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Microsoft mira desenvolvedores de videogames, desafiando o domínio na nuvem da Amazon

A Microsoft informou na quinta-feira que está combinando elementos da divisão de videogames e da unidade de computação em nuvem Azure com foco nos desenvolvedores de jogos, que também estão sendo cortejados pelos serviços em nuvem da líder da indústria, Amazon.

A Microsoft informou que começará a lançar o "Microsoft Game Stack", um grupo de serviços que permite aos desenvolvedores de jogos fazer coisas como hospedar jogos com múltiplos jogadores e combinar jogadores de níveis de habilidade similares.

Os serviços são projetados para funcionar com títulos jogados em qualquer dispositivo - incluindo aqueles com sistemas operacionais de concorrentes da Microsoft, como Apple e Google.

A Microsoft concorre com a divisão de serviços para web da Amazon para vender esses serviços em nuvem. Mas está no negócio de videogames com seu dispositivo Xbox desde 2001 e tem 64 milhões de usuários para seu serviço de jogos online Xbox Live.

A empresa também possui títulos como "Halo", a franquia de ação de ficção científica para Xbox e Windows, além do "Minecraft", um jogo popular em dispositivos móveis com sistemas operacionais da Apple e Google.

Em "qualquer dispositivo que você venha adquirir hoje, os jogos são quase certamente um dos principais negócios de engajamento e monetização nesse dispositivo", disse Phil Spencer, vice-presidente de jogos da Microsoft, à Reuters.

"Conforme olhávamos para nosso lugar no negócio de jogos e nosso lugar em coisas como o Azure e os outros serviços que a Microsoft oferece víamos cada vez mais sinergia."

A Microsoft enfrenta a concorrência no mercado de jogos da Amazon, que adquiriu o serviço de vídeo para jogos Twitch para permitir que os jogadores assistam uns aos outros jogando e a GameSparks, que fornece serviços de back-end para os criadores de jogos.

Um exemplo em que a Microsoft espera que a própria experiência de jogo valerá a pena é igualar jogadores de igual habilidade online, disse Mark Russinovich, chefe técnico da Azure. O serviço exige uma tecnologia chamada aprendizado de máquina, que a Microsoft refinou através do serviço Xbox Live ao longo dos anos, disse ele.

(Fonte: Stephen Nellis) - 19/03/2019
O rock morreu no MySpace: site deletou 50 milhões de músicas do seu acervo

Popular entre músicas e artistas independentes na década passada, site apagou todo o acervo entre 2003 e 2015 o MySpace, principal rede social dos EUA até ser destronado pelo Facebook em 2009, confirmou que perdeu todas as músicas postadas na plataforma entre 2003 e 2015 - o número estimado de canções deletadas é de 50 milhões. Isso encerra uma era no mundo tecnológico e na música independente, pois boa parte da popularidade do site foi construída pela presença de bandas e artistas do underground. A cantora Mallu Magalhães, por exemplo, foi descoberta após postar suas canções no MySpace.



MySpace apagou todo o seu acervo carregado entre 2003 e 2015
Foto: Reprodução/MySpace / Estadão

Em um comunicado, a rede social confirmou a suspeita que já se espalhava por quem ainda tentava acessar as músicas."Como resultado de um projeto de migração de servidores, quaisquer fotos, vídeos e arquivos de áudio carregados no site há mais de três anos não estão mais disponíveis no MySpace. Pedimos desculpas pela inconveniência e sugerimos que você mantenha cópias de seus arquivos".


Usuários do Reddit discutiam a falha nos arquivos há um ano e neste domingo, 17, o assunto voltou a surgir depois que Andy Baio, ex-diretor de tecnologia do Kickstarter, tuítou sobre o tema. O surgimento da informação fez alguns usuários questionarem se o descarte do acervo teria sido proposital ou não. O MySpace não respondeu a esse questionamento.

Teriam sido afetados 14 milhões de artistas. Não que esses perfis estivessem ativos, a maioria, na verdade, é de bandas e artistas independentes que já não existem mais. A perda, porém, significa que boa parte da memória musical da década de 2000, quando a música alternativa ocupou lugar de destaque no gosto das pessoas, foi perdida.

O MySpace foi comprado em 2005 pela NewsCorp por US$ 580 milhões e vendido seis anos depois por apenas US$ 35 milhões para a Specific Media.


(Fonte: Bruno Romani Estadão) - 18/03/2019
Plataforma de ensino LinkedIn Learning chega ao Brasil com 82 cursos

Recurso está disponível para usuários Premium da rede social profssional. Até o próximo ano, serão 200 cursos on-line no
serviço.
Com 82 cursos em Português, e o objetivo de contribuir com a educação continuada de profissionais, acaba de chegar ao Brasil o LinkedIn Learning, fruto da união das expertises da própria rede social profissional com as da plataforma decursos online Lynda.com. Até o próximo ano, a plataforma deve alcançar o número de 200 cursos, incluindo títulos gravados por instrutores brasileiros nas áreas de desenvolvimento profissional, liderança e gestão, softwares de negócios, gerenciamento de projetos e operações.

Os cursos disponíveis hoje são de curta duração, com média de 40 minutos e destes, 66 são voltados para habilidades
comportamentais (as chamadas soft skills). “Temos notado uma procura cada vez maior das empresas por diferenciais
comportamentais nos candidatos, indo além das habilidades técnicas. Pensando nisso, neste primeiro momento, mais de 80% dos cursos disponíveis são de temas como criar resiliência, ser um bom mentor e como falar em público”, explica Milton Beck, diretor geral do LinkedIn para a América Latina.

O usuário pode aproveitar ferramentas como o download offline de um curso, fazer exercícios, recomendar treinamentos para
amigos e ver títulos que estão em alta na sua indústria de atuação. Ao final do curso, também é possível adicionar um
certificado de conclusão no perfil do LinkedIn.

A plataforma oferece não só cursos para o usuário final, mas também para empresas interessadas em disponibilizar algum
treinamento interno para seus funcionários. A opção é 100% customizável e fica disponível apenas para os colaboradores da
companhia.

Além do Brasil, o LinkedIn Learning já está disponível em cinco outros idiomas e tem mais de 15 mil cursos globais
disponíveis. Para ter acesso à plataforma, é preciso assinar o serviço LinkedIn Premium. Os interessados podem escolher entre a melhor opção de plano acessando clicando aqui.

(Fonte: Da Redação) - 18/03/2019
BRASIL PERDE MAIS DE 2,5 MILHÕES DE LINHAS FIXAS EM 12 MESES

Só entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019, foram extintos mais de 547 mil contratos, a maioria das perdas é contabilizada pelas concessionárias

O Brasil perdeu mais de 547 mil linhas fixas entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019, confirmando o pouco interesse dos brasileiros por este serviço. No ano, a redução de acessos superou a casa dos 2,5 milhões. No primeiro mês do ano, o número total de linhas ativas era de 37,7 milhões.

As concessionárias ainda lideram no mercado, com 21,3 milhões de linhas, mas a diferença diminuiu. As autorizadas somavam 16,3 milhões. Em 12 meses, as concessionárias perderam 8,47% de contratos (1,9 milhão), enquanto as autorizadas ficaram com 1,54% a menos de clientes (335 mil).

Em janeiro de 2019, entre as autorizadas, a Claro registrou a maior participação de mercado, com 10,2 milhões de linhas fixas no país (62,41%), seguida pela Vivo, com 4,3 milhões (26,32%), e TIM, com 897,8 mil linhas (5,48%).

Em relação às concessionárias, a Oi possui o maior volume de linhas fixas, 11,9 milhões de linhas (56,04%), seguida pela Vivo, 8,5 milhões de linhas (39,83%). Os números foram divulgados nesta sexta-feira (8) pela Anatel.

(Fonte: Da Redação) - 11/03/2019
SENADORA DOS EUA PROPÕE LEI PARA FATIAR GIGANTES DA INTERNET

Elizabeth Warren, candidata democrata às eleições de 2020, quer que empresas “utilitárias de tecnologia” com mais de US$ 25 bilhões escolham entre o mercado online, de troca ou de conexão de terceiros.

A senadora norte-americana Elizabeth Warren, candidata democrata à presidência em 2020, apresentou uma proposta para fatiar os gigantes da tecnologia como Amazon (AMZN -2%), Facebook (FB -1%) e Google (GOOGL -0,9%) como parte de “grandes mudanças estruturais no setor de tecnologia para promover mais concorrência ”.

Warren quer que a legislação designe certas empresas de OTT (Over The Top) como “utilitários de plataforma”, que seriam definidos pela receita anual global de US $ 25 bilhões e “oferecer ao público um mercado online, de troca ou uma plataforma para conectar terceiros”.

Os utilitários da plataforma seriam proibidos ser o dono da plataforma e não poderiam transferir dados para terceiros. Reguladores e partes privadas poderiam processar as empresas por violações às novas regras sugeridas.

Exemplos fornecidos pela senador incluem o Amazon Marketplace e sua marca interna AmazonBasics e o setor de buscas do Google ou a Apple, que teria que escolher entre administrar a App Store ou criar aplicativos. (com agências internacionais)

(Fonte: Da Redação) - 11/03/2019
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Sobre o Portal no Brás

O Portal no Brás foi lançado em 01 de dezembro de 2016, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região NO BAIRRO DO BRÁS no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.