Marina Ruy Barbosa está esbanjando estilo na França. Depois de passar alguns dias em Paris , foi para a região litorânea conhecida como Costa Azul ou Riviera Francesa, onde acertou em cheio com quatro vestidos.
O grande destaque é o modelo de saia plissada azul, da Prada, que usou no tapete vermelho do 70° Festival de Cannes. Mas os outros modelitos mais casuais exibidos em Cannes e Saint-Tropez não ficam para trás e contam com aplicações de
renda, estampa floral e decote V. Inspire-se:
Look 1:
Marina Ruy Barbosa optou por vestido curto em dois tons de azul, da Olympiah. O modelo "Star" conta com decote V e aplicações de renda. Para completar, chapéu e bolsa branca.
#ficaadica1: Decote V é uma boa pedida para todos os tipos de corpo, porque ajuda a alongar.
#ficaadica2: Além de proteger do sol, o chapéu enche de estilo o visual. Para as donas de rosto pequeno que querem entrar na moda, a dica é deixar os modelos grandes de lado para não “sumir” sob eles. Rostos grandes também não combinam
com abas pequenas, porque fica desproporcional. Os itens de palha (cru, bege ou marrom) pedem produções mais despojadas e caem muito bem com vestidos leves.
Look 2
O segundo vestido é o eleito para o tapete vermelho do Festival de Cannes. O modelo estilo princesa é da Prada e conta com saia azul plissada e transparente, revelando o forro claro. Marina ainda exibiu colar e earcuff em turmalina
paraíba e diamantes, de Bruno Gioia. Segundo o site da revista Vogue, as peças custam R$ 275 mil e R$ 152 mil, respectivamente, totalizando R$ 427 mil. L.Salem é a marca do anel solitário de turmalina paraíba com diamante branco.
#ficaadica3: O plissado cria linhas verticais que conferem efeito alongador. Mas verifique sempre se o recurso fashion não resultou em volume desnecessário ao corpo. No caso da Marina, isso não ocorreu.
Look 3
O vestido de fundo claro e estampa floral combinou com bolsa Chanel bicolor e anéis com esmeraldas da Andrea Conti.
#ficaadica4: Longos estampados são bem femininos, mas deve-se tomar cuidado para não criar volume indesejado. Padronagens com fundo escuro e desenhos menores tendem a ampliar menos a silhueta. Se o desenho criar faixas verticais, melhor
ainda, porque alongam e afinam.
Look 4
Em Saint-Tropez, Marina exibiu vestido branco transparente, que conta com aplicações de renda e faixas horizontais em laranja.
Ao escolher um modelo que tem transparência, analise se está em um ponto forte do seu corpo e se não deixa gordurinhas ou lingerie à mostra. Uma maneira segura de usar a peça é apostar em forro, deixando a pele à mostra apenas em regiões
como colo e braços.
Foto: Reprodução/Instagram/@marinaruybarbosa
Quem já usa a tecnologia relata aumento nas taxas de resposta a ofertas, satisfação dos consumidores e fidelização muito mais duradoura
Segundo projeção da FGV, em outubro deste ano o Brasil contará com um smartphone por pessoa, contra a nem
tão antiga realidade dos telefones fixos tão usados nos anos 90. Com esse rápido avanço e massificação da tecnologia, as expectativas de interação dos consumidores com as empresas são de ter atendimento personalizado, por seu canal
preferido, a qualquer momento, em qualquer lugar. Mas como as organizações podem atender a essa demanda e entregar uma experiência do consumidor condizente com as suas aspirações?
O que ainda se vê, em muitos casos, são contatos realizados pelo canal inadequado, no momento inoportuno e com a mensagem errada para determinado consumidor, mas sabemos que alcançar uma interação multicanal (omnichannel) personalizada é
importante para o sucesso das empresas e que elas já estão — ou deveriam estar — investindo em tecnologia para suportar esse objetivo.
As oportunidades para implementar processos digitais automatizados na interação com o consumidor estão por todos os lados: nos analíticos de vendas, que podem produzir insights sobre comportamento do consumidor e determinar as ofertas
que devem ser feitas a cada um deles, quando e como fazê-las; analíticos de interação, feedback do consumidor e suporte, que podem ajudar a entender a resposta aos contatos feitos e recebidos, e como lidar com ela de maneira rápida e
efetiva.
Em um cenário de alta complexidade organizacional, somado à necessidade de velocidade e personalização, reagir em tempo real e do modo desejado pelo consumidor é crucial para que ele escolha a sua empresa e não o seu concorrente e, em
última instância, você possa alcançar o Santo Graal dos negócios: fidelizá-lo, vender mais para ele e torná-lo um promotor ativo da sua marca. A automatização da tomada de decisões promete contribuir com essa demanda, ao proporcionar
agilidade, consistência e a possibilidade de realizar testes que vão gerar um aprendizado sobre a interação com o consumidor, onde se emprega a tecnologia de machine learning.
Analíticos prescritivos são chave para uma gestão de decisões automatizadas. Mas afinal, o que eles são? Há uma gama de analíticos, que podem basicamente ser compreendidos como aqueles que lidam com a experiência passada — os chamados
descritivos (o que aconteceu?) e os diagnósticos (por que aconteceu?), e analíticos que oferecem insights futuros preditivos (o que vai acontecer?) e prescritivos (o que devo fazer?). Através de uma plataforma robusta end to end, é
possível trabalhar com dados, analisá-los, transformá-los em decisões que serão colocadas em prática, aprender com elas por meio do já mencionado machine learning, e rapidamente aprimorar suas ações ao incorporar este aprendizado nas
ações futuras.
Com o uso dessa tecnologia, estamos vendo uma transformação na interação com o consumidor, de decisões em silos para uma tomada de decisão ágil e integrada; de um tratamento padronizado para uma customização em massa; de uma postura
reativa na experiência do consumidor para uma resposta em tempo real; de uma comunicação estática e centrada no canal para uma que é dinâmica, com foco no consumidor; de um engajamento ad hoc e insipiente para um tratamento do consumidor
baseado em dados e mais bem planejado; e de uma estratégia confusa, de implementação inconsistente através do portfólio de produtos e canais de comunicação, para uma articulada de acordo com os objetivos corporativos e implementada de
modo consistente em toda a empresa.
Traduzindo essa transformação para os negócios, o que os early adopters estão experimentando é um aumento nas taxas de resposta a ofertas e contatos com o consumidor, crescimento das vendas, melhores níveis de serviço, satisfação dos
consumidores e o mais importante: promover a uma fidelização muito mais duradoura.
* Carolina Lemos é gerente sênior de marketing na FICO.

Gloria Pires e Cleo Pires posam juntas de lingerie e dividem cliques para a Plié, em comemoração ao Dia das Mães. As fotos foram feitas em março , mas os cliques oficiais foram divulgados agora. É a primeira vez que mãe e filha
compartilham uma campanha de lingerie. A ideia da marca foi realizar a campanha com duas figuras femininas evidenciam as diferentes passagens da vida de uma mulher. Gloria tem 53 e Cleo, 34.
Cleo e Goria Pires em foto para a Plié
Foto: Gustavo Zylbesrtajn / Divulgação
Mãe e filha vestem bodies modeladores
Foto: Gustavo Zylbesrtajn / Divulgação
Sutiã e cintas modeladoras
Foto: Gustavo Zylbesrtajn / Divulgação
Os cliques do fotógrafo Gustavo Zylbesrtajn, trazem os best sellers de três das principais linhas da Plié (Control, Basic e Control Emana®), além de 5 novas modelagens na linha Shape and Shine, que conquistou as consumidoras pela leveza,
compressão e brilho acetinado do tecido. O ensaio contou ainda com styling de Dudu Bertholini e Márcia Maia e direção criativa de Marilene Ramos.
Gloria e Cleo posam para Gustavo Zylbesrtajn
Foto: Divulgação
Com o VocêQPad, usuário pode escolher prato, fazer pedido e pagar, tudo pelo smartphone. Serviço foi implementado em praça de alimentação de shopping em SP.
O aplicativo brasileiro VocêQPad anunciou recentemente a implementação do seu sistema de autoatendimento em uma praça de alimentação de um shopping de São Paulo. A empresa diz que a iniciativa é pioneira na capital paulista.
O serviço do VocêQPad, que permite fazer o pedido em um restaurante diretamente pelo seu smartphone, está presente em 9 dos 16 estabelecimentos da praça de alimentação do Brascan Open Mall, localizado no bairro do Itaim Bibi.
As lojas automatizadas com a plataforma no shopping incluem nomes como Casa do Pão de Queijo, Spoleto e Rizzo Gourmet. A empresa diz que já negocia com os outros restaurantes do local.
Com a ferramenta, o usuário pode escolher o prato, fazer o pedido e então realizar o pagamento, via cartão de crédito ou vale refeição (Ticket Restaurante), tudo diretamente pelo celular, sem enfrentar filas. Feito isso, basta ir ao
balcão buscar o pedido quando for notificado pelo aplicativo.
O serviço funciona dentro de um raio de até 1 km. Ou seja, o usuário pode realizar o pedido pelo seu smartphone a caminho do restaurante, seja em outro andar de um shopping ou em seu escritório, como no caso dos prédios comerciais
localizados junto ao Brascan.
“As filas são um dos maiores motivos para as pessoas desistirem de ir a um restaurante com balcão de atendimento. Queremos a decisão pela fome e não pela fila”, explica o CEO do VocêQpad, Rafael Arb.
Criada em 2014, a empresa entrou no mercado de forma inicial no ano seguinte com foco em restaurantes com garços, permitindo que os pedidos fossem feitos diretamente pelo aplicativo. Em maio de 2016, a companhia ampliou o atendimento
para estabelecimentos com balcão.
Atualmente, a VocêQPad é usada em 100 restaurantes espalhados por nove estados brasileiros, com foco maior em São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo Arb, o objetivo da startup é estar presente em cerca de 400 estabelecimentos até o final de
2017.
Ficou interessado? Então baixe o aplicativo do VocêQPad para aparelhos iOS ou Android. Mais informações, como a lista de restaurantes que utilizam a plataforma, podem ser encontradas no site oficial da empresa.
Varejistas coreanos não se incomodam se você tirar muitas fotos de suas lojas, conta Jane Monnington Boddy.
Jane Monnington Boddy, diretora de cor em empresa sobre tendências, tem a missão de saber quais tons estarão em demanda no futuro
Foto: WGSN / BBCBrasil.com
Para ela, isso é ótimo. Antes de visitar a Ásia, no mês passado, ela comprou um iPhone 7 com o máximo de memória disponível.
Não era para selfies nem para fotos de pontos turísticos, mas para registrar o que pessoas estavam comprando, usando, assistindo e fazendo.
Jane trabalha na WGSN, empresa de Londres que oferece informações sobre tendências atuais e futuras de moda, design interior e estilo de vida.
"Saiba o que vem a seguir" é o slogan da firma.
Como diretora de cor, a missão específica de Jane é saber precisamente quais tons serão mais procuradas no futuro.
Em sua viagem, ela visitou a Fashion Week de Seul, a mostra de arte Art Basel Hong Kong e muitas outras exposições.
Cuidadosamente, reuniu informações em fotos, vídeos e anotações.
Viagens regulares desse tipo e a experiência no setor ajudam a profissional de 45 anos a deduzir quais serão as próximas cores da moda.
"Eu penso sobre o uso que vi das cores e sobre o que é popular, e considero isso ao apontar para onde estamos indo no futuro."
A cor rosa se tornou muito popular tanto para mulheres como para homens
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com
Ela participa duas vezes por ano do encontro de tendências da empresa, onde membros da empresa em vários países do mundo - como Brasil, Estados Unidos e China - se reúnem para compartilhar informações.
"No final você acha que sua cabeça vai explodir", diz ela.
Mas são esses encontros que formam a base das previsões semestrais da empresa.
Jane atualmente trabalha nas previsões da WGSN sobre as cores da primavera/verão de 2019 no Hemisfério Norte. Serão anunciadas em junho, dando tempo para que empresas possam organizar a produção.
Uma das tendências que ela acompanhou de perto foi a da cor rosa. Vista no passado como uma cor para meninas, agora tornou-se popular entre homens e mulheres.
"Leva muito tempo até que uma cor caia no gosto de massas e traga muito dinheiro para comerciantes", diz a profissional.
Deduzir qual cor será popular no futuro pode parecer uma atividade de nicho, mas é um negócio grande.
Todas as indústrias ao redor do mundo usam cores. Produtores de carros, aspiradores de pó, telefones, escovas de dente, máquinas de café e outros utensílios domésticos - todos têm que escolher cores para seus produtos.
Acertar na escolha pode ajudar a impulsionar as vendas. Os iPhones da Apple, as batedeiras da KitchenAid, os fones de ouvido da Beats, a loja de roupas e acessórios Kate Spade e a Cambridge Satchel Company (que fabrica artigos de couro)
- todos usam cores para se destacar em relação aos competidores.
Algumas empresas já registraram até a cor que usam em seus logotipos, para se proteger de possíveis imitações.
O amarelo dos post-its da empresa 3M, por exemplo, foi registrado.
"Toda cor transmite sua própria mensagem e significado", diz Laurie Pressman, da Pantone
Foto: Pantone / BBCBrasil.com
"Para vender qualquer coisa, você primeiro precisa chamar a atenção de alguém. Cores ajudam a esclarecer a identidade de um produto", diz Laurie Pressman, vice-presidente do Pantone Color Institute, que presta serviços de consultoria em
cores e previsões de tendências para marcas e produtos.
"As cores que são populares refletem o que está acontecendo social e culturalmente", acrescenta.
O crescimento da economia do compartilhamento, em que pessoas alugam camas, carros e outros bens diretamente uns dos outros, significa que cores mais leves, como azul pálido, podem entrar na moda.
"Compartilhar significa leveza, você não quer se sentir sobrecarregado, então não procura uma paleta de cores pesada."
Cores como marrom, associada à terra e à sujeira no passado - e agora mais ligada a produtos como café e chocolate - refletem o crescimento dessas indústrias, considera a executiva.
A Pantone escolheu "folhagem" como sua cor de 2017
Foto: Pantone / BBCBrasil.com
A Pantone é conhecida por suas padronizações de cores, que associam cada tom a um número de padronização.
Esses números permitem que firmas possam especificar a seus fornecedores o tom exato de cor que querem.
A Pantone também fornece informações a fabricantes, para que possam reproduzir a mesma cor de maneira consistente em diferentes tipos de materiais.
"Ter certeza de que as cores possam ser alcançadas facilmente é criticamente importante", explicou Pressman. O nome da cor também importa.
"Sopa de ervilha" quase foi escolhida como a cor de 2017 da firma no lugar de "Folhagem", mas Pressman disse que a denominação não teria criado a sensação correta.
"Cada cor transmite sua própria mensagem e significado", disse.
O sentimento trazido por uma cor pode variar de acordo com o país de onde você é
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com
Cor e sentimento
Mas uma cor pode realmente fazer com que você sinta algo?
Estudos recentes apontaram que times de hóquei sobre o gelo que usam cores mais escuras na parte de cima do uniforme têm maior probabilidade de serem penalizados por faltas agressivas. Uma conclusão possível é que os juízes têm
preconceito inconsciente contra cores mais escuras, associando-as à ideia de "ovelha negra" e mau comportamento.
Outro estudo concluiu que o uso do vermelho pode aumentar a probabilidade de vencer uma competição.
Mas é difícil encontrar estudos científicos de grande escala que mostrem uma ligação direta entre uma cor e comportamento. Isso acontece porque nossas percepções de cores são subjetivas - diferem de acordo com suas próprias experiências
e cultura.
Na China, vermelho é uma cor associada a alegria ou sorte, mas no Reino unido é tipicamente ligada a raiva ou poder.
No entanto, ao menos na percepção das pessoas, algumas cores estão associadas a sentimentos específicos. Olhar para uma cor clara como amarelo pode nos alegrar, mesmo que a sensação seja fugaz, enquanto azul é visto como uma cor que
acalma e reconforta.
Cinza passou a ser popular depois da crise financeira de 2008
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com
Mark Woodman, um consultor e ex-presidente do Grupo Marketing de Cor (CMG), empresa americana de previsão de tendências, afirma que o volume de recursos que as empresas investem em descobrir a cor certa para seus produtos comprova a
importância desse trabalho.
Ele fez consultoria de cor para fabricantes de tinta, empresas de equipamentos médicos, fabricantes de porcelana e até para uma empresa que produz o material picado usado no interior de caixas e sacolas de presente.
"Cores têm que conectar com o zeitgeist (espírito do tempo) do momento e é isso que nos esforçamos para discernir", disse.
Ele indica que "um grande movimento de cinza" começou a emergir após a crise financeira global de 2008.
Da mesma maneira, nas eleições presidenciais americanas de 2012, Estados que ainda estavam indecisos na disputa começaram a ser retratados como roxos pela mídia - uma mistura do azul dos democratas com o vermelho dos republicanos. O
resultado foi que a cor se tornou mais popular.
"As cores têm de fazer sentido para o ambiente", conclui.








