Grupo RL

Notícias na Brás

Listando: 476 à 480 de 1225
Todas as profissões serão transformadas pela automação

É questão de tempo. Nova revolução terá impactos nos modelos e formas de fazer negócios em todo o mundo. Mas não do mesmo modo. Haverá ganhadores e perdedores

Em janeiro de 2016, no Fórum Mundial de Davos, seu chairman, Klaus Schwab, chamou a atenção para uma transformação estrutural que está em andamento na economia mundial. Uma revolução que aprofundará os elementos da Terceira Revolução, a

industrial propriamente dita. A Quarta Revolução, a digital, vai gerar uma “fusão de tecnologias, borrando as linhas divisórias entre as esferas físicas, digitais e biológicas”.

Esta nova

revolução
, unindo mudanças socioeconômicas e demográficas, terá fortíssimos impactos nos modelos e formas de fazer negócios e no mercado de trabalho. Afetará exponencialmente todos os setores da economia e todas as regiões do mundo.

Mas não do mesmo modo. Haverá ganhadores e perdedores. Indústria 4.0: 8 conceitos para colocar em prática nessa nova era, elencados pela TOTVS Patrocinado

As mudanças são tão profundas que, da perspectiva da história humana, nunca houve um tempo de maior promessa ou potencial perigo. O mercado de trabalho será afetado dramaticamente, inclusive com trabalhos intelectuais mais repetitivos

substituídos pela robotização.

O Fórum Econômico Mundial vem estudando o assunto e publicou um estudo aprofundado, “The Future of Jobs: Employment, Skills and Workforce Strategy for the Fourth Industrial Revolution”, que merece ser lido com atenção.
Outras pesquisas, como a “AI, Robotics, and the Future of Jobs”, da Pew Research, mostram que as mudanças já estão acontecendo. Um estudo instigante, “The Future of Employment: How susceptible are Jobs to Computerisation? ”, com foco

nos EUA, enfatiza o que podemos chamar de “desemprego tecnológico”: à medida que os avanços nas tecnologias de Machine Learning e robótica avançarem, será inevitável a substituição de funções hoje ocupadas por humanos.

Exemplos pululam. Na Suíça, drones estão sendo testados para entregar documentos em vilarejos distantes, substituindo os carteiros. A Amazon também está experimentando drones para entregas rápidas nos EUA, com seu projeto Prime Air. Além

disso, uma loja experimental em Seattle dispensa o caixa. Basta ter um app para ser identificado como cliente na entrada, de deixar que sensores identifiquem produtos colocados no carrinho e deduzam o valor do seu cartão de crédito no

momento em que você sai da loja.

Todas as profissões serão transformadas. Não precisaremos mais de médicos, enfermeiros ou laboratoristas para tirar sangue, fazer ultrassom ou diagnósticos simples. Um artigo publicado na Fortune “5 white-collar jobs robots already have

taken” aponta algumas outras experiências. O editor da Robot Report diz que empresas como FedEx estudam a possibilidade de dispor de um centro de pilotagem com poucos pilotos voando a sua imensa frota de aviões cargueiros. Estes aviões

operarão como drones, uma vez que não levam passageiros. Cita também o CEO da empresa de tecnologia russa Mail.Ru explicando que que está investindo em uma startup que usará robôs para ensino de matemática nas escolas.
Muitos estudos geram polêmicas, como “Do We Need Doctors or Algorithms?”, em que Vinod Khosla, cofundador da Sun Microsystems e hoje investidor em startups de tecnologia, diz que os sistemas inteligentes e robôs substituirão 80% dos

médicos americanos. Os advogados não ficam de fora. O artigo “Armies of Expensive Lawyers, Replaced by Cheaper Software”, de 2011, publicado no New York Times, estimava que serão necessários bem menos advogados, pois muitas de suas

funções, que são fazer buscas em documentos ou analisar casos similares poderão ser feitos por algoritmos. Sobre o impacto da IA na carreira dos advogados, publiquei um artigo específico aqui no Linkedin, “Ainda existirão advogados no

futuro?”. No jornalismo temos alguns exemplos de reportagens financeiras sendo feitas automaticamente, como o caso da Associated Press, “AP´s “robot journalists” are writing their own stories now”.

É indiscutível que o impacto de veículos autônomos, assistentes digitais, do avanço da Inteligência Artificial (IA) e da robótica, tem potencial exponencial para destruir mais empregos que criar outros. Nas revoluções anteriores, vimos

funções que se tornaram obsoletas sendo substituídas por outras, algumas vezes também executadas por pessoas, como a substituição de cocheiros por motoristas. Mas, outras simplesmente desapareceram, tragadas pela tecnologia, sejam de

baixa qualificação, como como ascensoristas, ou bem mais técnicas e especializadas, como engenheiros de vôo e navegadores, que desapareceram das cabines dos aviões. Mas, agora a velocidade e amplitude das transformações é bem maior do

que tudo que vimos antes.

O efeito desta revolução será diferente nas diversas economias do mundo. O ritmo de inovações está cada vez mais acelerado e os países que não conseguirem acompanhar essa evolução vão ficar, inevitavelmente, para trás. Países com baixo

nível educacional, fortemente ancorados em trabalhos de baixa qualificação, têm possibilidades bem maiores de sofrerem mais. Países com alto nível educacional conseguem gerar novas funções mais rapidamente, porque estas novas funções

tenderão a exigir uma capacitação maior que a média atual. O World Economic Forum publicou interessante artigo abordando novas funções criadas recentemente, “10 jobs that didn’t exist 10 years ago”.
Outra questão que mais cedo ou mais tarde vai surgir: o emprego como conhecemos vai continuar existindo? As relações entre empresas e empregados continuará como hoje? A carga horária será ainda de 40 horas em turnos fixos, como definido,

por necessidade, na sociedade industrial do século 19 e 20? Com a automação, a necessidade de pessoas trabalhando em tempo integral para atender as demandas da sociedade diminuem substancialmente. Isso implica em novas normas e práticas

trabalhistas, novas relações entre empresa e pessoas, e vai afetar questões delicadas como aposentadorias e férias. Acredito que iremos caminhar na redefinição do conceito de trabalho e emprego. Aqui ainda estamos debatendo intensamente

as reformas de Previdência e da CLT, mas bem antes de as novas gerações se aposentarem, muitas de suas atuais profissões terão simplesmente desaparecido. E, o que me parece mais preocupante, o sistema educacional não está preparado para

capacitar as pessoas para as novas funções que substituirão as que desaparecerem.
Estas novas funções demandam um sistema educacional preparado para capacitar pessoas neste novo contexto. As novas funções são aquelas que requerem mais conhecimento e raciocínio cognitivo. Demandam criatividade e inovação. Uma escola

tradicional, não incentiva estes aspectos. Ainda vemos muito do modelo do século 19, alunos sentados ouvindo um professor e fazendo anotações. Limita criatividade. Sim, este é um desafio: repensar o modelo educacional.
Um subproduto desta revolução poderá ser o aumento da desigualdade econômica e social entre países e entre os habitantes de cada nação. Cada emprego rotineiro está na mira da automação, e não mais apenas nas linhas de produção, mas em

áreas como contabilidade, direito ou atendimento aos clientes. Um escritório de advocacia em vez de constituído de 90% de advogados (alguns seniores e a maioria juniores) e 10% de outras funções, será estruturado em poucos advogados

especialistas seniores e muitos cientistas de dados escrevendo algoritmos e mais algoritmos, automatizando a maior parte do trabalho, que é rotineiro, como buscar documentos, pareceres, jurisprudências e escrever petições. Provavelmente

se parecerá muito mais como uma empresa de tecnologia atuando na área advocatícia. Na contabilidade, o mesmo. A questão é: como formar cientistas de dados em número suficiente? E o que fazer com os atuais advogados e contadores que

perderão espaço no mercado de trabalho?

O cenário pior seria termos uma elite altamente qualificada e uma grande parcela de empregos na base da pirâmide, como jardineiros e outros que demandam habilidade humanas. O meio, que hoje é a que chamamos classe média, está em risco de

substituição.

Recomendo a leitura do livro “The Future of the Professions” que aborda discussões muito interessantes sobre o tema. Para os autores, profissionais como advogados, médicos e contadores, é tentador acreditar na excepcionalidade humana.

Muitos até admitem que seu conhecimento especifico, adquirido a duras penas, será igualado, em um futuro próximo, pelas máquinas. A verdade é que a maioria dos trabalhos profissionais pode ser desdobrada em conjuntos de tarefas

distintas. Tarefas que depois que são desmembradas, resta pouco o que não possa ser feito pelas máquinas. Mas, embora a IA e a robótica podem fazer muita coisa, muitas funções são e deverão continuar inerentemente humanas, como as que

exigem criatividade, inovação, empatia e relacionamento emocional. Não visualizo a curto ou médio prazo (dez a quinze anos) a computação tendo capacidade de lidar com situações inesperadas, como nós aprimoramos ao longo de nossa evolução

humana. No mais longo prazo é uma incógnita. Mas, com certeza, emoções serão 100% humanas.

Enfim, é uma discussão que está apenas começando. Mas a realidade vai vir rápido e ignorar a transformação que está ocorrendo no mundo não vai impedi-la de acontecer e chegar aqui. As máquinas são nossas ferramentas, mas pode chegar o

momento em que não seremos mais capazes de controla-las. Portanto, precisamos decidir como queremos viver com elas. Uma discussão que não pode ser adiada.
(*) Cezar Taurion é head de Digital Transformation da Kick Ventures e autor de nove livros sobre Transformação Digital, Inovação, Open Source, Cloud Computing e Big Data. Este artigo foi publicado originalmente no
href="http://cio.com.br/" target="_blank"> site CIO Brasil
.


(Fonte: Cezar Taurion*) - 26/06/2017
Amazon.com compra rede de mercados Whole Foods Market por US$ 13,7 bi

Anúncio da fusão foi liberado na manhã desta sexta-feira, 16/06. Transação é toda em dinheiro, e a Amazon vai pagar US$ 42 por ação

O segmento de varejo norte-americano foi agitado nesta sexta-feira, 16/06, pelo anúncio da compra da rede de lojas de comida natural e orgânica Whole Foods Market pela Amazon.com
pelo valor de US$ 13,7 bilhões. A operação está sendo divulgada pela Amazon como uma fusão e será totalmente quitada em dinheiro, cobrindo inclusive dívidas da rede de supermercados. A duas companhias de capital aberto são listadas na

Bolsa Nasdaq e a Amazon.com concordou em pagar US$ 42 dólares por ação da Whole Foods Market.

Tanto Amazon quando Whole Foods Market figuram na lista da Fortune 2017 das companhias mais admiradas do mundo: Amazon.com em 2o lugar na lista e Whole Foods Market em 28o lugar. Em comunicado oficial distribuído para os jornalista na

manhã de hoje, o CEO e fundador da Amazon.com, Jeff Bezos, comenta que "milhões de pessoas amam a Whole Foods Market porque eles oferecem os melhores alimentos naturais e orgânicos e tornam divertida a alimentação saudável;. A Whole

Foods Market tem agradado os consumidores por praticamente quatro décadas e feito um excelente trabalho que nós queremos que continue a ser feito."

O co-fundador e CEO da Whole Foods Market, John Mackey, também comenta no comunicado que "a parceria apresenta a oportunidade de maximizar o valor da Whole para seus acionistas, ao mesmo tempo em que estende nossa missão e traz

conveniência, altíssima qualidade e inovação para nossos consumidores".

A Whole Foods Market vai continuar a operar suas lojas com sua marca e manter a mesma rede de parceiros ao redor do mundo. John Mackey continua como CEO da Whole Foods Market e a sede da companhia permanecerá em Austin, Texas.

A operação total ainda precisa ser aprovada pelos acionistas da Whole Foods Market e também passar pelo processo usual de aprovação dos órgãos reguladores de mercado. A expectativa é que ela se complete na segunda metade de 2017.

A Whole Foods Market foi fundada em 1987 em Austin, Texas, e atualmente é a líder na área de supermercados de comida natural e orgânica, sendo a única rede de mercearias dos EUA a receber o selo de Americas Healthiest Grocery StoreTM.

No ano fiscal de 2016 a companhia teve receita total de US$ 16 bilhões, em mais de 460 lojas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Ela emprega cerca de 87 mil pessoas e tem figurado na lista das "100 Melhores Empresas para

Trabalhar", da revista Fortune, nos últimos 20 anos consecutivos.

(Fonte: Da Redação) - 20/06/2017
Mariana Rios usa look de R$ 11 mil para cantar com Tiago Abravanel

Mariana Rios cantou e dançou com Tiago Abravanel , neste fim de semana, no Baile do Abrava, na Audio Club, em São Paulo. Para o show, a atriz e cantora apostou na saia trompete, da coleção "Flores" de Martha Medeiros , com valor de R$

4.980. Para complementar, top cropped, que sai por R$ 5.980 e faz parte da coleção atemporal da estilista alagoana, especialista em rendas e que veste celebridades mundo afora.



Foto: Elas no Tapete Vermelho

As duas peças foram complementadas por sandália peep toe, com meia-pata e salto alto quadrado, bem confortável, ideal para a performance ao lado de Tiago Abravanel. A combinação das peças é nossa "Inspiração da Semana". Claro que não é

preciso gastar quase R$ 11 mil para se inspirar no look de Mariana Rios. Basta ter bom senso e perceber que não é preciso abusar da sensualidade para estar bem vestida.

Mariana Rios e Tiago Abravanel



Foto: Elas no Tapete Vermelho

#Ficaadica1: A saia trompete é uma ótima opção para dar um quê diferente ao look. O barrado franzido confere mais movimento à peça.

#Ficaadica2: Bordados ou estampas de flores são tendências em alta, principalmente sobre fundo preto, estilo chamado de dark flower .

#Ficaadica3 : O top cropped de renda é perfeito para combinar com vários looks,mas deve-se observar alguns detalhes antes de usá-lo. Um deles é combinar com peças de cintura mais alta. Outro é apostar na transparência na área da cintura,

como fez Mariana Rios, caso a ideia não seja mostrar muita pele.



Foto: Elas no Tapete Vermelho

Saia trompete: o babado dá um movimento bacana ao look. As flores entram na onda do dark flower

Mariana Rios



Foto: Elas no Tapete Vermelho

Mariana Rios apostou no top cropped preto de renda, do modelo Gabi Renascença. A atriz escolheu make nude, com batom cor de boca e blush da mesma tonalidade. Destaque para os cílios com muita máscara, para valorizar os olhos.

(Fonte: Rosângela Espinossi) - 20/06/2017
Bradesco lança banco digital com cartão de crédito e saques ilimitados

Plataforma Next também oferece descontos em serviços de empresas parceiras, como Uber, Cinemark e Livraria Cultura. Mensalidades começam em R$20.

Após o Santander entrar de vez no mercado de fintechs com o Superdigital em maio, agora é a

vez de outro grande nome do mercado financeiro fazer o mesmo no Brasil. Isso porque o Bradesco acaba de lançar o seu banco digital, chamado de Next.

Anunciada oficialmente nesta semana durante o CIAB, em SP, a plataforma aposta, entre outras coisas, em uma linguagem mais informal, como “Um jeito bonito e sensual de ver como tá sua grana” e “O next chegou, môres”, para conquistar o

seu público alvo, formado principalmente pelos millennials e por pessoas que gostam de ficar mais conectadas, segundo o superintendente do Next, Jeferson Honorato.

E essa aposta parece estar dando certo, já que o banco registrou 20 mil adesões nos três primeiros dias no mercado. “O Next nasceu desenhado em cima dessa expectativa e desse ideal que esse público espera das instituições financeiras”,

explica o executivo, que revela que a ideia para o projeto surgiu há cerca de dois anos.

A exemplo de outros bancos digitais, como o Neon e o já citado Superdigital, o Next não possui agências físicas e a abertura da conta é feita diretamente pelo aplicativo do serviço para aparelhos iOS e Android, onde o cliente pode

controlar seus gastos e realizar diferentes transações, como pagar contas, fazer transferências, planejar melhor a sua vida financeira e realizar “vaquinhas” para dividir custos com amigos e familiares. A empresa afirma que o processo de

abertura de conta leva no máximo 72 horas.

Cartão de crédito

Mas ao contrário desses bancos mencionados acima, o Next possui um diferencial importante: cartão de crédito (esse verdinho de bandeira Visa da foto acima), um “privilégio” normalmente restrito no mundo das fintechs apenas para as

empresas focadas no segmento, como o Nubank e o seu rival Digio, uma parceria entre o Banco do Brasil e o próprio Bradesco.

De acordo com Honorato, o cartão de crédito sempre esteve nos planos do Next, já que é considerado algo muito importante pelo público que o banco busca atingir. “O cartão de crédito

“O cartão de credito é uma forma de empoderar a pessoa. Essa foi uma das primeiras definições que foram feitas no banco, de ter um cartão de crédito”, aponta. A liberação do cartão e o limite do cliente são definidos mediante análise de

crédito, que é feita após a abertura da conta.

Saques e “mimos”

Esse não é o único diferencial da plataforma. Outros benefícios que chamam a atenção no Next incluem a possibilidade de realizar saques ilimitados, tanto nos caixas eletrônicos do Bradesco quanto da Rede 24 Horas, e os chamados “mimos”,

que consistem basicamente em descontos para serviços de empresas parceiras, como Uber, Natura, Cinemark e Livraria Cultura.

Além disso, o banco digital traz outras funcionalidades interessantes, como a possibilidade de definir metas de gastos, por um recurso chamado flow, e objetivos, por meio das chamdas jornadas. Com esses dados em mãos, o aplicativo da

plataforma irá ajudar o usuário a atingir esses objetivos, seja guardar dinheiro para comprar um PC, carro ou viagem, ou ainda limitar os gastos com determinadas categorias, seja supermercado, conta de celular ou algo do tipo.

Assinaturas

Só que para ter tudo isso é preciso pagar um preço. Mais especificamente um valor entre 20 reais e 40 reais por mês, dependendo do plano escolhido pelo cliente. O mais básico inclui as contas corrente e poupança e o cartão de débito e

crédito (desde que a análise de crédito seja aprovada), enquanto que a assinatura mais cara fornece uma melhor pontuação em suas compras para o programa de milhas Livelo.





(Fonte: Luiz Mazetto) - 14/06/2017
Aplicativo Moovit lança serviço de caronas Carpool no Brasil

Ferramenta começa a funcionar nesta segunda-feira, 12/6, em São Paulo. Empresa irá subsidiar as corridas neste início de operação no país.

O aplicativo de transporte urbano Moovit lança nesta segunda-feira, 12/6, o seu serviço de caronas Carpool no Brasil. A ferramenta chega inicialmente apenas em São Paulo, primeiro lugar da América Latina e o terceiro do mundo a receber o

recurso, depois de Israel, terra natal da plataforma, e de Roma, na Itália.

Neste primeiro momento, ainda em versão beta, o Moovit Carpool irá subsidiar todas as viagens feitos pelo aplicativo na capital paulista, permitindo assim que os passageiros façam seus trajetos sem pagar nada, enquanto os motoristas

receberão o valor devido diretamente da empresa.

Ao contrário de outros serviços de caronas como o BlaBlaCar, por exemplo, que é focado em trajetos de longa distância entre diferentes cidades, o Moovit Carpool irá funcionar dentro do perímetro urbano de São Paulo, permitindo viagens

por toda a capital, mesmo neste período beta inicial.

Como explica o VP e diretor do projeto do Carpool na Moovit, Itay Gil, o objetivo do serviço é ocupar os muitos e muitos assentos vazios dos carros que circulam diariamente pela cidade e não colocar mais veículos nas ruas, a exemplo de

aplicativos como o Uber – que, aliás, continuará como opção de transporte sugerido no Moovit junto com o Carpool, trens, metrôs e ônibus.

Por isso mesmo, o Moovit Carpool possui algumas limitações para evitar que os donos dos veículos tenham lucro com as caronas, como permitir somente duas viagens por dia, sempre em períodos diferentes, com um máximo de três passageiros em

cada. “A motivação dos motoristas que usam o serviço é ajudar outras pessoas e economizar dinheiro nos trajetos que já precisam fazer normalmente”, afirma o executivo em entrevista ao IDG Now.

O aplicativo destaca ainda que o valor cobrado por trajeto é calculado pela quilometragem a ser percorrida e é sempre menor do que o custo total da viagem, permitindo assim que o condutor tenha economia e não lucro, como destacado acima.



Como funciona

Os motoristas interessados em oferecer caronas por meio do serviço precisam baixar o recém-lançado aplicativo Moovit Carpool, disponível para iOS e Android, e realizar um cadastro, que inclui dados como modelo, cor e placa do veículo,

CPF e dados bancários, além dos trajetos que realizam diariamente e o número de assentos disponíveis.

Por outro lado, os passageiros não precisam baixar esse novo app. Basta apenas continuar usando o aplicativo padrão do Moovit, que a partir de agora mostrará a opção de caronas para os destinos solicitados em São Paulo. Uma nova função

chamada Minha Carona Diária (foto abaixo) permite cadastrar dados sobre o seu deslocamento diário, incluindo endereços e horários dos trajetos, para receber notificações do app sempre que uma carona estiver disponível naquela área.

Integração com o Facebook

Para estimular um maior sentimento de confiança entre os usuários, o Moovit Carpool realiza uma verificação do telefone inserido no app por meio de SMS e exige ainda a integração com o perfil pessoal do usuário no Facebook na hora do

cadastro. “Com isso, cada um pode ver quem é quem, verificar se possuem amigos em comum e acessar os telefones de contato para, no final da carona, se avaliarem”, afirma Itay.

Pagamento

O pagamento das corridas pode ser realizado via cartão de crédito e débito (nacional ou internacional) e PayPal, sendo que o valor só é debitado depois que as duas partes confirmarem a viagem, de acordo com o aplicativo. O Moovit realiza

um depósito por mês nas contas dos motoristas do Carpool com o valor total das viagens realizadas naquele período.

Companhia

Em breve, o Moovit Carpool ganhará a companhia (e a concorrência) no Brasil do Waze

Carpool
, um serviço de caronas da empresa israelense comprada pelo Google em 2013 que funciona de maneira similar, procurando se diferenciar do Uber ao não permitir lucros com a atividade por parte dos motoristas.



(Fonte: Luiz Mazetto) - 14/06/2017
Listando: 480 de 1225

Anuncie

Sobre o Portal no Brás

O Portal no Brás foi lançado em 01 de dezembro de 2016, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região NO BAIRRO DO BRÁS no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.