Além do Samsung Galaxy S5, a fabricante sul-coreana apresentou nesta quarta-feira no Brasil seus dois novos smart watches. Os relógios inteligentes chegam ao País junto com o smartphone no dia 12 de abril. O Gear 2 vai custar R$ 1.299 e o Gear Fit, R$ 899.
Os gadgets são dispositivos complementares ao celular e sincronizam apenas com a linha Galaxy da marca, que possui 17 modelos atualmente, mas mais aparelhos da série serão compatíveis com os relógios no futuro.
Ambos smart watches são focados em aplicativos de fitness, com leitor de batimentos cardíacos, pedômetro e monitor da evolução de exercícios. O Gear 2 tem câmera de 2 MP, reprodutor de músicas, e mostra notificações instantâneas de ligações, mensagens e alarmes.
O Gear Fit possui os mesmo recursos, mas não tem câmera e a sua tela é curva e menor do que a do outro modelo. Ela mede 4,32 cm x 1,28 cm, contra 3,2 cm x 3,2 cm do Gear 2. As pulseiras dos relógios vão poder ser trocadas, de acordo com o gosto dos usuários. Ambos também vêm com o sistema operacional Tizen, da própria Samsung.
Após um longo período de espera, o novo Mac Pro finalmente começou a ser vendido. Ele promete ser sua estação de trabalho definitiva e, é claro, vai custar muito dinheiro para isso.
Ele já pode ser comprado pela Apple Store. O modelo mais barato já é bem salgado (a partir de R$ 12.999), mas conforme você melhora alguns dos componentes, as coisas vão ficando bastante assustadoras.
Até que chegamos ao novo Mac Pro na melhor configuração possível. Estamos falando de:
Processador Intel Xeon E5 2.7 GHz com 12 núcleos e 30MB de cache L3 64GB (4x16GB) de ECC RAM DDR3 1866MHz Armazenamento flash PCI-e 1TB Duas GPUs AMD FirePro D700 com 6GB de VRAM GDDR5 Tela Apple Thunderbolt de 27 polegadas
Essa brincadeira sai por R$ 47.698. Quase cinquenta mil reais por um computador. E isso sem incluir outros acessórios (teclado e mouse) e softwares (Final Cut Pro X e mais).
Nós sabemos que produtos da Apple costumam ser caros, e ninguém esperava um Mac Pro acessível – mesmo nos EUA ele custa a partir de US$ 3.000. Mas é impressionante como esses valores sempre conseguem, de alguma forma, nos impressionar. Quase 50 mil reais!
O aplicativo Jetpac City Guides contou os sorrisos de mais de 150 milhões de fotos no Instagram e classificou o Brasil como o país mais feliz do mundo. A empresa baseou seus cálculos no número de pixels dos sorrisos das pessoas nas fotos.
Do total de cem pontos, o Brasil ficou com 60,8, ultrapassando os outros 123 países analisados. O app separou as fotos brasileiras em diversas categorias para saber onde os usuários sorriem mais. A categoria com mais fotos felizes foi a de bares e baladas, seguida da de música e restaurantes - veja a pontuação na tabela abaixo.
Em segundo lugar na classificação dos países, ficou a Nicarágua, com 59,4 pontos, seguida da Colômbia, com 49,8. O Japão ficou em último lugar, somando 4,1 pontos.
No geral, a América Latina foi a região com os países mais felizes. No topo da lista, também entraram Bolívia, Costa Rica, Venezuela e México. Os Estados Unidos e a Austrália ficaram em posições medianas, com 29,7 e 30 pontos, respectivamente. Nas últimas posições, figuram lugares como Arábia Saudita, Cidade do Vaticano e Coreia do Sul.
O Razer Blade de 2013 era fantástico: um laptop competente com Windows, ótimas especificações e um design premium. Agora ele está de volta mais uma vez – e ficou ainda melhor.
Tudo que nós amamos sobre o Blade no passado ainda está aqui: um teclado sensacional, um corpo bonito e firme, e chip gráfico dedicado para jogos. Mas o destaque desta vez é a tela: uma belíssima touchscreen IPS de 3200×1600 pixels presente no modelo de 14 polegadas.
Ao contrário do Razer Blade 2013, cuja tela era mais ou menos, o modelo deste ano tem o display como principal destaque. Ele conta com tecnologia IGZO, da Sharp, para colocar 262 pixels por polegada em um painel extremamente fino. E é uma tela sensível ao toque, porque é 2014 e esta é uma máquina com Windows 8.
No interior, temos o novo chip gráfico GTX 870M, ainda baseado na arquitetura Kepler – porém quase o melhor modelo que a Nvidia pode oferecer para laptops (há apenas o 880M acima dele). Assim, o Blade é capaz de rodar até jogos exigentes em qualidade alta (até mesmo máxima) e na alta resolução que a tela oferece. Vimos Sleeping Dogs rodando nele, com as configurações no máximo, sem quaisquer problemas.
Mas não é só o chip gráfico fazendo o trabalho. Temos um processador Intel Haswell Core i7, 8GB de RAM DDR3L e um SSD de 128 GB. Mas o Blade 2014 ganhou uns 200g e um milímetro de espessura para conter tudo isso dentro dele – por mim, tudo bem. São 17,9 mm de espessura e 2,03 kg. A empresa não menciona a duração de bateria.
O Blade Pro, irmão grandão de 17 polegadas, também recebeu uma atualização: chip gráfico Nvidia GTX 860M, 16GB de RAM, processador Core i7 de 4ª geração e Windows 8. A tela, no entanto, mantém a resolução Full HD do modelo anterior. São 22,4mm de espessura e 2,97 kg.
O Blade Pro já está disponível a partir de US$ 2.300, e o Blade de 14 polegadas está disponível para pré-venda com o alto preço de US$ 2.200. Teremos mais detalhes em breve, mas por enquanto, estamos animados: um dos melhores laptops ficou ainda melhor.
Para o Mobile World Congress deste ano, a Huawei apresentou uma versão mais acessível do smartphone Ascend P6, lançado no ano passado, e dois novos tablets da linha MediaPad.
Ascend G6
O novo smartphone da Huawei é o Ascend G6, e ele lembra bastante o P6 do ano passado. Ele não é tão fino quanto seu irmão mais potente – em vez de 6,1mm de espessura, o G6 tem 7,9mm. Nada que torne o dispositivo gordo, mas é uma diferença considerável. Segundo a Huawei, ele precisou ganhar um pouco de corpo para oferecer 4G – ele também será vendido em uma versão apenas com 3G.
O Ascend G6 tem tela de 4,5 polegadas com resolução 960×540 pixels. Por dentro, um processador quad-core de 1,2 GHz, e o aparelho ainda conta com câmera de 8 megapixels traseira e uma de 5mp frontal, além de bateria de 2.000 mAh. Ele roda o Android 4.3 com algumas modificações da Huawei – uma interface de usuário bem simples que, segundo a empresa, ajuda quem não está acostumado a usar smartphones a se adaptarem ao Android. A tela inicial lembra bastante a interface Metro do Windows 8, com blocos divididos em duas colunas.
MediaPad X1 e M1
A chinesa também apresentou dois tablets, e eles surpreendem pelo tamanho. O MediaPad X1 tem tela de 7 polegadas, enquanto o M1 tem 8 polegadas.
O X1, da foto acima, poderia muito bem se passar por um phablet. Ele tem cara de smartphone – o speaker acima da tela, na posição em que estaria a sua orelha caso você posiciona-se o próximo à cabeça. Ele faz ligações telefônicas – então sim, você pode usá-lo como telefone, se quiser.
A quase inexistência de uma moldura faz com que ele seja extremamente compacto, e ele é bem fino (7,18mm de espessura). De acordo com a Wired UK, é até mais confortável de ser segurado com uma mão do que um iPad Mini.
O M1 é um pouco maior, mas ainda tem especificações surpreendentes. Ele conta com câmera traseira de 13 megapixels e a frontal de 5 megapixels, e ainda conta com conexão 4G. Por dentro, um processador quad-core de 1,6GHz (o mesmo encontrado no X1) e uma bateria de 5.000mAh (o X1 tem 4.800 mAh).
Os dispositivos serão lançados ao longo do ano. O MediaPad M1 está previsto para o primeiro trimestre na América Latina, enquanto o MediaPad X1 deve chegar no segundo semestre do ano. O Ascend P6 está previsto para ser lançado no primeiro trimestre em sua versão 3G, e a partir de abril no modelo 4G. A empresa não comentou preço para nenhum dos dispositivos.








