Os sinais do primeiro smartphone Lumia com Windows 10 começam a aparecer na web. A PC World divulgou nesta segunda-feira (27) que a AdDuplex, uma empresa que atua na promoção de publicidade em Windows 8 e Windows Phone, detectou recente uma atividade envolvendo um novo Lumia.
Windows 10 em um smartphone Lumia; novo aparelho deve ser lançado apenas no segundo semestre
Foto: Microsoft / Divulgação
Rumores desse gênero geralmente não são levados em conta, mas, a AdDuplex já acertou outra vezes sobre lançamentos futuros de aparelhos o sistema operacional da Microsoft, como os smartphones de preços médio e baixo – eles afirmaram em fevereiro, e a companhia americana lançou no mês seguinte.
Os detalhes do gadget indicam uma tela de 5.7 polegadas, tela de 1.080 pixels e uso exclusivo Windows 10.
Oficialmente, a Microsoft disse que não lançará um novo Lumia até o lançamento oficial do Windows 10, no segundo semestre. O novo Lumia com resolução de 1.080 pixels pode ser o aparelho que a empresa deseja para dar o “start” na nova geração do Windows.
Vale lembrar que na próxima semana acontece o Build, a conferência de desenvolvedores da Microsoft. Nela, a empresa deve mostrar as últimas novidades do Windows 10 para smartphones.
As ações do Twitter na bolsa de valores caíram 25% na noite de terça-feira por causa de uma única mensagem publicada na rede social. Na hora do fechamento da bolsa, as ações da companhia haviam caído US$ 8 bilhões.
A queda ocorreu porque o ânimo dos investidores foi afetado pela publicação acidental de um balanço de resultados que deveria ter sido apresentado apenas após o fechamento dos mercados.
Mas como isso aconteceu? E como isso resultou no nível mais baixo das ações da empresa desde sua estreia no mercado?
O que aconteceu?
O Twitter ia anunciar seus lucros no primeiro trimestre do ano depois do fechamento do pregão de terça-feira em Nova York. Essa prática dá tempo aos investidores para digerir a informação, dormir e depois voltar a negociar no dia seguinte. Mas alguém pensou que seria uma boa ideia tornar a informação pública antes, na página de relações com investidores da Nasdaq, a bolsa de valores especializada em empresas de tecnologia.
Inicialmente, ninguém pareceu notar o erro, até que um tuíte bem colocado chamou a atenção para a informação revelando o desempenho abaixo do esperado do Twitter. Os mercados estavam abertos ainda e o Twitter não teve tempo de apresentar formalmente os resultados com um comunicado para explicá-los.
O tuíte-pivô da brusca queda das ações da empresa veio da Selerity, consultoria que presta um serviço de informações específico para investidores. Ela busca automaticamente documentos, comunicados para a imprensa e informações em redes sociais que possam ser úteis para os investidores. Envia então a seus assinantes o que chama de "inteligência" processada em tempo real. Neste caso, a informação repassada veio da página da Nasdaq no Twitter.
A Selerity também divulgou a fonte da informação, para afirmar que era legítima. As ações do Twitter caíram 6% antes que as negociações dos papéis fossem momentaneamente suspensas. Quando elas foram retomadas, tinham caído mais 19%, antes de terminar o dia em queda de 18%.
De quem é a culpa?
O deslize parece ter sido da Nasdaq, depois que o Twitter entregou à bolsa detalhes de seus rendimentos antes de estarem prontos para a publicação oficial. É como um site ou jornal violando um relatório embargado até um horário específico.
O fator-chave no incidente foi um computador da Selerity que faz busca na rede mundial de computadores em busca de informações financeiras importantes. Foi esse aparelho que encontrou a mensagem. A Selerity diz que as pessoas ficaram sabendo da informação através da própria rede do Twitter. Mas não rompeu nenhuma regra porque os resultados já haviam sido publicados e eram considerados de domínio público.
A Nasdaq culpou uma divisão sua chamada de Shareholder.com, que presta serviços para investidores. "A publicação foi provocada por um problema operativo que expôs o comunicado na página de relações com investidores de Twitter durante cerca de 45 segundos", disse a Nasdaq. "Durante esses segundos, o site foi captado por um terceiro que difundiu publicamente a informação", disse.
Não é a primeira vez
Não se trata da primeira vez que isso acontece. Há seis meses, a Nasdaq publicou acidentalmente os resultados do banco JP Morgan horas antes do encerramento das negociações da bolsa de valores.
A Selerity também se envolveu em um episódio similar. Em 2011, ela obrigou a Microsoft a publicar um comunicado oficial com seu resultado financeiro ao descobrir que os dados já estavam disponíveis em uma parte pouco acessada de seu site.
Mas o vazamento do tuíte não foi o único culpado pela queda nas ações do Twitter. Os resultados do primeiro trimestre foram claramente decepcionantes. Os lucros foram US$ 20 milhões abaixo dos US$ 456 milhões esperados por analistas. As previsões de rendimentos futuros também foram reduzidas. O presidente-executivo do Twitter, Dick Costolo, se disse decepcionado com as cifras.
Por outro lado, a rede social anunciou novidades positivas. Seu conteúdo está mais integrado com as buscas do Google e a empresa negocia com a Apple integração semelhante.
Além disso, há planos para que as linhas do tempo das páginas dos usuários sejam programadas para destacar as publicações mais importantes das contas que seguem.
O que significa dizer que na timeline de quem segue a conta da empresa Twitter, deverão aparecer postagens da Selerity.
Twitter apresentou forte queda após erro na divulgação de resultados
Foto: BBC Mundo / Copyright
A fabricante italiana de óculos de luxo Luxottica confirmou, na última sexta-feira (27), que está trabalhando na nova versão do Google Glass. Segundo Massimo Vian, presidente-executivo da empresa italiana, a parceria entre a gigante da tecnologia e os italianos está “caminhando”, informa o Wall Street Journal.
No começo do ano, o Google anunciou a paralização nas vendas do gadget e terminou com o programa de exploradores, tirando-o da divisão de novos projetos (Google X) e colocando-o em uma unidade separada.
O fim das vendas gerou desconfiança e rumores de que o Google terminaria de vez com o Glass. No entanto, o presidente do conselho da empresa, Eric Schmidt, revelou que o chefe da divisão do Nest e de casa conectada, Tony Fadell, assumiria o projeto.
Segundo o jornal, as parcerias com com a Vián, de Milão, na Itália e com a Intel podem apontar para um wearable mais barato que o primeiro modelo. Um porta-voz do Google disse ao jornal que “o time (do Goole Glass) está trabalhando no futro do produto”, mas se negou a falar sobre novidades.
A confirmação da Luxottica tenta por um fim nos rumores sobre o futuro do Google Glass
Foto: Google +/ Google Glass / Reprodução
Azte lançou em parceria com a AT&T um novo projetor all-in-one (tudo em um) chamado Spro 2. O aparelho foi mostrado em primeira mão durante a CES 2015 em Las Vegas no começo do ano e agora chega às lojas dos Estados Unidos.
Ele é um projetor que possui Wi-Fi, 4G, tela de 5 polegadas, acesso compartilhados para até 10 equipamentos por meio de rede Wi-Fi e sistema Android. Ele consegue reproduzir vídeos em resolução de 720 pixels nos formatos 4:3 (padrão) e 16:9 (widescreen) podendo alcançar até 10 polegadas.
Porém, suas configurações técnicas surpreendem ainda mais.
Com baterias de 6.300 mAh, ele consegue projetor até duas horas e 50 minutos de vídeo. Suas dimensões de 5.3 por 5.2 por 1.2 polegadas deixam ele fácil para ser levado de um lugar para o outro.
Sua tela de 5 polegadas é touchscreen, como em um smartphone, assim como sua especificações mais técnicas. Ele possui um processor 2.0 GHz quad-core, 16 GB de espaço em disco (expansível para 64GB com cartão Micros SD) e 2 GB de memória RAM.
Ele ainda possui entrada em HDMI e USB para projetar filmes e imagens.
Nos Estados Unidos, o Spro 2 custa US$ 399,99 (aproximadamente R$ 1,1 mil).
Projetor tem como vantagem a conectividade e estar baseado no sistema Google Android
Foto: AT&T / Divulgação
Eis uma dúvida frequente: meus e-mails estão sendo espionados? A verdade é que muitos dos e-mails que recebemos reúnem informações sobre nossos hábitos, mesmo que não tenhamos dado nenhuma permissão ou sido informados disso.
Entre estes e-mails "espiões" estão mensagens publicitárias, boletins recebidos sem nunca terem sido solicitados e notificações de todo tipo.
Como funciona?
Empresas como Yesware, Bananatag ou Streak são responsáveis pela gestão de relacionamentos com clientes de outras empresas. Atuam para fortalecer a relação com os atuais clientes ou expandir a base. Você nunca deve ter ouvido falar delas, mas elas provavelmente sabem algo de você.
Uma das táticas que elas usam é o e-mail. As mensagens que enviam contêm uma imagem transparente para o usuário. Quando o e-mail é aberto, esta etiqueta envia ao servidor uma série de dados. Basicamente, informam quando a mensagem foi aberta, por qual dispositivo, a que hora e local.
Os dados indicam a taxa de abertura das mensagens, informações para que o e-mail se adapte ao dispositivo, e sobre os melhores horários para que as mensagens sejam enviadas. Com tudo isso, as empresas refinam ainda mais suas estratégias de marketing.
É ilegal?
O procedimento é mais comum do que se imagina. Na verdade, o Google tem uma página na qual guia os anunciantes sobre o processo. Portanto, está longe de ser ilegal.
Isso não quer dizer que não preocupe alguns e, em todo caso, é realizada sem o conhecimento ou consentimento de potenciais clientes.
Como evitar
Quando o engenheiro americano Sonny Tulyaganov soube dessa prática mais ou menos frequente, ficou surpreso. Não tanto pela importância dos dados obtidos pelas empresas, mas porque as ações eram feitas sem que ele, como usuário, percebesse.
Tulyaganov, então, decidiu rastrear os rastreadores. E o resultado foi o Ugly Mail (e-mail feio, em tradução literal), uma extensão do navegador Chrome que permite saber quais e-mails recebidos são "bisbilhoteiros".
O sistema é simples: uma vez instalado, o código identifica e-mails que incluem as imagens transparentes de rastreio. Estes e-mails aparecem na caixa marcados com o ícone de um olho. Assim, pelo menos, é possível saber que, ao abri-los, informações serão enviadas.
A ferramenta, no entanto, tem suas limitações. Funciona apenas para e-mails do Gmail e está disponível somente para o Chrome. Mas Tulyaganov anunciou estar trabalhando em versões para Safari e Firefox.
Outras ferramentas
O Ugly Mail não é o único mecanismo para evitar a espionagem através de e-mails. O PixelBlock, outra extensão do Chrome, bloqueia diretamente as mensagens intrusas. Apesar disso, a medida mais básica é manter ativos os filtros para e-mails indesejados.
Usuários de programas mais conhecidos, como Windows Live Mail, Microsoft Outlook, Thunderbird, Mail (para Mac) e Evolution (para Linux), contam com controles avançados contra spams.
O mesmo ocorre com os serviços do Hotmail, Yahoo, Gmail, entre outros.
Extensão do Chrome permite que usuários saibam se são monitorados
Foto: ThinkStock








