Veremos o sistema operacional da Microsoft em um Chromebook? Pistas apontam que sim. E temos algumas razões para o Google fazer isso
Windows 10 em Chromebooks? À primeira vista parece algo totalmente estúpido. Você já pode fazer praticamente tudo em um Chromebook com o Chrome OS, incluindo a execução de vários aplicativos do Windows. Por que, então, se importar? Eu tenho algumas ideias para isso, mas primeiro, vamos ao plano de fundo.
Os desenvolvedores do fórum on-line XDA Developers observaram uma nova ramificação de firmware do Google Pixelbook. Este novo código, “eve-campfire”, inclui um novo “modo Alt OS”. Aquele “Alt OS” do Windows 10.
Das pistas apresentadas pela XDA, parece que será uma oferta real e não apenas um projeto interno que nunca verá a luz do dia. O XDA acredita que será uma opção de inicialização dupla integrada, como o Boot Camp da Apple.
O Windows em um Chromebook não seria para todos. Você precisará de um Chromebook bem equipado com pelo menos 40 GB de armazenamento interno. Você também pode esquecer de executar o Win10 em um Chromebook baseado em ARM.
Mas por que o Google levaria o Windows para os Chromebooks? Algumas pessoas sugerem que é porque o Chrome OS não pode competir com o Windows.
Ah, por favor! As pessoas executam o Windows por três motivos hoje: 1) é tudo o que eles já conheceram; 2) seu jogo favorito é executado nele; ou 3) ele tem um aplicativo de missão crítica que só é executado no Windows.
Como Mike Elgan, também colaborador da Computeworld apontou, "Os Chromebooks não apenas executam aplicativos, mas também executam mais aplicativos sem inicialização dupla ou múltipla do que qualquer outra plataforma de computação". Isso porque você pode executar aplicativos Android, Linux e muitos do Windows em um Chromebooks simultaneamente.
Os Chromebooks são para todos os fins e para máquinas de produtividade. O Gartner e a IDC concordam que o mercado de PCs está finalmente crescendo novamente, e os Chromebooks recebem muito do crédito por isso.
Pessoalmente, desisti dos ThinkPads, que haviam sido meu laptop escolhido por décadas, para migrar para os Chromebooks de alta qualidade há cinco anos. Eles funcionam muito bem e, se um deles ficar descontrolado enquanto eu viajo, tudo o que preciso fazer é comprar outro, inserir minha senha do Google e estou de volta aos negócios em um minuto, com todos os meus documentos e aplicativos.
Apenas tente isso com qualquer outro tipo de laptop!
Então, por que oferecer o Windows no Chromebook? A XDA acredita que é para evitar o potencial de futuras multas antitruste da União Europeia. Ao que eu digo: não.
Eu acho que são duas coisas. Primeiro, o Google quer conquistar todos os usuários que ainda estão presos no Windows por causa de um jogo favorito ou de um aplicativo obrigatório. Dois (e se eu estiver certo, isso é tão sorrateiro do Google), o Windows 10 funcionará muito bem nos Chromebooks.
Mesmo os Chromebooks lentos são rápidos em comparação com os laptops Windows e MacOS. E você viu o anúncio mais recente do Google Chromebook? É tudo sobre como os Chromebooks são mais rápidos e muito mais confiáveis do que as máquinas dos seus concorrentes.
Então, o Google esfregaria o rosto da Microsoft o quanto os Chromebooks são muito melhores do que os laptops Windows, permitindo que os usuários vejam por si mesmos? Claro que sim.
Com ingressos a partir de R$250, evento em São Paulo terá área com yoga e massagem para campuseiros. Brasileiro da Nasa é
confirmado como palestrante.
A Campus Party Brasil anunciou recentemente as primeiras informações sobre a sua edição 2019, que acontecerá no Expo Center
Norte, em São Paulo, entre os dias 12 e 17 de fevereiro do próximo ano.
Ao longo da sua décima segunda edição no país, o evento de tecnologia terá cerca de 1 mil horas de programação e mais de 900
palestrantes, incluindo o físico mineiro Ivan Gontijo, que trabalha na Nasa e é autor do livro “A Caminho de Marte: A
incrível jornada de um cientista brasileiro até a NASA”.
Entre outras coisas, a Campus Party Brasil 2019 contará com uma área chamada Arena, que reunirá palcos como Coders & Makers,
Games, Creativity, Feel the Future, STEAM (do inglês Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e LAB.
Além disso, o evento terá espaços voltados ao mercado de trabalho, como Campus Summit, que irá reunir executivos de
diferentes setores do mercado; e Campus Job, que oferecerá palestras e outras atividades com o objetivo de orientar a
carreira dos participantes.
A expectativa da organização é receber aproximadamente 12 mil campuseiros ao longo da semana e que mais de 120 mil pessoas
passem pela área Open Campus, que é gratuita e aberta ao público geral.
Iniciada na última semana, a pré-venda de ingressos para a Campus Party Brasil 2019 fica no ar até o fim de agosto, com
preços a partir de 250 reais – o valor pode subir, se o consumidor quiser acampar no evento.
Falando nisso, a área de Camping da CPBR agora vai contar com um Espaço Wellness (Bem-estar, em tradução livre), que terá
atividades diversas para promover “o descanso e relaxamento” dos campuseiros, como yoga, massagem, relaxamento, futebol e
outros jogos poliesportivos, de acordo com a organização.
E o programa de fidelidade do evento, chamado de Campuseiro Membership, continua ativo em 2019. Ao aderir à modalidade, o
consumidor terá direito a fila preferencial em todos os acessos da feira, além dos outros benefícios como desconto de R$115
na aquisição do ingresso para a Campus Party Brasil.
Serviço Campus Party Brasil – 12ª edição
Arena: de 12 a 17 de fevereiro
Open Campus: de 13 de a 16 de fevereiro
Local: Expo Center Norte – São Paulo
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme
border="0">
Com isso, usuários não precisarão mais abrir mão de espaço no serviço de armazenamento para salvar mensagens. Mudança vale a partir de novembro.
A partir do próximo dia 12 de novembro, os backups do WhatsApp no Google Drive deixarão de ocupar espaço nas contas dos
usuários na plataforma de armazenamento na nuvem da gigante de buscas. A mudança foi anunciada pelo WhatsApp por meio da seção FAQ no seu site
oficial.
Com isso, os usuários da plataforma de mensagens no Android não precisarão mais abrir mão de espaço nas suas contas no Drive para poder armazenar cópias de conversas pelo aplicativo, que é de propriedade do Facebook.
Além disso, o aplicativo também destaca em seu post que os backups que não são atualizados há mais de um ano serão removidos automaticamente do armazenamento do Google Drive a partir de 12 de novembro.
“Para evitar a perda de qualquer backup, recomendamos que você faça backup manualmente dos seus dados no WhatsApp antes de 12
de novembro de 2018”, afirma a empresa no comunicado em questão.
Disponível desde 2015 para usuários Android, a opção de fazer backup das conversas e mídias no WhatsApp é opcional e pode ser
habilitada na área de configurações do aplicativo – é possível escolher entre backup diário, semanal e mensal.
Um dos melhores smartwatches no quesito custo-benefício, o Amazfit Bip traz um design leve e discreto, inspirado no Apple Watch
Relógios inteligentes são acessórios muitas vezes vistos como desnecessários. Mas, quando surge um dispositivo bonito, leve, que recebe notificações, monitora sono, atividades físicas e batimentos cardíacos, vem com proteção IP68 e ainda entrega uma autonomia de bateria de até 30 dias de uso, talvez seja hora de considerar o Amazfit Bip como uma opção para curiosos e entusiastas.
Será que vale a pena gastar com um gadget importado como esse? Eu te conto nesse review.
O Amazfit é considerado um produto Xiaomi, mas fabricado oficialmente pela Huami. Ele conta com uma tela colorida de 1,3 polegadas, que permanece ativa o tempo inteiro, é sensível ao toque e vem com proteção Gorilla Glass.
O corpo é todo em plástico e, somando a pulseira de silicone com o corpo do dispositivo, o conjunto pesa apenas 31 gramas. Apesar de não ser uma tela e-paper como o saudoso Pebble (descanse em paz), o Amazfit Bip tem uma ótima visibilidade durante o dia, mesmo em contato direto com a luz do sol.
A bateria é de 190 mAh. Isso pode parecer pouco e, nas especificações, a fabricante promete até 30 dias de uso. Eu uso esse relógio há quase 1 ano e posso afirmar que sim, é possível ficar com o Amazfit por até 1 mês sem precisar recarregar a bateria.
Comigo ele dura entre 20 e 32 dias ? isso vai depender se eu decido monitorar meu sono, usar sempre com as notificações ligadas ou monitorar alguma caminhada curta, mas o mínimo que ele aguenta é 20 dias. Quando a bateria acabar, basta colocar o relógio na base que o acompanha.
Ele possui apenas um botão lateral que serve para destravar o relógio e usar a interface por gestos. Segurando-o por alguns segundos, você pode iniciar uma atividade de sua preferência.
A navegação por gestos é intuitiva: você pode ver o status das suas atividades, o clima, programar um alarme, ativar o cronômetro, consultar a bússola e entrar no menu de ajustes. Há inclusive atividades separadas, como corrida, esteira, caminhada e ciclismo, assim como alerta de batimentos cardíacos, de distância percorrida e até mesmo de ritmo, permitindo que você saiba se está fora do seu padrão de atividade física.
Para usar o Amazfit Bip é necessário instalar o aplicativo Mi Fit que, entre várias funções, também sincroniza com o app Saúde no iOS e o Google Fit no Android. Muita gente que faz atividade já usa aplicativos como o Strava para registrar atividades. Bem, se você usa Android, é possível exportar os dados do relógio diretamente para uma rede social usando apps de terceiros como o Notify & Fitness, mas, se você usa iOS, infelizmente ainda não existe uma solução.
O app registra tudo de forma bem organizada. Não é a interface mais amigável do mundo, mas com um pouco de paciência é possível encontrar onde fica cada opção e entender os dados que ele fornece.
Já que o Amazfit Bip possui GPS e Glonass integrado e não depende do smartphone, você pode fazer uma atividade usando apenas o relógio e no final do dia emparelhá-lo para sincronizar tudo. Ele até tem a função para tirar uma foto com o resultado da atividade e publicar nas redes sociais.
É possível controlar quais aplicativos do seu smartphone vão enviar notificações, mas eu encontrei um problema: a acentuação. Este modelo é internacional e o sistema está traduzido para o inglês americano, então não espere os acentos do nosso idioma sendo bem interpretados pelo relógio.
Uma das principais funções que eu utilizava no meu antigo Pebble era o controle do player de música do meus smartphone. Infelizmente, o Amazfit Bip não possui essa função de forma nativa e, 11 meses depois do lançamento, ainda não há nenhum sinal que essa atualização vai chegar.
Para os usuários de Android, é possível controlar músicas por apps de terceiros, mas isso não é nada prático ou conveniente. No caso dos usuários de iOS, ainda não é possível e talvez nunca seja.
Se você procura um smartwatch que mostra o que você está ouvindo e possui controle de play e pause, é melhor ir atrás de outra opção.
Vale a pena?
Mas e aí, vale a pena gastar entre R$ 250 e R$ 300 nesse gadget? Depende do seu perfil.
Um atleta profissional ou alguém com mais experiência sabe que deve investir em um relógio Garmin. Porém, se você é um entusiasta, se decidiu começar uma atividade física, se já faz de forma moderada ou se você é um geek que quer um dispositivo bacana para receber notificações, aí sim, vale muito a pena.
Acredito que o Amazfit Bip estimula a ficar sempre pensando no quanto você está se movimentando durante o dia, o que é importante. Mas ele é um produto para os curiosos ? não pode ser usado
profissionalmente como relógio esportivo.
A empresa trabalha para fazer o Chrome OS conviver com o sistema da Microsoft em seus notebooks
O Chromebook é bastante popular, mas, em alguns casos, não atende às necessidades dos usuários, já que algumas tarefas são realizadas mais facilmente em computadores convencionais. O Google sabe
disso e trabalha em uma maneira para o Chrome OS conviver com o Windows 10 em seus notebooks.
Batizado de Campfire, a solução permitirá o dual-boot no Chromebook. Inicialmente, a expectativa era de que ela fosse liberada somente para o próximo Pixelbook, principal modelo com o sistema
operacional do Google.
Segundo o XDA Developers, porém, essa possibilidade será estendida para mais Chromebooks. O código-fonte do Chrome OS indica que o Campfire estará disponível em vários modelos, mas não para todos.
Para manter o Windows 10 junto com o Chrome OS em um notebook seria necessário atender a alguns requisitos, sendo o armazenamento o principal deles. De acordo com comentários presentes no código do
sistema operacional, será necessário contar com ao menos 40 GB de espaço disponível. Muitos Chromebooks têm 32 GB ou menos, o que indica que a opção será restrita para alguns aparelhos.
A instalação do Windows 10 em notebooks compatíveis não deverá ser uma tarefa muito complicada, já que o segundo sistema poderá ser ativado com um comando simples no Chrome OS. A ideia é evitar a
necessidade de usar o modo de desenvolvedor ou de fazer mudanças no sistema.
Ainda não há informações sobre quando o suporte para o Windows 10 será liberado para o Chromebook. O Google tem um evento previsto para o início de outubro onde deverá apresentar, entre outras
coisas, o Pixel 3.
A cerimônia também poderia servir para apresentar a novidades para os notebooks com o sistema da empresa. Porém, não se sabe se a solução ficará pronta a tempo. De qualquer forma, os planos de
oferecer o suporte para o Windows 10 poderão aumentar ainda mais o interesse dos usuários pelo Chromebook.








