Taís Araújo , Patrícia Poeta e Paloma Bernardi acertaram em cheio nos looks que exibiram nesta semana no aeroporto. Apostaram no conforto da calça e criaram composições estilosas e repletas de tendências, como monocromia , estilo militar
e destroyed . Truques fashion que alongam a silhueta estão presentes nos três visuais. Para se inspirar! Confira:
Taís Araújo, Patricia Poeta e Paloma Bernardi
Foto: Webert Belicio/AgNews / Elas no Tapete Vermelho
Patricia Poeta
Patricia Poeta
Foto: Webert Belicio/AgNews / Elas no Tapete Vermelho
Patricia Poeta combinou parka verde-militar com blusa branca e calça skinny ferrugem com textura de couro. Os complementos são maxibolsa preta, colares longos e mule branco (calçado que deixa o calcanhar de fora).
#ficaadica1: A parka conta com bolsos grandes e amarração na cintura, e vem em cores como verde-militar e cáqui. É uma peça mais larga e, para equilibrar a silhueta, é interessante compor o visual com parte de baixo mais justa, como
calça skinny, reta ou legging.
#ficaadica2: Colares compridos criam linhas verticais e diagonais no corpo, que ajudam a alongar.
Taís Araújo
Taís Araújo
Foto: Webert Belicio/AgNews / Elas no Tapete Vermelho
Taís Araújo preferiu look azul, composto por calça jeans skinny e blusa com babados e recortes nas mangas compridas. A atriz carregava casaco cinza e maxibolsa tricolor (cinza, caramelo e preta). Nos pés, mocassim preto.
#ficaadica3: Monocromia está em alta e ajuda a alongar, pois não cria interrupção visual.
Paloma Bernardi
Paloma Bernardi
Foto: Webert Belicio/AgNews / Elas no Tapete Vermelho
Paloma Bernardi compôs o look despojado com calça jeans destroyed, cardigã azul alongado e blusa branca. Para completar, itens pretos: maxibolsa, mala e peep toe.
#ficaadica4: O rasgado da calça funciona como ponto de atenção, principalmente se, junto com ele, houver desgastados e desbotados na peça. Sendo assim, quem tem coxas grossas ou quadril largo deve evitar interferências de tamanho
exagerado e concentradas nas regiões de desproporção para não ampliar ou evidenciar o que não deseja.
#ficaadica5: Usar uma terceira peça aberta, como casaco ou cardigã, alonga por conta das linhas verticais que cria.
Cientistas da Universidade do Sul da Califórnia apresentaram, no último final de semana, um projeto bem-sucedido que visa melhorar a memória de pacientes com a ajuda de um implante cerebral.
O estudo contou com a colaboração de 20 voluntários que já participavam de uma pesquisa de monitoramento de epilepsia e que já estavam com os implantes posicionados no cérebro. Eles permitiram que os cientistas explorassem suas funções
cerebrais antes e depois de um estímulo.
No início do estudo, os cientistas usaram o processo de identificação das áreas do cérebro relacionadas à memória para calibrar o sistema. Após ser concluído, foi usado um algoritmo específico que causava a liberação de pequenos choques
elétricos com o intuito de aumentar a atividade cerebral e "economizar" memória.
Os resultados foram bastante positivos. De acordo com os cientistas, a taxa de sucesso na realização de testes de memória aumentou em 30% em comparação com as tentativas anteriores feitas sem a ajuda do implante.
Apesar de ser uma porcentagem pequena de progresso, o projeto dá um pontapé inicial em tratamentos, além de oferecer um monitoramento mais preciso das funções cerebrais.
Implante cerebral
Foto: Search Engine Land / Canaltech
Em mais uma tentativa de expandir alguns de seus serviços para fora de si mesmo, o Facebook relançou seu aplicativo de eventos com um novo nome e novas funcionalidades. A ideia é permitir que os usuários usem o GPS para encontrar
restaurantes, bares, festas e outros pontos de interesse nos arredores, ajudando, por exemplo, na organização de um encontro com amigos.
Rebatizado como Facebook Local, o software utiliza a base de mais de 70 milhões de páginas de serviços disponíveis na rede social para constituir um mapa de interesses, distribuídos em diferentes categorias. Além daquilo que está nas
proximidades, é possível fazer pesquisas em busca de lugares mais distantes, sempre tendo acesso a mapas, fotos, informações de funcionamento e, principalmente, reviews feitos por outros usuários da rede social.
Além disso, o software permite ver em que locais os amigos estão, desde que eles tenham feito check-in em estabelecimentos ou tenham essa opção ativada em seu aplicativo mobile. Mais uma vez, de acordo com a empresa, trata-se de uma boa
maneira de organizar encontros ou reuniões - ou evitar aquela pessoa indesejada.
Fora os mapas, estabelecimentos e a localização de amigos, o app também dá destaque aos eventos para os quais o usuário foi convidado ou confirmou presença. Também é possível acessar um calendário com todos eles, ao qual são adicionados
outros que podem ser de interesse ou que têm uma boa quantidade de amigos comparecendo.
Afinal de contas, é exatamente para isso que eles servem, com o primeiro entregando sugestões e informações sobre estabelecimentos, enquanto o segundo forma um mapa de contatos nos arredores. Ao unir as duas coisas, o Facebook Local
deseja manter ainda mais seus utilizadores dentro de sua própria plataforma, além de deixar para trás o fracasso do aplicativo de eventos, lançado no ano passado e que, em meio à pouca divulgação e interesse, não teria chegado nem mesmo
a 100 mil downloads em todo o mundo.
De acordo com o Facebook, o lançamento do Local também motivou uma mudança nas próprias funcionalidades da rede social, que também ganharão funcionalidades semelhantes. No aplicativo central da plataforma não existirá a união entre
eventos, amigos e estabelecimentos, mas os usuários ainda poderão ver o que está nos arredores por meio da antiga opção Nearby, que agora ganha o mesmo nome da empreitada.
Por enquanto, a solução está disponível somente nos Estados Unidos, de forma exclusiva para usuários do iOS. O Facebook não disse exatamente quando uma expansão internacional virá, nem deu uma data para a chegada da versão Android (que
já aparece em imagens de divulgação), mas basta dar uma pequena olhada na solução para entender em quem ela está mirando. Os alvos da vez são serviços como Yelp e Foursquare.
A iniciativa, então, pode seguir dois caminhos. O primeiro é o da obscuridade, assim como já aconteceu com outras soluções que tentaram emular o funcionamento de aplicativos consagrados e falharam. O segundo é o da explosão, assim como
aconteceu com o Instagram Stories, por exemplo, não apenas caindo no gosto do público, mas também minando a presença online da concorrência com a qual a companhia desejou bater de frente. A ver, agora, qual será o resultado obtido pelo
Facebook Local.
Facebook Local
Foto: Canaltech
A Google está lançando um novo recurso bastante solicitado pelos usuários do Assistente. A partir de agora, a assistente virtual da empresa passará a identificar músicas, recurso que antes estava restrito apenas aos novos Pixel 2 e
Pixel 2 XL. Desse modo, ao perguntar "Qual música é essa?", ou algo semelhante, o Google Assistente irá reconhecer a música que está sendo executada no ambiente e informará o nome dela e do artista.
Além de fazer o pedido verbal para identificar qual música está sendo tocada, a assistente virtual ficará ouvindo a canção para exibir um card com informações da faixa em execução. Após conseguir identificar a música, o serviço
apresentará opções para o usuário ouvi-la no YouTube, Play Music ou simplesmente realizar uma pesquisa.
Recentemente, a gigante de Mountain View anunciou que o Google Assistente para iOS poderia ser utilizado para controlar faixas no Apple Music, bem como solicitar uma música ou álbum específico, revelando que o sistema de inteligência
artificial também funciona muito bem em outros sistemas operacionais e que possui boa capacidade de integração com outros serviços.
O recurso de identificação musical está disponível na mais recente atualização do Google Assistente, que já está sendo disponibilizada gradualmente para os usuários.
Google Assistant
Foto: Canaltech
A Google está tomando uma grande iniciativa na questão da poluição urbana. Como forma de ajudar a proteger o meio ambiente, a companhia se uniu à empresa Aclima para fazer a medição dos níveis de poluição do ar do estado da Califórnia,
nos Estados Unidos. Durante o processo, os locais identificados como poluídos são sinalizados dentro do Google Earth.
Por enquanto, o trabalho pode ser visto na área de São Francisco, Los Angeles e Central Valley. Foram percorridos mais de 160 quilômetros com os veículos do Google Street View, por mais de quatro mil horas.
Karin Tucen-Bettman, gerente do programa Google Earth Outreach, comenta sobre os benefícios do projeto.
"Cientistas e especialistas da qualidade do ar usam essas informações para auxiliar organizações locais, governantes e reguladores na identificação de oportunidades de alcançar melhorias e soluções na qualidade do ar", afirma a gerente.
Karin também conta que as medidas indicam, em sua maioria, rodovias congestionadas e trânsitos em ruas locais, e que cientistas podem usar os dados coletados pela Google e Aclima para usar em pesquisas.
"Esperamos que essas informações nos ajudem a construir cidades mais inteligentes e sustentáveis, fazendo com que gases do efeito estufa sejam reduzidos, melhorando a qualidade do ar para uma vida mais saudável", complementa Tucum-
Bettman.
Até então, foram mais de um bilhão de dados coletados.
No vídeo abaixo é possível conferir uma amostra da execução do projeto:








