas semanas, o Commerce emitirá licenças onde não há ameaça à segurança nacional dos EUA", disse Ross, referindo-se a uma reunião de líderes mundiais no Japão.
Após a Huawei ser adicionada à lista, a indústria de semicondutores fez lobby no governo dos para vender itens não sensíveis que a Huawei poderia facilmente comprar no exterior, argumentando que uma proibição geral prejudicará as empresas americanas.
A Elago atacou mais uma vez. Uma das mais criativas empresas de acessórios para produtos da Apple, a marca apresentou um novo produto que segue a tendência criada por ela mesma: um suporte para o Apple Watch.
Foto: TecMundo
O diferencial do Elago W6 é que o stand replica o visual clássico do iPod, o player da Maçã que revolucionou o mercado da música digital quando foi apresentado, em 2008. Anteriormente, a companhia já havia lançado versões que homenageiam o Macintosh original e uma pulseira com encaixe para os AirPods.
Para deixar o visual "realista", é preciso posicionar o smartwatch deixando a tela dele com o relógio em exibição para coincidir com o posicionamento do display da base. O produto é de silicone, o que significa que ele não arranha o painel do relógio, suporta o equipamento de recarga (já que é apenas uma base) e é facilmente dobrável.
(Fonte: Amazon/Divulgação)
O Elago W6 será vendido pela Amazon por US$ 12,99 (versão clássica, na cor branca) e US$ 14,99 (preto com detalhes vermelhos). Há até possibilidade de envio para o Brasil.
Viajar de avião é sempre ter a sensação de que a sua bagagem não vai chegar ao mesmo destino que você pelos mais variados motivos — e normalmente não há como você saber se está tudo certo com as malas até encontrá-las ou não na esteira do aeroporto. Além disso, há todo o estresse de encontrar bagagens perdidas, que podem ter ficado no seu local de origem ou até ido para uma cidade completamente diferente.
Foto: TecMundo
A companhia aérea British Airways parece compreender a frustração dos passageiros e apresentou um novo sistema de identificação de bagagem. A tecnologia se chama TAG ("Etiqueta", em tradução literal do inglês) e consiste basicamente em um identificador digital, integrado aos sistemas da própria empresa. Caso padronizado, ele pode até ser capaz de aposentar aquele papel adesivo preso às
malas no momento do despacho.
Confira como o procedimento de configuração e uso funciona:
Ao comprar a TAG, você primeiro coloca na etiqueta as suas informações pessoais e do seu voo, algo que pode ser feito pelo aplicativo da companhia aérea. Após isso, basta acoplá-la na bagagem e passar pelo identificador na hora do despacho. Isso sincroniza as informações entre smartphone e mala, gerando também a possibilidade de escaneamento do código do voo via RFID.
A TAG tem uma tela de e-ink que pode ser reutilizada mais de 3 mil vezes sem a necessidade de manutenção. O produto já está à venda por 63 libras (o equivalente a 308 reais em conversão direta de moeda) a partir do site da British Airways, sem levar em conta eventuais taxas locais.








