Grupo RL

Notícias na Brás

Listando: 341 à 345 de 1225
Banco Original lança funcionalidade de pagamento por QR Code

Clientes poderão realizar transações por meio da tecnologia nos terminais Cielo diretamente pelo smartphone

O Banco Original liberou para seus clientes o serviço de pagamento com cartão de crédito por meio da tecnologia QR Code. Com a nova funcionalidade é possível realizar pagamentos direto pelo celular, sem tirar o cartão de crédito da carteira. A solução permite que o pagamento com celular por meio da leitura de QR Code seja feito por meio de uma transação autenticada.

Para utilizar, basta acessar sua conta e habilitar a funcionalidade no aplicativo. Quando for efetuar um pagamento em estabelecimentos com terminais Cielo, informar que a transação será feita por QR Code. O terminal irá gerar um código, com o qual o usuário realiza a leitura por meio do aplicativo do Banco Original, com a câmera do smartphone, e o pagamento do serviço ou produto será debitado diretamente do cartão.

"O uso de smartphones já faz parte de nossa rotina e com o pagamento por meio da tecnologia do QR Code permite que os nossos clientes façam suas compras sem precisar estar com o cartão de crédito em mãos. Com isso, buscamos melhorar cada vez mais a agilidade e a experiência do cliente em tarefas do cotidiano", ressalta Guilherme Oliveira, Superintendente de Produtos do Original.Isso significa que ela é confirmada pelo próprio usuário, por meio de biometria ou com a inserção da senha.

Nesse primeiro momento, a funcionalidade está disponível apenas para compras realizadas na função Crédito, informou o Banco Original. A expectativa é que em breve a opção débito também esteja disponível.

(Fonte: @idgnow Da Redação) - 22/10/2018
Amazon planeja abrir 3 mil lojas sem caixas até 2021, segundo Bloomberg

Recentemente, a gigante inaugurou a quarta unidade da Amazon Go, em Chicago. Empresa comprou rede de mercados Whole Foods em 2017 por US$13,7 bilhões.

A Amazon planeja abrir cerca de 3 mil unidades das suas lojas sem operadoras humanos nos caixas nos próximos anos, de acordo com uma reportagem da Bloomberg.

Segundo o site especializado, que cita pessoas próximas do assunto como fontes, essas milhares de unidades da Amazon Go seriam inauguradas até 2021. Procurado pela Bloomberg, o porta-voz da Amazon nos EUA não quis se pronunciar sobre o assunto.

Caso se concretize, esse seria mais um movimento agressivo da companhia de Jeff Bezos no varejo físico. Vale lembrar que no ano passado a gigante concluiu a compra da rede norte-americana de supermercados Whole Foods por 13,7 bilhões de dólares.

Expansão

Depois de abrir em Seattle três unidades de sua loja sem operadores humanos nos caixas, a Amazon Go, a companhia inaugurou nesta semana outra loja em Chicago. A companhia ainda planeja abrir unidades em Nova York e em São Francisco.

Amazon Go

A primeira loja Go foi inaugurada oficialmente em janeiro deste ano em Seattle, terra natal da Amazon. O estabelecimento oferece uma experiência diferenciada aos clientes, uma vez que não conta com os tradicionais caixas e atendentes.

Com a ajuda de um aplicativo móvel, que precisa ser escaneado na entrada, os consumidores podem simplesmente escolher os produtos que quiserem, sendo que o valor da compra é debitado depois no cartão cadastrado no app.

Isso é possível porque a loja da Amazon é monitorada por sensores e câmeras, que registram os produtos retirados das prateleiras (e devolvidos) pelos clientes – veja um vídeo abaixo sobre o funcionamento da Go.



(Fonte: Da Redação) - 22/10/2018
TSE faz alterações no site para impedir ataques cibernéticos

Ação integra um conjunto de iniciativas adotadas pelo tribunal para aumentar a segurança dos sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral

Na tentativa de evitar ataques cibernéticos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai fazer mudanças no site institucional na internet que se iniciaram nessa sexta (5) e vão até às 8 horas de segunda-feira (8/10). Oficialmente, a informação é que as alterações são preventivas em meio ao crescimento de demandas de acesso às vésperas das eleições.

A ação integra um conjunto de iniciativas adotadas pelo tribunal para aumentar a segurança dos sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral – em especial, os de totalização dos votos e divulgação de resultados.

O coordenador de Infraestrutura da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE, Cristiano Andrade, disse que a medida tem caráter preventivo. “Historicamente, as tentativas de invasão à rede de computadores da Justiça Eleitoral crescem à medida que se aproxima o dia do primeiro e segundo turnos das eleições.”

De acordo com Cristiano Andrade, no fim de semana do primeiro turno das eleições gerais de 2014, o TSE recebeu 200 mil ataques de negação de serviço (DDoS) por segundo.

Houve também registros de ações de exploração de vulnerabilidades como defacement (pichação de sites), proliferação de cavalos de Troia (programas que abrem portas no sistema para conexões externas indevidas), phishing (captura de dados e senhas) e SQL injection (inserção de comandos em bancos de dados por meio da internet).

Com a configuração a ser adotada a partir desta sexta-feira, os sites do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) vão operar apenas com as aplicações de maior relevância para o usuário, como consultas aos locais de votação, situação eleitoral, candidaturas e justificativa eleitoral.

Serviços de e-mail estarão indisponíveis. Mensagens enviadas ao TSE ficarão retidas em ambiente seguro e só serão liberadas após a normalização do ambiente de segurança.

(Fonte: Agência Brasil) - 08/10/2018
O que ainda esperar dos Bitcoins

Dez anos após sua criação, moeda virtual tem várias falhas, mas tecnologia por trás das criptomoedas tem virado aposta para revolucionar negócios

Joseph Kennedy, pai de John F. Kennedy, teria dito que, quando se começa a receber dicas de investimento do engraxate, é hora de começar a vender as ações. Isso foi no fim dos anos 1920. Um investidor em moedas digitais lembrou-se da história ao ver um anúncio no metrô de Londres que sugeria a aposentados que investissem em Bitcoins. "Seja como a Brenda", dizia a peça, mostrando uma senhorinha de cabelos brancos que afirmava ter comprado Bitcoins em menos de dez minutos.

As moedas digitais estão por toda parte. Segundo uma pesquisa, 5% dos americanos têm algum tipo de moeda digital - nada mau para um produto financeiro que tem apenas dez anos. O Bitcoin é a mais conhecida delas; em 2017, uma estonteante alta em seu preço - de US$ 3 mil em setembro para quase US$ 19 mil em dezembro - tornou-se manchete em todo mundo.

O Bitcoin foi inventado em 2008 por um criptógrafo conhecido como Satoshi Nakamoto. Insatisfeito com o sistema financeiro convencional, ele quis criar um tipo de dinheiro que não dependesse de um operador central e estivesse livre do controle direto de governos ou bancos centrais. A ideia decolou. Hoje, qualquer um que queira investir em criptomoedas pode escolher entre Bitcoin, Ether, Litecoin e milhares de outras. Muitos dos que compraram no começo tiveram ganhos astronômicos, pelo menos no papel. Em 2010, um Bitcoin valia US$ 6. E mesmo no preço atual, de US$ 6.470, ele ainda

oferece aos primeiros investidores um belo lucro.

As criptomoedas possibilitaram outro tipo de financiamento, as chamadas ofertas iniciais de moeda (ICO, em inglês), usadas principalmente por startups. Segundo estimativa, da Coinschedule, empresa que acompanha a evolução dessas moedas, de janeiro até agosto, 706 ICOs levantaram quase US$ 18 bilhões com investidores institucionais e privados. Em 2017, foram levantados US$ 3,7 bilhões em 221 ICOs.

Muitas startups esperam se beneficiar com o blockchain - tecnologia que está por trás das criptomoedas. Em essência, blockchain é um banco de dados projetado para ser compartilhado com muitos usuários, para ser imutável e trabalhar sem supervisão de autoridades centrais. Essas características tornam a tecnologia apropriada para uma enorme variedade de novas aplicações em negócios.

Segundo a consultoria industrial Crunchbase, nos cinco primeiros meses do ano, mais de US$ 1,3 bilhão em investimentos de risco foi para startups de blockchain. Empresas de tecnologia como IBM, Oracle e Amazon estão dando a seus clientes a chance de experimentar o blockchain. A consultoria KPMG oferece aos clientes um serviço de aconselhamento sobre a tecnologia, assim como faz a maioria de seus concorrentes. A Diar, consultoria especializada em criptomoedas, lista dezenas de pedidos de patente relacionados blockchain, feitos por companhias como o Bank of America, a Intel e a BritishTelecom.

Apesar de uma década de desenvolvimento, o Bitcoin falhou no objetivo declarado: tornar-se uma moeda utilizável. A segurança é falha - estimativas apontam que, em torno de 14% das criptomoedas estão comprometidas; sua natureza descentralizada inevitavelmente o torna lento; não há proteção para o consumidor; e o preço é tão volátil que poucas pessoas aceitam usá-lo em troca por bens e serviços. As outras moedas digitais têm problemas semelhantes.

Ao mesmo tempo, a aversão das criptomoedas por regulamentações torna as moedas atraentes para muitas pessoas. Algumas moedas virtuais tornaram-se esquemas de pirâmide e operadores usaram ICOs para enganar investidores. Autoridades americanas estão investigando denúncias de ampla manipulação de preços. Redes sociais baniram anúncios de ICOs por preocupações com fraude. É por isso que qualquer

um que pense em investir em tais instrumentos deve antes fazer muita lição de casa.

Outra desvantagem é que é necessário o consumo de muita energia elétrica nas transações. Para se ter uma ideia, um banco de dados pode exigir eletricidade próxima ao consumo de países inteiros.

As potenciais aplicações subjacentes à tecnologia de blockchain parecem muito mais atraentes, mas seu desenvolvimento tem sido mais lento que esperado e casos de aparente sucesso revelaram-se exagerados. Devido à necessidade de energia elétrica e sua lentidão, o blockchain teve de ser remodelado para uso em negócios, o que pode deixá-lo pouco diferente. A maioria dos projetos de blockchain, todavia, ainda está no estágio exploratório. Tudo isso sugere que, sejam quais forem os benefícios das redes blockchain, eles não virão da noite para o dia.

* TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ

(Fonte: Estadão Conteúdo) - 08/10/2018
Primeiro computador produzido pela Apple é arrematado por US$ 375 mil

Modelo era um dos 175 vendidos por Steve Jobs e Steve Wozniak e produzidos em uma garagem no Vale do Silício entre 1976 e 1977

Um Apple-1, modelo do primeiro computador produzido pela agora empresa líder em tecnologia, foi arrematado por US$ 375 mil em um leilão realizado nesta semana pela Casa RR Auction de Boston, nos Estados Unidos.

O computador era um dos 175 modelos vendidos por Steve Jobs e Steve Wozniak e produzidos em uma garagem no Vale do Silício durante os primeiros anos da Apple, entre 1976 e 1977.

O modelo originalmente custava US$ 666,66 na loja de informática Byte Shop em Mountain View, Califórnia, na década de 1970.

Jobs e Wozniak desenharam inicialmente o Apple-1 como uma placa de circuito para ser vendida como um kit, mas a Byte Shop, de Paul Terrell, encomendou 50 unidades já concluídas.

Reveja: por que a Apple é tão valiosa?

MM_AG_PT_ASSET_632488

Segundo a RR, o computador arrematado esta semana foi restaurado em junho e incluía a placa original do Apple-1, uma interface de cassete, teclado e outros componentes. O preço de venda ficou longe do recorde para um Apple-1, que é de US$ 905 mil em 2014.

(Fonte: Estadão Conteúdo) - 01/10/2018
Listando: 345 de 1225

Anuncie

Sobre o Portal no Brás

O Portal no Brás foi lançado em 01 de dezembro de 2016, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região NO BAIRRO DO BRÁS no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.