Mariana Ximenes foi uma das convidadas brasileiras da grife Prada , que desfilou nesta quinta-feira (21) em Milão. A atriz sentou ao lado da consultora de moda Costanza Pascolato na primeira fila. Ambas sentaram na primeira fila, com
looks da marca.
Costanza usou calça e blusa preta e casaco rosa, modelo clássico da Prada. Mariana Ximenes apostou num vestido estampado de crepe da China, da coleção outono-inverno 2017. A peça está à venda no Brasil, mas o preço é sob consulta.
Costanza Pascolato e Mariana Ximenes na primeira fila da Prada (Andreas Rentz/Getty Images for Prada/Divulgação)
Foto: Elas no Tapete Vermelho
Apesar de as duas estarem com Prada, os estilos são completamente diferentes. E quem pensa que para assistir a um desfile, é preciso sempre montar no salto, está muito enganada. Mariana, porém, apostou no escarpim nude Louboutin, que
caiu superbem com o vestido estampado em rosa e bege. Costanza Pacolato, ao contrário, apostou no tênis branco para compor o look preto e rosa. Como ela está assistindo a vários desfiles, o ideal mesmo é usar o calçado esportivo para ir
e vir. Mais uma lição de estilo da especialista.
O desfile
Espaço do desfile da Prada, em Milão (Foto: Divulgação/Prada)
Foto: Elas no Tapete Vermelho
A Prada apresentou o desfile no mesmo espaço onde foi mostrada, em junho, a coleção masculina primavera-verão 2018. Dessa vez, o espaço estava todo grafitado com heroínas de histórias em quadrinhhos desenhadas por oito artistas gráficas,
que criaram, cada uma, imagens de empoderamento feminino . Brigid Elva, Joëlle Jones, Stellar Leuna, Giuliana Maldini, Natsume Ono, Emma Ríos, Trina Robbins e Fiona Staples são os nomes que assinaram as ilustrações, com influências do
trabalho de Tarpé Mills, criadora da primeira heroína de ação.
Desfile primavera-verão 2018 da Prada (Fotos: Divulgação/Prada)
Foto: Elas no Tapete Vermelho
As imagens apareceram também nas roupas, numa mistura com outras estampas, como listras e leopardos. O desfile traz o conceito masculino/feminino, tanto em roupas quanto na silhueta das modelos, dentro da linha genderless.
Desfile primavera-verão 2018 da Prada (Fotos: Divulgação/Prada)
Foto: Elas no Tapete Vermelho
Sobreposições , looks amplos , alguns com modelagem quadrada, fazem parte da coleção primavera-verão feminina 2018 da marca italiana.
Desfile primavera-verão 2018 da Prada (Fotos: Divulgação/Prada)
Foto: Elas no Tapete Vermelho
O corte a fio em calças, casacos e blazers, shorts tipo safári , usados com meias três quartos e sapatos das mesma cor também marcaram a coleção, que mais um vez mostra que está antenada com o que pede as ruas e os jovens.
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Desfile primavera-verão 2018 da Prada (Fotos: Divulgação/Prada)
Foto: Elas no Tapete Vermelho
Desfile primavera-verão 2018 da Prada (Fotos: Divulgação/Prada)
Foto: Elas no Tapete Vermelho
Desfile primavera-verão 2018 da Prada (Fotos: Divulgação/Prada)
Foto: Elas no Tapete Vermelho
O ASUS Zenfone 5 pode ser lançado em março de 2018, segundo informações da própria ASUS e de Jerry Shen, CEO da companhia.
Zenfone
Foto: Canaltech
Segundo o site PocketNow, a fabricante taiwanesa deve apresentar o seu próximo aparelho em uma conferência dedicada à imprensa.
A informação chega em um momento em que a ASUS perdeu parte de seus lucros nos últimos trimestres. Para lidar com a situação, a companhia já negociou contratos de vendas para distribuir os produtos da linha ZenFone 3 em toda a Europa,
com planos semelhantes para os aparelhos ZenFone 4.
Com isso, Shen acredita que a venda de unidades no quarto trimestre de 2017 será melhor e que tais decisões vão colocar a companhia como uma das sete fabricantes mais lucrativas no setor de aparelhos móveis no ano que vem.
A ASUS também se mostrou muito tranquila no que diz respeito à recente aquisição de parte da HTC pela Google. A companhia explica que, ao mesmo tempo em que os seus smartphones são voltados para os mercados de médio e baixo porte, os
aparelhos da linha Pixel, da gigante das buscas, são mais voltados para os consumidores high-end.
Atriz marcou presença na área Vip do festival de música neste sábado e ousou no visual
Se Cleo Pires elegeu um look mais discreto para curtir o Rock in Rio no sábado (16), Bruna Marquezine foi pelo caminho oposto. A artista chegou à área Vip do evento de música de shortinho e top, que evidenciavam sua boa forma conquistada
com treinos de muay thai com o personal Chico Salgado. Para completar o visual estiloso, óculos com lentes amarelas e casaco transparente da Fila. Nos pés, um confortável tênis Puma da linha de Rihanna. Bastante requisitada pela
imprensa, Bruna, no entanto, evitou dar entrevistas. A artista posou para algumas fotos com fãs e também com a promoter do evento, Carol Sampaio.
Depois de curtir um ano sabático, que começou com uma temporada na Europa ao lado do seu então namorado, Neymar, e terminou com dias solteira na Grécia ao lado de Fiorella Mattheis, e looks incríveis durante o Festival de Cinema de
Veneza, as férias de Bruna Marquezine chegaram ao fim. A artista já se reuniu com o elenco da próxima novela das sete, "Deus Salve o Rei", para fazer aulas de equitação. Prevista para estrear em janeiro de 2018, a trama terá Bruna e
Marina Ruy Barbosa como rivais. "Estou bem feliz e vai ser bacana este encontro com ela em cena porque nós duas começamos muito pequenas, mais ou menos na mesma época. Aí as duas foram crescendo e fazendo carreiras, cada uma diferente da
outra. Cada uma com seu jeito, com seu estilo. E agora a gente se encontra. Vai ser ótimo", comemoro a ruiva em entrevista ao Purepeople.
Frédéric Martel é pesquisador e escritor francês. Tem 49 anos, doutorado em Ciências Sociais e graduações em Direito, Ciências Políticas e Filosofia. Esse currículo o credencia a ser um nome que poderia navegar tranquilamente pelas mais
altas cadeiras da academia e dedicar-se a pesquisas e livros apenas, mas Martel faz o estilo do velho jornalismo.
Como definiu Gay Talese, esse velho jornalismo precisa do repórter que suja os sapatos de lama, pois isso indica que ele foi ao local apurar os fatos — e apuração no local é sempre melhor do que a feita pelo telefone.
Pois Martel adora colocar o pé na lama. Ele viaja todos os anos para pesquisar material para seus livros, entrevistar pessoas comuns e descobrir como elas vivem neste mundo em constante transformação tecnológica.
Ele é autor de nove livros, dois lançados no Brasil: Smart e Mainstream , ambos pela Civilização Brasileira.
Em Mainstream, ele tenta entender como se produz um best seller em diferentes partes do mundo. Por cinco anos, ele viajou para cinco países e entrevistou 1.200 pessoas a fim de compreender o sucesso das novelas, de Bollywood, de filmes
em lugares como África subsaariana e Catar e até o papel da Coca e pipoca no cinema americano.
Já em Smart, ele propõe a tese de que a internet, com todo seu poder de unir povos e culturas e de fazer a globalização muito mais fácil, na verdade, tem seu maior potencial em ações locais.
Sim, a internet é muito mais eficiente para as relações próximas, seja para dar um match , trocar mensagens com amigos ou ficar sabendo o que está acontecendo na sua cidade. Claro, é importante saber o que se passa na Europa, nos Estados
Unidos, se a Coreia do Norte vai começar uma guerra nuclear ou se o iPhone X falhou no reconhecimento facial.
Mas as revoluções, os movimentos sociais e as relações afetivas são, principalmente, locais. E é nesse ponto que a internet reforça seu valor.
É dessa nova cartografia digital que sairão novas revoluções, por meio das múltiplas internets que ele desenha no seu livro.
Para entender essa tese, o Canaltech entrevistou Martel com exclusividade para o Brasil, um país que frequenta seus livros. Ele explica o poder dessa internet local e os movimentos revolucionários sob o olhar da ação digital e fala de
aplicativos que estão fazendo a diferença pelo mundo.
Canaltech: Smart foi publicado em 2014. O que mudou desde o lançamento?
Frédéric Martel: Quando você escreve um livro sobre assuntos atuais e, especialmente, se é um livro sobre a internet, você precisa ter em mente que ele pode se tornar anacrônico muito rapidamente. Então, o trabalho de um sociólogo é
encontrar regras e elementos que sejam intangíveis, mesmo que o Yahoo morra ou a Amazon compre a Whole Foods. A conclusão do meu livro é sobre globalização e internet.
CT: Você defende a tese de que a internet é fundamentalmente localizada. O que isso significa para quem sempre ouviu que a rede uniria os povos?
FM: Eu acredito que o conteúdo ainda é muito geolocalizado, como eu disse. Isso significa que a internet não é global para grande parte dela. Você pode usar o mesmo iPhone e os mesmos aplicativos do Facebook que pessoas de outras partes
do mundo, mas seus amigos estão principalmente em seu país, falam seu idioma e fazem parte da sua comunidade. Um estudante do ensino médio em Brasília não tem muitos amigos em Bombaim ou em Paris. Ele ainda está muito localizado.
Ferramentas, softwares, aplicativos são globais; o conteúdo não é.
CT: É possível identificar exceções?
FM: Há, naturalmente, algumas exceções, desde o último filme do Homem-Aranha até Katy Perry — isso se eu me limitar a esses eventos da alta temporada da indústria de entretenimento. Em 2001, o Homem-Aranha disse: "Grande poder vem com
grandes responsabilidades". Hoje, o novo Homem-Aranha, narcisista, via Snapchat e YouTube, caçando vilões por geolocalização, é mais o estilo: "Pequenos poderes vêm com pequenas responsabilidades". É a era das redes sociais.
CT: Você disse que quer fazer uma pesquisa mais profunda sobre o Brasil. Em que o país o surpreende?
FM: Gosto muito do Brasil porque é um país singular. Grande, interessante, musical, dançante, legal e, em primeiro lugar, quente. Eu vou para o Brasil todos os anos, gosto de viajar para aí, já conheço mais de dez cidades no Brasil, e
não fico apenas em Ipanema. Fiquei muito impressionado com o que está sendo feito com a internet em favelas, por exemplo, embora eu reconheça a situação difícil. O Brasil pode ser um líder em cidades inteligentes e na melhoria das áreas
empobrecidas graças à Internet.
CT: Desde 2013, o Brasil está passando por uma série de manifestações populares. Uma grande parte delas começou na rede social. Ativistas recrutaram pessoas e tomaram as ruas em protestos. Você estudou esses eventos? Como você avalia as
funções da internet e das redes sociais nesses eventos?
FM: Sim, eu tento seguir esses movimentos. Eu estava em Brasília na noite em que Dilma Rousseff deixou o poder. A situação do Brasil é muito específica e não quero julgar o momento atual. Mas o uso dessas ferramentas não é exclusivo do
Brasil. E estava em Madri durante o movimento Occupy, no Líbano durante o You Stink Movement, em Hong Kong para o Movimento Umbrella, e todos eles foram orientados pelas redes sociais. Ao mesmo tempo, não penso que revoluções ou
movimentos sejam consequência da internet. A Primavera Árabe teria acontecido provavelmente sem a internet, mas ela acelerou e a tornou mais rápida, eficiente e forte.
CT: Muitas das manifestações políticas nasceram de grupos criados na internet e propagados em redes sociais. É este o caminho mais natural agora para o nascimento de um movimento político?
FM: Eu acredito que sim. Eu sou um grande fã do que chamo de "Civic Tech" [tecnologia cívica, na tradução livre]. Blogs, redes sociais, Twitter, vídeos políticos do YouTube, até Instagram são excelentes. Precisamos estar abertos a todas
essas mudanças, mas ao mesmo tempo também temos que saber que a democracia precisa de representação, um parlamento, partidos políticos — embora eu saiba como eles são ruins no Brasil. Eu não acredito no tipo de democracia direta de
Rousseau [o filósofo francês defende uma democracia direta, sem intermediários, como um parlamento] e teria medo de uma democracia na internet. Devemos acreditar na internet, mas não muito.
CT: A eleição de Donald Trump inseriu uma nova entrada no dicionário: pós-verdade. A campanha presidencial foi definida pelas notícias falsas, como muitos analistas afirmaram? Como a internet deve lidar com esses problemas?
FM: Não acredito que Donald Trump tenha sido eleito graças a redes sociais e notícias falsas. Ele não é o Homem-Aranha do ano. Ele ganhou porque Hillary Clinton foi um desastre. Michael Bloomberg, Joe Biden, até Elisabeth Warren teriam
sido eleitos em vez dele. Como o Brexit também não é a consequência de notícias falsas. Você não pode pensar que as redes sociais elegeram Trump ou aprovaram o Brexit. As redes sociais não são boas ou más sozinhas. Eles dependem de nós.
CT: Então qual o risco das notícias falsas?
FM: Notícias falsas sempre existiram em Cuba, na antiga União Soviética, na China — ou com a ditadura da propaganda de Maduro na Venezuela. Eu acho que os riscos reais estão em outro lugar: a aceleração da informação, o déficit da
atenção, a abundância de informações, o acesso, a cultura livre, a conexão permanente, o vício, os dados. Algumas dessas coisas são boas, outras não. Na realidade, é uma palavra mais aberta, mais diversificada, mais acessível para muitas
pessoas que estavam fora do alcance de qualquer conteúdo global.
CT: Como corrigir os erros e os limites do novo modelo?
FM: Precisamos de alfabetização digital: aprender sobre privacidade, dados, contexto, tempo e espaço. Eu também acredito nas inovações das Civic Techs, que são inovadoras: Socrata, FixMyStreet, LiquidFeedback, CitySourced, Code for
America, Code for Germany, Access Map, CityVoice etc. No Quênia, eu vi o poder de aplicativos como MPesa [dinheiro eletrônico] e Ushahidi [contra a violência]. Na Índia, o projeto do Digital UniqueID faz a diferença. Em Gaza, Hong Kong,
Cuba, Venezuela ou Rússia, há muitas ferramentas desenvolvidas pela oposição democrática.
CT: Recentemente, os eventos em Charlottesville provocaram reações em cadeia de empresas de tecnologia. Facebook, AirBnB, Google, GoDaddy, PayPal, entre outras, disseram que iriam bloquear usuários e páginas ligadas a movimentos
supremacistas. Como você analisa esta decisão?
FM: Eu sempre sou contra qualquer forma de censura, mesmo quando é contra pessoas racistas, que atacam democracia, mulheres ou gays. Eu fico muito desconfiado se Google e Facebook criam suas próprias políticas e policiam seu conteúdo.
Isso é algo que às vezes pode ser necessário, mas não deve ser uma regra sem juízo e sem controle jurídico.
CT: Como combater então esses movimentos?
FM: Estou muito interessado também no fenômeno chamado Doxxing, que publica informações ruins sobre os racistas [o termo se refere a práticas de desmascarar identidades de perfis falsos]. Mesmo que eu concorde com o objetivo, desaprovo a
maneira como é feito, exceto se for com seriedade e regras de jornalismo e deontologia [teoria que defende que as escolhas são moralmente necessárias, proibidas ou permitidas].
CT: As redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest e outras) também passam por esse conceito de geolocalização? Isso significa que cada país dentro de seu contexto acaba escolhendo sua rede social ou elas tomam caminhos
independentes?
FM: Sim, claro. Mais uma vez, você pode seguir um cantor americano ou um jogador de futebol do Barcelona no Instagram e no Twitter. Existe um monte de conteúdo global, mas a maior parte do que você consome está em seu idioma, em seu
país, com seus amigos.
CT: Há um artigo de NiemanLab [núcleo de estudos sobre jornalismo] que diz que o podcast ainda vai nos surpreender cada vez mais. O texto aponta para três fatos que são fundamentais para o sucesso do podcast: boa experiência, bom
conteúdo e mais receita. No entanto, no seu livro, você diz que o podcast é uma mídia em decadência. Você ainda mantém essa afirmação? Como você avalia este artigo?
FM: São duas coisas diferentes. O modelo de podcasts do iTunes, por assinatura e acumulação de episódios, este, eu receio, vai morrer. É como o RSS ou o Google Reader. Parece interessante, mas depois de um tempo você não consegue ouvir
todas as coisas que você acumulou. Esse é o meu ponto. Ao mesmo tempo, acredito no podcast como um conteúdo que você pode encontrar sempre que quiser, como a TV de recuperação [catch up TV, o modelo que permite o usuário gravar um
programa e assistir depois]. Este podcast de recuperação é muito eficiente. Isso irá durar e fará receitas.
CT: Em seu livro, você diz que a conexão de internet de banda larga nos EUA é muito cara. Isso também é um fato no Brasil. Os planos de telefone pós-pago de celular (3G e 4G) também são muito caros e não acessíveis para a maioria da
população, que usa planos de internet pré-pagos com abastecimento diário de dados. Você acha que preço ainda é determinante para o aumento da influência da internet nas relações sociais?
FM: Fiquei chocado com os preços da internet no Brasil, são muito mais caros do que na França, onde você pode ter acesso total de telefone ilimitado e dados para o seu smartphone e TV por 20 euros por mês [cerca de R$ 74]. Tudo isso
deveria mudar. É apenas uma questão de regulamentação política. Você precisa de um governo dedicado para abrir o mercado e a infraestrutura e ajudar uma economia de mercado madura — Roosevelt, e não Castro! — com o intuito de resolver o
problema [referências a Franklin Roosevelt, presidente dos EUA de 1933 a 1945 e autor do New Deal, e Fidel Castro, que esteve à frente de Cuba de 1959 a 2008]. É possível. Eu acredito na economia de mercado, mas desde que justa, sem
abusar da posição dominante e com uma concorrência leal. Esse deveria ser o objetivo número um do governo.
CT: O cenário que você descreve nos países do Oriente Médio mostra a importância do acesso à internet como forma de confronto e resistência e como plataforma para divulgar informações. Quais outras possibilidades a internet fornece
nesses países?
FM: Ela lhe dá amigos em Gaza, segurança na Síria, informações se você é um refugiado no Líbano ou no Egito. Eu estive em todos esses países e eu vi desde seu início o que eu chamo de "século digital" — e é incrível.
CT: Em seu livro, você mostra que um modelo Smart pode acontecer em locais de diferentes realidades sociais e políticas. Esses fatores se tornarão determinantes no futuro?
FM: Eu acho que a internet afetará e mudará a atual geopolítica do mundo. Isso tornará os países mais bem sucedidos ou com um alcance econômico menor. Mas, para mim, uma das questões-chave é o que eu chamo de "curadoria Smart": como
encontrar o melhor conteúdo, o melhor aplicativo, usar as melhores ferramentas e aprender a melhorar sua vida e seu país ao mesmo tempo.
Frederic Martel
Foto: Canaltech
Yasmin Brunet arrancou elogios dos internautas ao publicar uma foto com os cabelos na cor rosa, em fevereiro deste ano. Mas tudo não passou de uma edição de imagem, como contamos aqui . No último fim de semana, a modelo voltou a colocar
em seu Instagram um clique com as madeixas na tonalidade e escreveu: "Gente, quem disse que eu não ia ter coragem de mudar?! Dessa vez, não é photoshop: me joguei!". Se acha que a transformação é permanente, está enganada. Trata-se de
uma maquiagem para cabelos, que sai em uma lavagem, da Quem disse, berenice?.
Yasmin Brunet
Foto: Instagram/Reprodução - quem disse,berenice?/Divulgação / Elas no Tapete Vermelho
Para apresentar o lançamento, Yasmin participou de um evento da marca, na última terça-feira (29). Desta vez, estava com os fios em azul, rosa e roxo. "Eu sempre quis mudar minha cor de cabelo, mas nunca tive coragem. Meu medo era mudar,
me arrepender, ficar feio ou até estragar meu cabelo. Então, quando me convidaram pra experimentar os gizes foi realmente perfeito, porque a semana passada eu estava com ele rosa, hoje ele está com três cores e quem sabe a cor da próxima
semana?", comentou.
A nova linha capilar da Quem disse, berenice? conta com 18 itens para estilizar e colorir, que chegam às lojas e e-commerce no dia 4 de setembro. Os preços vão de R$ 29,90 a R$ 39,90, sendo que o giz está disponível em quatro cores
(vermelha, azul, rosa e roxa) e custa R$ 29,90.
No lançamento, Yasmin também chamou atenção com body sensual da Intensify Me. Estava com calça jeans destroyed Levis, cinto John John e jaqueta preta Rosa Chá. O styling é de Rodrigo Grünfeld.
#ficaadica1: Para entrar na moda do body transparente , você precisa se sentir bem com a proposta sexy. E também usá-la em ocasiões certas, como baladas e festas informais que combinem com o toque ousado. Ambiente de trabalho,
casamentos, reuniões em família e festas infantis não entram na lista, OK?
#ficaadica2: Ao escolher um modelo que tem transparência, analise se está em um ponto forte do seu corpo e se não deixa gordurinhas à mostra.
#ficaadica3: Para dosar a sensualidade, combine o body com peças mais neutras e que cubram o restante do corpo.
#ficaadica4: Ter uma jaqueta preta de couro é sempre uma opção para criar vários tipos de looks e completar a produção de forma moderna e despojada.








