A IBM vai investir três bilhões de dólares em pesquisa de materiais de computação e chips nos próximos cinco anos. Subjacente está um esforço para repensar a arquitetura dos computadores não envolvendo chips de silício. O desenho baseado no silício estagnou e a capacidade de reduzir o tamanho dos chips está atingindo o seu limite. A IBM olha para o grafeno, para os nanotubos de carbono e outros materiais para substituir material nos computadores.
“A arquitetura básica dos computadores mantém-se inalterada desde os anos quarenta. Dado o tipo de problemas atuais, este é o momento para começar a procurar novas formas de computação”, diz Supratik Guha, diretor de ciências físicas na IBM Research.
A iniciativa poder abrir caminho para a consolidação de computadores quânticos e cognitivos funcionais, capazes de imitar o funcionamento cérebro humano. A IBM diz já está montando computadores quânticos e de funcionamento semelhante ao cérebro humano, sobre os quais se tem teorizado há décadas, mas que têm sido difíceis de criar.
O anúncio surge um mês depois de a Hewlett-Packard divulgar que está a repensando a arquitetura básicas dos computadores.
O objetivo da IBM será fornecer os blocos básicos de montagem para sistemas capazes processarem grandes quantidades de dados de forma mais inteligente, consumindo menos energia, explica Tom Rosamilia, vice-presidente sênior do grupo de sistemas e tecnologia na IBM. Esses computadores podem beneficiar áreas como a pesquisa sobre o câncer, a modelagem meteorológica e o fornecimento de serviços mais inteligentes de cloud computing.
Elementos aceleradores de computação, como os processadores gráficos, estão melhorando o desempenho dos computadores, no curto prazo. Mas reduzir as dimensões dos processadores baseados em silício para aumentar o seu desempenho e diminuir o consumo de energia está se tornando mais complexo, disse Rosamilia.
“Em outros momentos da história tivemos de dar saltos de uma tecnologia para outra. Se não começarmos a inventar novos chips agora, acreditamos que ninguém vai lá chegar “, afirmou.
A intenção é tentar desenvolver chips capazes de atingir escalas de nível atômico.
O LG G2 Mini é um celular para quem busca o meio termo entre os smartphones carro-chefe que custam mais de R$ 2 mil e aqueles que não têm tantas opções, de até R$ 1 mil. Com custo inicial de R$ 1,3 mil, o celular é uma versão reduzida do grande sucesso da companhia sul-coreana e uma resposta à Samsung que lança diversos aparelhos nesta mesma faixa de preço e público que compra este tipo de aparelho pela primeira vez.
Ele deixa a desejar por não ter TV digital, como outros aparelhos que a própria LG lançou. No entanto, sua configuração com 8 GB de espaço, 1 GB de RAM, tela qHD de 4.7 polegadas e 13 megapixels em sua câmera transformam G2 Mini em um celular mediano, semelhantes a outros do mercado. Tem como diferencial o processador 1.7 GHz quad-core Tegra 4i Nvidia, uma novidade que melhora a imagem para processamento de aplicativos, e o Android 4.4 atualizado.
A qualidade de vídeo não é das melhores para assistir a filmes - nem se compara ao G2 ou G Flex, que são os premiums da companhia. A câmera é funciona bem quando há boa luminosidade no ambiente. Mas faz fotos granuladas em baixa luminosidade, mesmo com o conceito do back-side illumination para melhorar a qualidade.
O design do aparelho é muito similar ao seu “irmão maior”, o G2. Ele possui o conceito do botão único, o smart button, que fica na parte de trás, e tem um formato ondulado para facilitar o uso, como o existente no G2 e G Flex. Pode fazer fotos, desligar alarme, baixar e aumentar o volume. Segundo a LG, este botão ajuda a diminuir em 30% a possibilidade de o celular cair no chão, pois toda a atenção do usuário fica mais focada à tela.
O som do G2 mini surpreende. O aparelho possui duas caixas direcionadas na parte de baixo que podem funcionar bem para os fãs de música e rádio, pois o aparelho possui conexão para Rádio FM.
A capacidade para usar apps e rodar aplicações consegue elevar um pouco a qualidade do celular. Os aplicativos e ferramentas são os principais atrativos do LG G2 Mini. Ele possui o Knock Code, ferramenta que permite criar combinação de quatro a oito toques na tela para colocá-la em funcionamento direto na home.
Também mantém em suas bases o Guest Mode, para selecionar os aplicativos que estarão disponíveis quando outras pessoas acessam o telefone. E o Quick Remote, capaz de transformar o smartphone em um controle remoto, para aparelhos com infravermelho, como TV, DVD ou BluRay.
O celular ainda possui os apps do Google (Chrome, Gmail, Google +, Drive, Maps, Play Filmes, Play Livros, Play Games, Drive YouTube, Fotos e Hangouts), além de uma seleção própria da LG de aplicativos nacionais, de notícias, jogos e serviços.
O Centro de Comando é muito mais fácil de mexer e configurar o aparelho, se comparado a outros celulares com Android.
Conclusão
Embora a companhia sul-coreana tente atrelar a ideia do G2 Mini ao seu principal celular, o G2, ele não chega a ser um celular de primeira linha. O smartphone da LG pode servir apenas como opção para quem quer comprar seu primeiro aparelho "bom", com câmera e hardware potente.
A falta de interação com aparelhos "vestíveis" (wearables), e o fato que não possui uma TV digital - afora o valor sugerido de R$ 1,3 mil - podem afastar os consumidores. Especialmente por seus concorrentes, o S4 Mini e o Moto G (agora com 4G), estarem há mais tempo no mercado e terem um preço mais próximo do bolso brasileiro, em média R$ 800.
No entanto, o G2 Mini tem velocidade 4G e um processador muito bom, que é o diferencial para o consumidor. Não possui aquecimento, a bateria dura em média um dia a mais que seus concorrentes, e carrega mais rápido também.
Em suma, se a procura é por um primeiro smartphone "forte", mas não se deseja gastar mais de R$ 2 mil, vale testá-lo, mas é importante compará-lo com a concorrência e ver qual se alia melhor às necessidades.
Foto: Henrique Medeiros / Terra
Uma tela gigante de 12.2 polegadas e resolução de 2560 x 1600 pixels, com belos ângulos de visão. Esta é a característica que mais chama a atenção no Samsung Galaxy Note Pro, tablet da fabricante sul-coreana lançado no Brasil em maio. O display impecável torna o produto ideal para assistir a vídeos e filmes, navegar por fotos e fazer apresentações, sem que se enxergue nenhum pixel.
As especificações do tablet também não deixam a desejar: Android KitKat 4.4, memória RAM de 3 GB, processador quad-core de 2.3 GHz e componentes octa-core (quad 1.9 GHz + Quad 1.3 GHz), que permitem um bom desempenho, com os aplicativos rodando rapidamente. Durante os testes, jogos pesados e aplicativos regulares não tiveram problemas de velocidade.
A conexão 4G além da Wi-Fi permite fazer ligações e enviar mensagens direto do tablet, o que pode não ser tão necessário ou mesmo confortável para uma pessoa em movimento. O que vale da conexão é poder usar a web de qualquer lugar.
O Note Pro tem uma bateria de 9.500 mAh, ideal para suportar principalmente a tela, que consome a maior parte da energia. Em um uso médio, com navegação na web e uso de alguns aplicativos, a bateria durou dois dias.
O gadget ainda conta com uma câmera traseira de 8 MP e frontal de 2 MP e é capaz de gravar vídeos em Full HD. A câmera tira boas fotos e não há o que reclamar dos recursos. O único empecilho é se adaptar ao formato grande do tablet para usá-lo como câmera. Com certeza, não é o aparelho ideal para fotografar na rua.
Aplicações
Das aplicações do modelo, se destacam as voltados para o uso da caneta S Pen, como o S Note. Para quem já conhece a linha Note da Samsung, não há mudanças. O app é bastante completo, com configurações de estilos de escrita e opções de inserir imagens e mapas, por exemplo, para rabiscar e fazer anotações.
A caneta fica guardada em um buraquinho no canto direito superior do tablet e, ao tirá-la de lá, o Comando Suspenso é acionado automaticamente. Esse comando gera atalhos para anotar lembretes, fazer recortes de fotos ou páginas da web para guardar no álbum e escrever comentários na tela. Apesar de ser muito gostoso escrever com a S Pen, não dá para precisar o quão importante é o recurso. Além de anotações em apresentações e documentos e a criação de lembretes, a caneta e o conjunto de apps dela podem cair no esquecimento com o tempo de uso.
Entre outros aplicativos, como os que são padrão do Google, a Samsung adicionou apps de terceiros como Evernote para lembretes, Dropbox para armazenar arquivos na nuvem, Flipboard para leitura de conteúdo, o app do jornal NY Times e aplicativos próprios de trabalho, como o E-meeting para conferências. O Note Pro também tem a interface Magazine UX, uma segunda tela inicial que traz notícias e conteúdos, similar ao Flipboard.
Um dos destaques é a multitela, que permite ao usuário usar até quatro aplicações na mesma tela. Ao deslizar o dedo de leve do lado direito, basta arrastar os aplicativos para o meio e definir o tamanho da parte do display que deseja que eles ocupem. Um recurso bastante útil e que faz falta em outros tablets disponíveis no mercado.
Vale a pena?
O Galaxy Note Pro é um tablet com recursos e especificações ótimas, com destaque para a boa resolução da tela. Pesquisando na internet, a equipe do Terra não encontrou teclados compatíveis com o modelo que poderiam ser acoplados, mas esta seria uma boa opção para transformar o gadget em uma ferramenta mais confortável para o trabalho.
O design dele é elegante e profissional, com o acabamento de couro ecológico na traseira característico dos produtos top de linha da marca. Apesar de ser considerado leve para o seu tamanho (753 g), pode parecer um pouco pesado para quem está acostumado com tablets menores, principalmente na hora de usá-lo no colo.
No Brasil, o Samsung Galaxy Note Pro é vendido por R$ 2.899, a versão 4G com 32 GB de espaço de armazenamento. Um preço bastante pesado, mas o que a fabricante visa é um público heavy user e ligado em tecnologia, que pode utilizar o aparelho até como um substituto do computador, já que une recursos de trabalho e entretenimento. Para quem não precisa de uma tela tão grande, vale recorrer ao irmão menor do Note Pro, o Galaxy Note com tela de 10.1 polegadas. Ele tem especificações muito similares e a versão 4G oferece uma economia de R$ 600 (custa R$ 2.299).
Foto: Divulgação
O presidente russo Vladimir Putin está em alta e os fãs agora podem expressar sua admiração com um celular que tem o rosto do líder gravado.
O iPhone 5S modificado pela Perla Penna tem a parte traseira em ouro e exige bastante "patriotismo", já que custa 147 mil rublos (cerca de R$ 9,55 mil).
A empresa deu um nome sugestivo ao produto (“Caviar Supremo Putin”) e diz que esta é a melhor forma de mostrar o seu amor pela pátria. Logo abaixo do rosto de Putin, o escudo de armas da Rússia também foi desenhado a mão.
A Perla Penna é especializada em modificar aparelhos topo de linha, transformando o smartphone em uma joia, com diamantes e couro de jacaré. Outras personalidades já foram homenageadas, entre elas o boxeador Muhammad Ali.
Foto: Facebook / Reprodução
A Sony Xperia Z2 Tablet da Sony se colocou como um real competidor dos produtos Samsung Galaxy Tab e Apple iPad. Com sistema Android 4.4 Kit Kat e tela de 10.1 polegadas, o gadget é leve e uma ótima alternativa para quem procura um produto para usar conteúdo multimedia.
Ele também é uma boa opção para quem gosta de jogar em tablet. O hardware com processador quad-core 2.3 gigahertz (GHz), três gigabytes (GB) de RAM e 16 GB de espaço em disco, dá ao usuário a possibilidade de rodar jogos e filmes por um longo período (reforçado com uma bateria de 6.000 mAh) e sem travamento.
O Xperia Z2 Tablet tem como ponto alto não ter aquecimento, como acontece com alguns celulares da Sony.
O design do aparelho é uma versão melhorada do smartphone Xperia Z2. Contudo, na dimensão de 10.1 polegadas, ele é elegante e lembra muito um porta-retrato digital, em especial por ser fino e mais leve.
O fato de ser mais leve e fino, ainda melhora outra funcionalidade do tablet, a TV digital. O aparelho consegue atingir alta resolução (1920 x 1200 pixels).
Ainda assim, não se compara com a alta resolução do iPad Air com tela de retina (2048 x 1536 pixels).
Assim como o smartphone de homônimo, o Xperia Z2 é à prova d’água e de poeira. A câmera traseira decepciona um pouco, com apenas 8.1 megapixels. Já a câmera frontal de 2.2 megapixels é ótima para fazer videochamadas via Skype ou Google Hangout.
A tela principal possui a funcionalidade “Whats New” que contém jogos, vídeos e músicas com relações direta com a Sony, como clipes, trailers de filmes e músicas de artistas. Ele também inclui o já conhecido "Walkman" para tocar músicas, além de aplicações para câmera e apps do Google (Gmail, Google Play, Google Chrome e Maps).
Análise Final
O tablet da Sony é uma boa opção para quem procura um aparelho com Android e TV Digital. A sensação de ter uma pequena TV nas mãos, com uma tela relativamente boa, torna este aparelho uma ótima opção para qualquer usuário.
Ainda assim, a câmera traseira tem uma resolução decepcionante e as entradas para inserir o cabo USB ou discos SD são irritantes.
Por outro lado, o desempenho do hardware ao rodar aplicações pesadas, coloca o Xperia Z2 Tablet no mesmo patamar do iPad Air e do Samsung Galaxy Pro, sendo um dos gadgets que mais aproveitam todo o potencial do Android.
Até o fim dos testes, a Sony ainda não divulgou o preço do produto.








