Com a novidade o URL do próprio buscador é removida da interface da barra de endereços do Chrome
O Google está testando uma forma de deixar o termo buscado na barra de endereços por lá mesmo, no lugar de trocar a exibição pelo endereço web da página do próprio buscador. A mudança foi encontrada na versão 71 do navegador, duas acima da atual que está disponível para todos os usuários.
Hoje funciona assim: quando você busca alguma coisa na barra de endereços no Chrome, a visualização é automaticamente trocada pelo endereço em forma de URL do Google, que carrega a página no browser. O novo formato manterá o termo buscado visível, sem trocar nada. A única vírgula neste teste é que ele, ao menos por enquanto, não muda nada quando você seleciona o termo e copia para colar em algum lugar – neste momento, o que será colado não será o termo, mas sim o URL que está escondido.
O novo formato de exibir o termo está em testes para a versão 71 do navegador e que ainda está em fase beta, enquanto que a o Chrome mais recente e estável para o público ainda é o Chrome 69. Se você quiser testar a novidade, precisa ter o Chrome Canary instalado e colar a seguinte frase na barra de endereços, sem as aspas: “chrome://flags/#enable-query-in-omnibox”.
Dentro da tela, basta trocar a caixa de seleção do “Query in Omnibox” de “Default” para “Enabled”.
Mastertech listou as carreiras que se destacam em um cenário de tecnologias emergentes e aparecem como ótimas alternativas para aqueles que querem mudar de emprego
Com as chamadas tecnologias emergentes, novas plataformas e o potencial criativo atual, existem cada vez mais razões para investir nas habilidades do século 21 para construir sua carreira.
A Mastertech, startup que desenvolve talentos para tais habilidades, resumiu na lista abaixo as três carreiras que estão se destacando nesse cenário e aparecendo como ótimas alternativas para pessoas que querem mudar de emprego ou que estão dando seus primeiros passos no universo profissional.
1. Desenvolvimento de software
Graças a um crescimento acelerado das novas tecnologias e a necessidade pulsante de profissionais que saibam desenvolver para elas, saber programar está entre uma das habilidades mais procuradas hoje em dia por empresas em todo o mundo. A demanda por esse especialista se destaca com 48% das vagas destinadas a desenvolvimento web, seguidas por desenvolvedores front-end (32%) e back-end (16%).
E a melhor notícia é que uma boa parte dos profissionais que estão se jogando nessa carreira não possuem uma formação de quatro anos. A partir de formas alternativas de educação, como cursos técnicos, bootcamps e treinamentos já é possível começar a desenvolver suas habilidades para criar seu portfólio.
2. UX Design
Organizar e programar dados não é só papel de programadores. Uma vez que as informações estão reunidas, é preciso apresentá-las para o público em plataformas úteis e acessíveis. Esse é o papel do UX design, que traz a experiência do usuário para o centro da visão e utiliza um olhar crítico fundamentado em dados para fortalecer o relacionamento com marcas, produtos ou serviços.
Com uma faixa salarial bastante satisfatória (de R$4.000 a R$7.000 popularmente) e a procura de profissionais multiplicando nos últimos anos, essa carreira é uma das que mais se mostra como promissora até um futuro não tão próximo. O conjunto de habilidades que um UX designer requer para começar na profissão pode envolver desde noções básicas de design como hierarquia, proporção, cor, tipografia, até a programação.
3. Gestão de produtos
Para fechar o grupo das carreiras mais promissoras, o gestor de produtos é outro profissional em grande busca no mercado exatamente por sua função essencial de gerar melhores produtos e serviços para as empresas. Junto com a gestão de projetos, essa profissão trabalha de forma interdisciplinar, recolhendo informações de membros da equipe (como UX designers e programadores) para integrar ao que será oferecido para o cliente.
Os setores mais promissores para essa carreira atualmente são: energia, saúde, TI, construção e finanças. Expandir mercados de trabalho, aumentar salários e desenvolver indústrias não é tarefa fácil, mas será recompensadora nessa carreira. A média salarial gira em torno de R$7.000 no Brasil.

Segundo executivo do órgão, o objetivo que é o conteúdo seja disponibilizado antes da próxima eleição.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta semana que pretende divulgar o código-fonte do sistema das urnas eletrônicas usadas no Brasil. A informação foi revelada pelo chefe da seção de
voto informatizado do órgão, Rodrigo Coimbra, em entrevista para a Folha de S.Paulo.
Segundo ele, ainda não é possível determinar exatamente quando o conteúdo será disponibilizado, mas a ideia é que isso aconteça antes da próxima eleição. “A gente está na fase inicial de analisar a viabilidade. Estamos trabalhando para permitir isso [a abertura do código na internet]”, afirmou ao jornal. Enquanto isso, o TSE analisa possíveis legais que podem envolver a publicação do código-fonte na Internet, de acordo com a reportagem.
Como aponta a reportagem da Folha, o código divulgado não funcionaria fora da urna eletrônica, sendo que a sua divulgação on-line teria o objetivo de permitir a inspeção do sistema.
A divulgação da iniciativa do TSE acontece pouco após o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) questionar a segurança das urnas eletrônicas usadas nas Eleições 2018. Em resposta ao presidenciável, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tofolli,
afirmou que as urnas são totalmente confiáveis.
Além disso, recentemente o TSE publicou recentemente uma
nota de esclarecimento para negar rumores que circulavam na web dando conta que os códigos-fonte das urnas teriam sido entregues para empresas estrangeiras.
“A Justiça Eleitoral esclarece que nunca entregou códigos-fonte da urna eletrônica para qualquer empresa privada, seja estrangeira ou nacional. Esse dado pode ser comprovado no Edital nº 106/2017, cujo objeto é a contratação de módulos impressores para a urna eletrônica. Em momento algum do documento, está prevista a entrega dos códigos das urnas, especialmente os módulos criptográficos, que são os responsáveis por garantir a identidade e a segurança do processo eleitoral”, afirma o TSE no comunicado.
Loja oficial da fabricante não exibe mais opção de comprar aparelho lançado em 2017; iPhone 6 e iPhone SE também foram descontinuados
A Apple descontinuou a produção do iPhone X cerca de um ano após o lançamento do smartphone. No Brasil, a loja online da Apple já não exibe mais a opção de comprar o modelo de 2017. Os
três novos iPhones - XS, XS Max e XR - já constam no site e há a informação que chegarão "em breve" por aqui, sem, entretanto, informar seus respectivos valores. Além do modelo que chegou a custar 7 mil reais no Brasil, o iPhone SE e o iPhone 6 também não serão mais vendidos pela Apple no Brasil e em outros mercados como nos Estados Unidos.
A companhia não oficializou uma razão para descontinuar o iPhone X que fez suas concorrentes copiarem o infame entalhe na parte superior da tela. Apesar de rumores sugerirem que o modelo foi um
fracasso de vendas, o resultado financeiro da Apple mostrou, na verdade, que o iPhone X vendeu bem. Segundo o CEO Tim Cook, a venda do smartphone "superou nossas expectativas e tem sido o nosso
campeão de vendas a cada semana desde que começou a ser entregue em novembro", disse o executivo em fevereiro deste ano.
Na loja brasileira, os modelos disponíveis atualmente são os iPhones 7 e 8 e suas respectivas versões Plus. Nos EUA, a Apple reduziu em 100 dólares o valor para cada um. Ainda será possível
encontrar os modelos descontinuados em lojas físicas até as unidades durarem nos estoques.
Levantamento da consultoria também mostra predomínio dos smartphones intermediários e a continuidade da demanda pelos feature phones.
O mercado brasileiro de celulares fechou o primeiro semestre deste ano em queda, com vendas de 24,122 milhões de aparelhos, número 3,7% menor em relação aos 25,048 milhões comercializados no mesmo período do ano passado, segundo dados da IDC Brasil. Conforme levantamento da consultoria, a retração foi menor nos três primeiros meses de 2018 (-1,8%), quando foram vendidos 12,071 milhões de celulares. No período entre abril e junho, essa queda se acentuou, chegando a 5,5%, com os 12,050 milhões de dispositivos comercializados.
Deste total de aparelhos vendidos no segundo trimestre, 11,415 milhões foram smartphones – contra 635 mil features phones. Assim como no primeiro trimestre, os smartphones intermediários, com preços entre 700 reais e 1.100 reais, dominaram o segmento, com 6,1 milhões de unidades vendidas.
A consultoria destaca ainda que o mercado precisou lidar com momentos desfavoráveis no período, como a greve dos caminhoneiros, que impactou o abastecimento de produtos, e a própria Copa do Mundo, que “causou um gap nas vendas do varejo em dias de jogos” – sem contar a crise econômica enfrentada pelo país há anos.
Por outro lado, a receita no setor subiu 5% entre abril e junho deste ano, quando foram registrados 13.950 milhões de reais em vendas. Isso pode ser explicado pela alta de 11% no ticket médio dos smartphones no país, que passou de 1.099 reais para 1.222 reais entre o segundo trimestre de 2017 e 2018.
A expectativa da IDC para o mercado de smartphones é fechar o ano com 46 milhões de aparelhos vendidos, uma queda de 2,9% em relação a 2017, quando foram comercializados 47,7 milhões de aparelhos.
Feature phones
A venda dos celulares mais simples, também conhecidos como feature phones, também teve queda no segundo trimestre, embora ela tenha sido menor do que o esperado pelo mercado.
Entre abril e junho de 2018, foram vendidos 635 mil aparelhos desse tipo, 10,5% a menos do que no mesmo período de 2017. Já o ticket médio dessa categoria teve aumento de 19%, um reflexo do aumento do dólar, conforme a consultoria, passando 117 reais para 139 reais.
Para os próximos meses, a IDC Brasil prevê que as vendas de feature phones continuem em queda, mas em ritmo menor. O ano deve fechar com 2,7 milhões de feature phones vendidos, contra os 3,084 milhões de 2017.








