Se você ainda tem dúvidas sobre o paradeiro do seu iPhone e não tem certeza se ele é novo, remodelado ou foi personalizado, saiba que identificar esta característica é muito fácil.
Mas antes de descobrir, vamos entender um pouco o que seria um iPhone remodelado e um personalizado.
iPhones remodelados são aqueles que passam por um processo de desmontagem, limpeza e reparação ou substituição de componentes, sendo montados e testados novamente para poderem voltar ao mercado. Essas remodelagens podem ser feitas pelas centrais de serviços oficiais da Apple ou não.
Já os iPhones personalizados são os que contam com algum tipo de detalhe em sua carcaça, como a gravação de um nome, por exemplo, que era bastante feito ao comprar na loja online da Apple.
Identificando iPhones remodelados e personalizados:
Foto: Canaltech
Passo 1: Em "Ajustes", vá em "Geral" e, em seguida, em "Sobre";
Passo 2: Lá, você vai conferir várias informações sobre o seu aparelho. Busque pela opção "Modelo";
Passo 3: A letra na frente do número é o que vai dizer qual a situação do seu iPhone:
Se começar com "M", significa que o seu iPhone é novo, comprado na loja física ou online oficial da Apple;
Começando com "F", o seu aparelho foi remodelado;
Se a letra na frente do número for um "N", significa que, por algum problema, o aparelho foi substituído, como se fosse um remodelado;
Agora, se começar com um "P", o iPhone foi personalizado.
O Dia da Terra é o próximo evento na agenda da Apple. E para continuar a promover esta importante causa ambiental, uma série de iniciativas foram anunciadas, bem como doações de caridade para dispositivos recebidos como parte do programa Apple GiveBack. Além disso, a companhia de Cupertino também apresenta ao mundo seu robô de reciclagem, chamado Daisy.
Até o dia 30 de abril, para cada dispositivo recebido nas lojas da Apple pelo programa Apple GiveBack, a Maçã promete fazer uma doação à Conservation International, uma organização sem fins lucrativos fundada em 1987 que visa proteger o meio ambiente. A entidade já apoiou 1.200 áreas protegidas e ajudou em intervenções em 77 países, salvaguardando mais de 601 milhões de hectares de áreas terrestres, marinhas e costeiras no processo. A ação da Apple, como incentivo, concederá créditos aos clientes que entregarem seus aparelhos celulares para uma compra nos estabelecimentos, ou a aquisição de um cartão-presente
da Apple Store para utilizar futuramente.
O CEO da Conservation International, Dr. M. Sanjayan, comentou que está orgulhoso em firmar esta parceria com a empresa da Maçã para "dar aos consumidores uma ótima razão para" se juntarem ao movimento. De acordo com ele, os "esforços da Apple para usar materiais reciclados em seus produtos representam o futuro da manufatura sustentável". Ele ainda acrescenta que é assim que se mostra ao mundo como se faz alguma coisa.
(Foto: Apple Insider)
Foto: Canaltech
Já Lisa Jackson, a vice-presidente de meio ambiente, política e iniciativas sociais da Apple, alega que a companhia de Cupertino está "constantemente trabalhando em soluções inteligentes para lidar com a mudança climática e conservar os preciosos recursos" do planeta. Ela também comenta que em "em reconhecimento ao Dia da Terra", a Maçã está tentando tornar o processo de reciclagem de dispositivos "o mais simples possível", de modo que todos possam "fazer algo de bom para o planeta através do Apple GiveBack".
Esta é Daisy
A mais recente versão do robô de reciclagem da Apple, Daisy, é uma máquina usada para desmontar um iPhone - capaz de desmontar modelos do dispositivo móvel e separar os componentes para reciclagem. A máquina é capaz de trabalhar com uma média de até 200 iPhones por hora e, segundo a companhia, tornou mais eficiente a maneira como são recuperados os materiais mais valiosos de cada dispositivo.
A tecnologia utilizada pela empresa de Cupertino foi desenvolvida com base em seus aprendizados com o primeiro robô criado para reciclagem, Liam, que debutou em 2016. Assim sendo, sua sucessora, Daisy, utiliza algumas de suas peças juntamente com outras alterações em seu design. Ambos os robôs foram criados para garantir que a Apple pudesse recuperar materiais dentro de um iPhone, de modo que pudessem acessar componentes que os recicladores tradicionais normalmente não conseguem, além de obterem uma maior qualidade ao conteúdo re-adquirido de cada dispositivo.
(Imagem: Apple Insider)
Foto: Canaltech
Desafios para os usuários
As iniciativas da Apple não param por aí. Além das arrecadações e doações e da revelação de Daisy, a empresa planeja aumentar a conscientização sobre o Dia da Terra e, para tanto, os usuários de Apple Watch receberão uma notificação a respeito de um desafio especial ainda nesta sexta-feira (20). A proposta exigirá que os proprietários do relógio inteligente saiam e concluam alguns exercícios por pelo menos 30 minutos no dia 22 de abril.
Aqueles que executarem a tarefa especial com sucesso receberão adesivos exclusivos no iMessage. Além disso, a partir de amanhã (21), as lojas físicas da Apple em todo o mundo também homenagearão o Dia da Terra, adicionando decalques e logotipos com folhas verdes.
Agenda ambiental
A Apple já possui um histórico de promover o ambientalismo e criar programas internos para tornar a empresa mais ecológica. Dentre as atividades já promovidas pela companhia de Cupertino, está a proteção e criação de florestas que possam compensar suficientemente todo o papel usado nas embalagens de seus produtos, alcançando assim um efetivo impacto nulo na fibra virgem de todo o mundo.
(Imagem: Apple Insider)
Foto: Canaltech
No início deste mês, a Maçã também anunciou que toda a sua operação global, incluindo escritórios a lojas de varejo, será totalmente alimentada por recursos de energia renovável. Eles também conseguiram convencer 23 empresas parceiras listadas em sua cadeia de fornecimento a se comprometerem em atingir 100% de uso de energia renovável no futuro - uma tarefa que parece extremamente difícil e limitada, mas que o CEO Tim Cook garante que vai continuar ampliando de todas as maneiras possíveis, utilizando os materiais de seus próprios produtos, suas iniciativas de reciclagem, suas instalações e todo o trabalho com fornecedores. A ideia é "estabelecer novas fontes criativas e voltadas para o futuro de energia renovável, porque sabemos que o futuro depende disso", acrescenta o diretor.
Mais recentemente, a Apple se opôs a uma proposta da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, que visava revogar o Plano de Energia Limpa. A causa visava estabelecer padrões e reduzir as emissões de gases do efeito estufa em usinas de energia, e em vista da extinção desta iniciativa, a companhia de Cupertino argumentou que os investimentos feitos em energia renovável seriam comprometidos.
Caso aconteceu na China. Autoridades foram alertadas por sistema de reconhecimento facial inteligente
A máxima de que o mundo é pequeno demais para você fazer algo de errado, fica um pouco mais tensa agora com o uso da inteligência artificial para fins de segurança e vigilância. Na China, um homem foragido foi preso após um sistema de reconhecimento facial alimentado com IA alertar autoridades sobre sua presença em uma multidão de 60 mil pessoas em um show de música pop.
O homem de 31 anos era procurado, segundo o site The Next Web, por crimes de ordem econômica. Ele teria viajado cerca de 100 km com sua esposa e amigos para ir ao evento para depois ser surpreendido pela polícia que o identificou pelas câmeras que cobriam o festival.
Privacidade e controle social
Autoridades na China vêm usando sistemas de reconhecimento facial "inteligentes" para monitorar populações. Entretanto, ao mesmo tempo que se abre uma nova e, aparentemente, precisa possibilidade de capturar criminosos, ao mesmo tempo, a tecnologia vem com um preço obscuro que diz respeito à privacidade e dignidade das pessoas.
Recentemente, a China começou a utilizar seu sistema de vigilância alimentado com IA para também "educar" seus cidadãos. Por lá, se você for pego pelo "big brother" ao atravessar fora da faixa de pedestres, por exemplo, você receberá uma multa. Caso você não a pague, o seu crédito social será descontado e você poderá ser banido de conseguir opções de financiamento, alugar carros e fazer compras em valores altos e até mesmo impedido de usar o transporte público e viajar de avião. A medida lembra um episódio do Black Mirror, da terceira temporada, onde os personagens vivem em uma realidade que são avaliados o tempo todo por outros. Com uma pontuação baixa, você viveria às margens de uma sociedade carente e paranóica por aprovação.
O uso de inteligência artificial para fins de vigilância é um debate que ainda deve ganhar mais fôlego e chamar atenção de organizações que defendem a democracia e privacidade digitais. Se um vazamento de dados pessoais de usuários do Facebook foram usados para manipular a opinião pública gerou grande preocupação e debate acerca da privacidade, um mundo observado pela inteligência artificial pode ser ainda mais perturbador.
Com os recentes escândalos envolvendo o Facebook e outros grandes nomes do mercado de tecnologia, as pessoas estão finalmente — e felizmente — começando a se preocupar com sua privacidade na internet. É cada vez mais comum ver internautas procurando formas de configurar quem poderá ver e acessar suas informações online, mantendo-se no centro do controle de sua vida digital. Isso é algo
que todos deveriam fazer.
Porém, engana-se quem pensa que a rede social de Mark Zuckerberg é a única ameaça ao seu direito de privacidade. O WhatsApp, se não for configurado, também pode expor desnecessariamente a sua vida privada. Embora ele seja o aplicativo de comunicação instantânea mais famoso da atualidade, não é difícil ver usuários que jamais se preocuparam em checar as opções de segurança ao instalar o software.
Um recurso bastante controverso do WhatsApp é o Status, no qual você pode compartilhar textos, vídeos e fotos que se autodestroem depois de 24 horas. Trata-se de uma funcionalidade claramente inspirada nas Stories do Snapchat, mas que ainda assim faz bastante sucesso desde que foi implementada no mensageiro, em fevereiro de 2017. É algo bem divertido de se usar, mas você sabia que é possível — e recomendado — configurar quem vai poder acompanhar esses conteúdos que você posta?
Passo a passo
O procedimento é extremamente simples e demora menos de um minuto. No iOS, visite a aba de Status (a primeira da esquerda para a direita) e perceba que, no canto superior esquerdo da tela, existe um link batizado de "Privacidade".
Ao tocar nele, você é redirecionado para uma tela na qual pode escolher se seus status podem ser vistos por todos os contatos ou apenas por pessoas específicas. Também dá para tornar os conteúdos invisíveis apenas para determinados nomes de sua agenda.
(Captura de tela: Ramon de Souza/Canaltech)
Foto: Canaltech
No Android, o processo é parecido — a única diferença é que, na aba Status, você deve tocar nos três pontinhos localizados no canto superior direito do display (Menu), e lá entrar em "Privacidade do Status". Vale lembrar que, nos dois sistemas operacionais, essa configuração só afetará publicações futuras, e não aquelas que estiverem sendo exibidas atualmente pelo recurso.
Ferramentas de IA ajudam a pré-qualificar clientes; Com isso é possível atender melhor e economizar o bem mais valioso para o profissional: o seu tempo
No começo da década, havia no Brasil uma demanda enorme de um mercado imobiliário em ebulição. Por parte das construtoras e incorporadoras, com frequência eram investidos milhões de reais em publicidade e eventos de premiação para vendedores de imóveis (apesar de um sentimento quase unânime de desperdício).
Apesar disso, alguns clientes chegavam a esperar uma semana para receber uma resposta por e-mail de um corretor. Dá para imaginar isso? Você estava comprando um dos itens mais valiosos da sua vida e tinha que esperar tudo isso para receber uma simples mensagem.
O mercado imobiliário, sempre muito orientado ao volume (ou seja, quanto mais ligações, mais clientes e, teoricamente, vendas) havia criado uma cultura no ecossistema de marketing e publicidade totalmente voltado para a quantidade, com termos como mais, maior e mais rápido se transformando em mantras do segmento. Com isso, esquecia que, em geral, mais contatos e menor custo iam na
contramão da qualidade, quando falamos em vendas.
Mas a chegada da inteligência artificial ao mercado imobiliário, com o uso dos robôs de atendimento, está alterando esse cenário. Ao adotar ferramentas de atendimento virtual é possível utilizar robôs para pré-qualificar os clientes. O que isso significa? O atendente virtual entrevista previamente o possível comprador e consegue, graças ao recurso de inteligência artificial, entender sua
intenção de compra e direcioná-lo, então, ao corretor.
Estudos do setor mostram que apenas 40% das pessoas que entram em contato estão realmente interessadas em falar com o corretor. Com os robôs, é possível atender melhor o cliente e economizar o bem mais valioso para o profissional de imóveis, que é o seu tempo (afinal, esses minutos e horas ganhos resultam em novos negócios e, consequentemente, em mais dinheiro).
Assim o corretor recebe o chamado lead enriquecido, com dados como nome, e-mail, telefone, como pretende receber o contato do corretor, quanto pode pagar, quando pretende tomar a decisão, o que mais leva em consideração para tomar essa decisão.
O resultado, em um levantamento feito pela empresa Hypnobox com uma base de 2.200 atendimentos por meio de robôs, indicam que a conversão entre “lead” e venda, quando pré-atendida pelo robô, teve uma taxa de conversão 8 vezes maior.
A tecnologia de inteligência artificial chegou para ficar. E as empresas e profissionais precisam estar preparados para lidar com ela, para atender melhor o cliente e manter a competitividade de seus negócios.
*Rafael Meireles Yoshioka é CEO da Hypnobox, empresa que oferece soluções e serviços para o mercado imobiliário destinadas a aumentar a produtividade e a eficiência no processo de vendas








