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Polícia alemã derruba o segundo maior marketplace ilegal da Deep Web

A Europol (órgão de segurança ligado à União Europeia) vem liderando as polícias locais de países membros durante as ações da Operação "Dark Web Team", que tem como objetivo desmantelar lojas online ilegais da Dark Web, a parte "criminosa" da Deep Web. Nesta segunda-feira (06), a polícia alemã prendeu os três supostos administradores do Wall Street Market, possivelmente, a segunda maior loja online ilegal do mundo.

Esta parece ser a última ação da operação DWT, da Europol, que também contou com prisões na Finlândia, com a derrubada de uma loja conhecida como Silkkitie ou Valhala, e nos EUA, onde a polícia prendeu dois traficantes de drogas de alto nível. Na Alemanha, a polícia ainda confiscou os servidores do portal e cerca de US$ 615 mil, além de uma grande quantidade de criptomoedas, como Bitcoin e Monero.

Combate ao cibercrime
A polícia vem realizando ações semelhantes nos últimos anos. Estas lojas ilegais funcionam através da rede Tor, e oferecem drogas, malwares e todo tipo de produto proibido por lei. Em alguns casos, a polícia passa meses estudando o funcionamento do site, mesmo já tendo preso seus donos, para poder chegar aos vendedores e compradores.

No caso do Wall Street Market, os donos já estavam abandonando a plataforma, talvez temendo ser presos. De acordo com a ZDNet, os administradores estavam aplicando calotes em alguns vendedores para encerrar o site logo em seguida e tentar se esconder da polícia. Eles devem ter percebido a aproximação da polícia após o fechamento do Dream Market, que era a maior loja deste tipo antes de cair, o que causou uma enxurrada de migrações de clientes para o WSM. A polícia começou a expedir os mandados de busca e apreensão assim que os donos do site começaram a roubar os vendedores.

A Europol informou que o Wall Street Market tinha 5,4 mil vendedores de produtos ilegais e mais de 1,15 milhões de clientes.

(Fonte: TECMUNDO) - 07/05/2019
OPERAÇÕES COM MOEDAS DIGITAIS TERÃO QUE SER INFORMADAS À RECEITA FEDERAL

Instrução Normativa determina que as informações deverão ser prestadas sempre que o valor mensal das operações com moedas virtuais, isolado ou conjuntamente, ultrapassar R$ 30 mil.

A partir de agosto deste ano, as operações com criptoativos terão que ser informadas à Receita Federal, conforme regulamentação publicada nesta terça-feira, 7. A obrigação vale tanto para pessoas físicas como para pessoas jurídicas e corretoras.

Segundo a Receita, a coleta de informações sobre operações com criptoativos tem se intensificado em vários países, após a constatação de que grupos estariam se utilizando do sistema para cometer crimes como lavagem de dinheiro, sonegação e financiamento ao tráfico de armas e terrorismo. Como as transações em criptomoedas podem ser feitas à margem do sistema financeiro tradicional e em anonimato, quadrilhas estariam se aproveitando disto para praticar crimes.

A Instrução Normativa RFB 1.888/2019 prevê que as operações que forem realizadas em ambientes disponibilizados pelas Exchanges de criptoativos domiciliadas no Brasil, serão informadas pelas próprias plataformas digitais, sem nenhum limite de valor. As Exchanges funcionam como corretoras do mercado de criptoativos, permitindo a compra e venda da moeda virtual entre os usuários, dentre outras operações.

As operações realizadas em Exchanges domiciliadas no exterior e as operações realizadas entre as próprias pessoas físicas ou jurídicas sem intermédio de corretoras, serão reportadas pelas próprias pessoas físicas e jurídicas. Nestas hipóteses, as informações deverão ser prestadas sempre que o valor mensal das operações, isolado ou conjuntamente, ultrapassar R$ 30 mil.

Terão que ser informadas as operação de compra e venda; permuta; doação; transferência de criptoativo para a exchange; retirada de criptoativo da exchange; cessão temporária (aluguel); dação em pagamento; emissão; e outras operações que impliquem em transferência de criptoativos. O primeiro conjunto de informações a ser entregue em setembro de 2019 será referente às operações realizadas em agosto de 2019.

Dentre as informações de interesse, serão informadas a data da operação, o tipo de operação, os titulares da operação, os criptoativos usados na operação, a quantidade de moedas digitais negociadas, o valor da operação em reais e o valor das taxas de serviços cobradas para a execução da operação, em reais, quando houver. A instrução normativa também estipula o valor das multas para os casos de prestação de informações incorretas ou fora do prazo.(Com assessoria de imprensa)

(Fonte: LÚCIA BERBERT) - 07/05/2019
A senha "123456" ainda é a mais usada do planeta

Estudo da NCSC revela: mesmo com onda de vazamentos, milhões de usuários ainda confiam em uma senha simples para "proteger" suas contas

Entra ano, sai ano, e a senha "123456" continua sendo a campeã da insegurança. Religiosamente, a companhia de Segurança da Informação SplashData divulga a sua lista anual com as 100 chaves mais encontradas em bancos de dados vazados, e a dita senha segue firme na primeira posição.

Agora outro instituto de segurança entrou para fazer coro: o NCSC, o Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido publicou um novo estudo, onde chegou a resultados muito parecidos aos divulgados pela SplashData.



O estudo da entidade britânica não revela nenhuma novidade para quem já está inteirado nesse assunto, mas ainda assim, traz algumas informações relevantes, como por exemplo, quantas pessoas ainda confiam em senhas simples/fracas. Por exemplo, a senha "123456" foi encontrada 23,2 milhões de vezes em bancos de dados de diversos vazamentos.

O objetivo da NCSC é incentivar usuários, e principalmente desenvolvedores e SysAdmins, a implementarem ferramentas de bloqueio de senhas fracas em seus sistemas. Exatamente por isso, em parceria com o expert em segurança Troy Hunt, responsável pelo site have I been pwned?, o instituto está disponibilizando um arquivo de texto, com as 100 mil senhas mais encontradas em vazamentos.

Na lista entre as mais vazadas, as velhas suspeitas de sempre estão todas no Top 10: "123456789" ocupa a segunda posição, "qwerty" é a terceira, "password" é a quarta e "11111" é a quinta. Já a combinação da maleta do presidente Skroob vive oscilando, mas na lista da NCSC, ela conseguiu conquistar a 10ª posição.



A NCSC está fornecendo os meios para que tais senhas sejam banidas por completo, ao serem bloqueadas nos sistemas e não sejam opções válidas para a criação de contas de usuários. É compreensível, o público médio odeia ter que lembrar delas, mas alguém precisa tomar tenência e ensinar, mesmo que na marra, ao pessoal ao menos pensar em uma senha que não seja complexa, fácil para sistemas invasores descobrirem e complicada de lembrar, mas que evite ser óbvia demais.

Um exemplo? A senha "oreocookie", embora não seja tão segura, foi encontrada em vazamentos apenas 3 mil vezes pela NCSC. Quando comparada com as clássicas, ela é efetivamente bem mais segura.

Para os usuários, uma boa dica é verificar o banco de dados do have I been pwned?, em busca de senhas que você utilize e que podem (ou não) já terem sido detectadas em brechas de segurança.

Atualmente, o site relaciona mais de meio bilhão de chaves de segurança não mais tão seguras, logo, se você achar uma de suas senhas por lá, troque-a.

No mais, é importante para empresas e serviços implementarem meios para banir senhas fracas, como o estado da Califórnia e a Microsoft estão fazendo.

Com informações: NCSC.

(Fonte: Ronaldo Gogoni ) - 29/04/2019
Celular dobrável da Motorola tem imagens vazadas

Ao contrário dos aparelhos dobráveis das rivais Samsung e Huawei, o smartphone da Motorola parece dobrar na vertical, e não na horizontal

Vazaram imagens do celular dobrável da Motorola, que deve ser uma versão reformulada do seu modelo tradicional V3. Ao contrário dos aparelhos dobráveis das rivais Samsung e Huawei, o smartphone da Motorola parece dobrar na vertical, e não na horizontal. Nas fotos, além do celular, aparecem um carregador sem fio e uma caixa em formato de prisma triangular.

As fotos foram publicadas no serviço de blogs chinês Weibo - tempo depois, elas foram deletadas. Pelas imagens, o design sugere que o smartphone da Motorola fica menor quando dobrado: enquanto os aparelhos dobráveis da Samsung e da Huawei são uma espécie de tablet que pode ficar do tamanho de um celular, é possível que a ideia da Motorola seja diminuir ainda mais o tamanho de um smartphone, para torná-lo mais portátil.

Segundo o Wall Street Journal, o celular deve custar US$ 1,5 mil quando for lançado. A expectativa é de que a empresa lance o novo aparelho no meio do ano, durante o verão nos Estados Unidos, mas a data não foi confirmada.

(Fonte: Redação Link) - 29/04/2019
Rede social Pinterest estreia na bolsa com alta de 28%

Bons resultados da empresa em abertura de capital mostram apetite do mercado por startups de tecnologia; serviço de chamadas de vídeo Zoom também chegou à bolsa

As ações da rede social de compartilhamento de fotos Pinterest subiram 28,5% ontem, na estreia da empresa na bolsa de valores de Nova York. Cotados no começo do dia a US$ 19, os papeis da startup encerraram o pregão vendidos a US$ 24,40 - a valorização fez a empresa ser avaliada em US$ 16 bilhões. Além disso, o serviço de chamadas de vídeo Zoom também abriu seu capital, em valorização de 72% (leia mais no box).

Os bons números das duas ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) mostram o apetite de Wall Street por aberturas de capital de tecnologia em 2019. "Quando se vê uma alta expressiva assim, há um indicador claro que a empresa gera interesse no mercado logo no início", disse Chris Larkin, vice-presidente da consultoria E*Trade Financial Corp, à agência de notícias Reuters.

No caso do Pinterest, a expectativa é de que a empresa - a primeira rede social a abrir capital desde o Snapchat, em 2017 - seja capaz de ter uma investida a longo prazo no mercado, dada sua capacidade de crescer em receita e em número de usuários. "Há muitas empresas que se atrapalham ao focar no curto prazo e nas notícias que saem na imprensa, mas estamos focados em construir a melhor versão possível do Pinterest nos próximos anos", disse Todd Morgenfield, diretor financeiro da empresa, em nota.

No final de março, o Pinterest tinha 291 milhões de contas ativas - alta de 22% contra o mesmo período do ano anterior. Fundada em 2010 por Ben Sillberman, Evan Sharp e Paul Sciarra, a empresa permite que usuários procurem por imagens de tópicos como decoração, moda ou viagens - com os resultados, chamados de pins (alfinetes) é possível criar "paineis de inspiração". Para faturar, o Pinterest permite que anunciantes sugiram "alfinetes" para os usuários com seus produtos.

Além de Pinterest e Zoom, o maior rival do Uber nos EUA, o Lyft, também entrou na bolsa em 2019, embora tenha apresentado resultados decepcionantes até aqui, com as ações operando 20% abaixo do preço do IPO. Até o final do ano, ainda há a expectativa da chegada do Uber, do aplicativo de comunicação corporativa Slack e também do Airbnb, outro representante da economia compartilhada. / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

(Fonte: Bruno Capelas Estadão) - 22/04/2019
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