Quando o Samsung Galaxy Gear foi lançado, no fim do ano passado, o único outro grande fabricante de hardware com um relógio inteligente era a Sony, com seu SmartWatch 2.
Seis meses depois, a Samsung lança o Gear 2 (R$ 1.299). O relógio é bem melhor do que seu antecessor, mas terá que enfrentar uma concorrência maior. Nos próximos meses, LG (com o G Watch), Motorola (com o Moto 360) e outras empresas devem lançar seus relógios inteligentes. Há rumores de que Apple e Microsoft também estariam estudando a fabricação de relógios inteligentes.
Por isso, será necessário esperar até o fim do ano para saber quem tem o melhor produto da categoria. Mas não há dúvidas de que, com tantas melhorias em relação ao modelo anterior, o Gear 2 é um concorrente de peso a esse título. Vamos ao teste.
No Galaxy Gear, a câmera ficava na pulseira, causando desconforto e dando um visual estranho ao relógio. No Gear 2 a câmera está embutida no relógio, na parte superior.
A pulseira, portanto, não contém componentes eletrônicos e pode ser trocada (a Samsung vende pulseiras com cores variadas). A fivela da pulseira também foi aprimorada. No Galaxy Gear ela continha o alto-falante, mas ele também foi transferido para o corpo do relógio no Gear 2.
A durabilidade também foi aprimorada. O Gear 2 vem com proteção contra riscos e poeira com padrão IP67. Na prática, isso quer dizer que o relógio é completamente imune a danos causados por poeira ou partículas pequenas. A proteção contra água também é alta, com resistência a mergulhos de até 1 metro por 30 minutos. Não dá pra mergulhar com ele, mas tomar banho ou lavar as mãos não é um problema.
Outro avanço foi na nova posição do botão Home (o único físico). Na versão anterior ele ficava na lateral, difícil de alcançar. No Gear 2 ele fica na frente do relógio, mais fácil de tocar.
Configuração
O Gear 2 tem 4 GB de memória interna. É um valor mais do que suficiente para armazenar as fotos e vídeos da câmera e instalar muitos apps, visto que os aplicativos do relógio não costumam passar de 10 MB. Também dá para armazenar músicas (além de controlar as músicas no smartphone, o Gear 2 pode guardar músicas localmente). O Gear 2 tem um processador dual core de 1 GHz e 512 MB de RAM, mais do que suficiente para rodar com folga os apps do relógio.
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Um dos diferenciais do Gear 2 em relação a outros relógios inteligentes é a câmera. No Gear 2 ela tem 2 Megapixels e grava vídeos em 720 p. Ela é útil para registrar momentos rápidos do dia a dia e também serve para guardar rapidamente informações como área de estacionamento, preços de produtos etc.
Assim como seu antecessor, o Gear 2 tem microfone e alto-falante. Assim, é possível fazer chamadas telefônicas sem pegar no smartphone (o aparelho apenas é usado para completar a chamada). É possível digitar o número na tela do relógio ou usar comandos de voz do S Voice para iniciar as ligações.
Tela
O Gear 2 tem a mesma tela de seu antecessor, de 1,6 polegada em formato quadrado, com tecnologia Super AMOLED. A resolução também é a mesma, de 320 x 320. Mesmo pequena, ela responde muito bem aos comandos. Nos testes do iG, gestos de deslizar a tela e toque nos ícones funcionaram como esperado, sem engasgos ou erros de detecção.
A tela Super AMOLED consome mais energia do que tecnologias usadas em outros relógios, como E-Ink (Pebble e outros) e Mirasol (Qualcomm Toq), mas em compensação as imagens são de muito melhor qualidade, com alto nível de brilho e cores vivas.
Um pequeno problema do Galaxy Gear, no entanto, ainda não foi completamente resolvido. Para economizar energia, a tela fica desligada. Ela é acionada apenas quando o usuário faz o movimento para ver as horas, levantando o braço e girando o pulso. Mas, nos durante os quatro dias de teste, nem sempre a tela ligou. Pequenos movimentos do pulso não são suficientes para ativar a tela.
Recursos
O Gear 2 possui uma série de recursos muito úteis. Entre eles estão monitor de batimentos cardíacos, pedômetro e controle remoto de TV (permite controlar volume e mudar canais de televisores de várias marcas).
Como seu antecessor, o Gear também permite fazer chamadas telefônicas sem usar o celular, digitando o número na tela ou usando o S Voice para iniciar a ligação por meio de comandos de voz.
O Gear 2 também pode ser usado para encontrar o celular sincronizado a ele, caso o aparelho esteja no alcance do Bluetooth (em situações práticas, até cerca de 40 metros). E, com auxílio de aplicativos, pode ser usado também como calculadora.
Uma crítica feita ao Gear anterior era que ele exibia apenas textos de mensagens SMS. No caso de e-mails do Gmail e mensagens do Facebook, o usuário era avisado da chegada, mas tinha que pegar o smartphone para ver a mensagem.
Esse foi mais um ponto aprimorado no Gear 2. O aparelho exibe textos completos de mensagens de e-mail e também do Facebook, por meio de aplicativo instalado a parte.
Sistema e aplicativos
O estilo visual e os ícones do Gear 2 são praticamente idênticos ao de seu antecessor, mas há uma diferença importante. O novo relógio roda o sistema Tizen, em vez de uma versão customizada do Android. No relógio, o Tizen se mostrou um sistema rápido e estável, mas ainda há poucos apps.
Mas uma consequência da troca de sistema é que nenhum app feito para o Galaxy Gear funciona no Gear 2.
Com a escolha do Tizen, a Samsung se coloca em uma posição de risco. Em breve, começarão a chegar no mercado relógios com a plataforma Android Wear, do Google. O G Watch, da LG, e o Moto 360, da Motorola, são alguns deles. Caso o Android Wear se torne o padrão de mercado, o interesse dos desenvolvedores no Tizen diminuirá, o que pode significar menos apps para o Gear 2.
Além dos produtos com sistema do Google, há rumores de que Apple e Microsoft também estariam desenvolvendo relógios. É, portanto, muito cedo para apostar em uma ou outra plataforma. Mas, até o momento, a Samsung é a única a adotar o Tizen em um relógio inteligente.
Em termos de interface, não há muitas mudanças. Um gesto de cima para baixo funciona como Voltar, e gestos para os lados permitem navegar entre os aplicativos. É possível mover e criar atalhos para os aplicativos mais importantes.
Como costuma ocorrer com produtos muito novos, a loja de apps do Gear 2 ainda é fraca. São pouco mais de cem aplicativos, e vários deles são apenas novas faces para o relógio ou calculadoras. Entre os mais interessantes estão o FB Quickview, que permite ver mensagens e notificações do Facebook, e o Feedly, leitor de RSS.
Bateria
Aqui, outra melhoria. O Galaxy Gear tinha duração de um ou dois dias, no máximo. Já o Gear 2 tem bateria com duração de três a seis dias. Ainda é pouco perto do Pebble e outros relógios com tela de E-Ink, que têm baterias com duração de algumas semanas. Mas é um avanço considerando que a tela OLED do aparelho consome mais energia. Nos testes do iG, com uso moderado dos recursos do relógio, ela durou 4 dias.
Conclusão
O Galaxy Gear era um produto promissor, mas incompleto. A boa notícia é que, no Gear 2, a Samsung resolveu (ou pelo menos diminuiu) todos os problemas da versão anterior. O Gear 2 é mais rápido, mais elegante, mais confortável e tem mais recursos do que seu antecessor.
O preço de R$ 1.299, porém, ainda é alto para um item que é interessante, mas não fundamental. E, com tantos concorrentes prestes a serem lançados, esse não é exatamente o momento ideal para comprar um relógio inteligente. O Gear 2 é um excelente produto, mas provavelmente é melhor esperar um pouco para ver o que a concorrência apresenta antes de optar por um smartwatch.
Ficha técnica
Gear 2
Configuração: tela de 1,63 polegadas com resolução de 320 x 320 e tecnologia Super AMOLED, processador dual core de 1 GHz, 4 GB de armazenamento interno, câmera de 2 megapixels com gravação de vídeo em 720p, Bluetooth 4.0 LE, sistema Tizen.
Preço: R$ 1.299
Peso: 68 gramas
O WhatsApp tem mais de 400 milhões de usuários ativos por mês, e versões para todas as plataformas de smartphone do mercado. Um dos motivos do sucesso do programa é sua simplicidade. Qualquer usuário de smartphone pode instalar e começar a usar o programa poucos segundos. Mas alguns truques ajudam a usar o aplicativo com mais facilidade. Veja abaixo 5 dicas para usar o WhatsApp.
Como bloquear o acesso ao WhatsApp
Quem tem um smartphone Android pode bloquear o acesso ao WhatsApp facilmente. Basta instalar o aplicativo Messenger and Chat Lock. Depois de instalado, esse aplicativo bloqueia o Whatsapp com uma senha definida pelo usuário. O aplicativo também pode impedir acesso a outros mensageiros, como Viber, Facebook Messenger e Hangouts.
Como enviar sua localização
Combinou um encontro com amigos e chegou mais cedo? Uma forma fácil de mostrar para seus contatos onde você está é enviar sua localização pelo WhatsApp. Escolha o contato ou grupo que receberá a informação e toque no botão de anexos. Na janela seguinte, escolha o item localização. Seus contatos receberão um link que pode ser aberto nos aplicativos de mapas do celular.
Como criar atalhos para contatos muito usados
Tem um contato muito frequente no WhatsApp? Crie um atalho para agilizar a conversa com ele. Um ícone com a foto do contato será criado na tela principal do smartphone. Você pode tocar nele e começar a conversar, sem ter que abrir a tela principal do Whatsapp e procurar pelo contato na lista.
Para fazer isso, basta tocar por alguns segundos no contato desejado. No menu seguinte, escolha a opção "Adicionar atalho para conversa". Pronto, o atalho para o contato está na tela principal do smartphone.
Como desativar a notificação de mensagem lida
Em algumas situações, você pode não querer que seus amigos saibam que você viu uma mensagem. É possível configurar o WhatsApp para não enviar o símbolo de marcado quando a mensagem for lida.
Para fazer isso, vá nas configurações do WhatsApp e depois escolha "Informações da Conta" > "Privacidade". No menu seguinte, toque no item "Visto por último" e escolha quem receberá suas notificações de mensagem lida. Essa dica vale apenas para iPhone e Android.
Como bloquear um contato no Whatsapp
Há algumas formas de bloquear um contato no WhatsApp. Caso o contato já esteja em sua lista, abra a página de conversas, toque no ícone de configurações (no Android, três pontos alinhados na vertical) e depois toque em "Mais" > "Bloquear".
A Microsoft estaria desenvolvendo um smart watch para competir com os relógios inteligentes da Samsung, Sony, Motorola, e, provavelmente em um futuro próximo, da Apple. As informações são do Daily Mail, que relatou uma nova patente registrada pela empresa nos Estados Unidos.
A patente esboça um projeto de um relógio de pulso que serviria como um monitor de exercícios físicos, tocador de músicas, e teria funções para ligações e mensagens. O relógio se destacaria da pulseira para se conectar a um carregador.
Além disso, a pulseira viria nas cores vermelho, preto, amarelo e azul e o relógio rodaria uma versão do Windows 8. Acredita-se que o projeto seria do antigo CEO da Nokia, Stephen Elop, que agora é responsável pela divisão de dispositivos móveis da Microsoft.
O pedido da patente foi feito em outubro de 2012, mas só foi liberado recentemente pelo escritório de patentes dos Estados Unidos. Ainda não há informações oficiais de que a Microsoft realmente vai produzir o smart watch, mas investidores e empresas de tecnologia estão esperando que o mercado de dispositivos vestíveis sofra um grande crescimento.
Patente registrada pela Microsoft mostra relógio inteligente que se destaca da pulseira
Foto: Reprodução/Daily Mail
A Motorola divulgou nesta terça-feira as primeiras imagens do smartwatch da Motorola, o Moto 360. O relógio inteligente é o primeiro da companhia e o primeiro com a chancela do Google, entrando na classe Android Wear, dispositivos de tecnologia que podem ser usados como roupas.
O relógio possui formato redondo e apresenta o “Ok Google”, um controle de voz usado nos smartphones com a chancela da empresa – ele possibilita dar respostas como resultados de jogos, previsão do tempo, buscas na web, enviar mensagens, telefonar, programar um alarme, tocar música, entre outras funções.. O gadget também apresenta legendas e notificações em sua tela.
A Motorola informa que o Moto 360 estará disponível para venda global no segundo semestre de 2014.
Android Wear
Ainda nesta terça-feira, o Google lançou o projeto Android Wear que visa estender o sistema operacional Android para dispositivos vestíveis, como os relógios inteligentes. Aplicativos do Android Wear serão capazes de mostrar atualizações de redes sociais, enviar mensagens instantâneas, receber notícias e monitorar exercícios físicos.
O Google também apresentou um kit de desenvolvedor para que fabricantes de aplicativos possam adaptar seus apps para o Android Wear.
Moto 360, o primeiro smartwatch da Motorola
Foto: Motorola / Divulgação
Chamados de “phablets”, os smartphones com tela superior a cinco polegadas - uma mistura de tablet e celular -, trazem à tona sentimentos de amor e ódio dos consumidores. Alguns adoram a experiência da tela grande, principalmente para aplicativos multimídia, enquanto outros não conseguem encontrar uma maneira confortável de carregá-los por aí.
O Fonepad 7 é um dos mais recentes aparelhos dessa categoria, aposta da Asus nesse mercado. Na verdade, ele está mais para tablet do que outros modelos concorrentes, por conta da sua tela de sete polegadas. Enquanto outras fabricantes apostam em tablets desse tamanho, mas mantém os smartphones com telas entre cinco e seis polegadas, a Asus arrisca que a função de ligação e mensagens no aparelho pode ser útil para algumas ocasiões. A ideia é atingir aquele consumidor que precisa ficar conectado o tempo todo, mas só faz ligações de vez em quando. Por trás disso, existe a lógica de que as pessoas estão usando seus smartphones cada vez mais para fazer outras coisas do que somente fazer chamadas.
Depois de testar o aparelho, fica claro que o Fonepad 7 é mesmo um bom tablet. Mas ele não pode substituir um smartphone, principalmente quando consideramos o mercado brasileiro, composto de milhões de pessoas que ainda não têm um smartphone. Embora a consultoria IDC tenha divulgado que a venda de celulares inteligentes no Brasil superou a dos celulares comuns - ou feature phones - no ano passado, os consumidores dificilmente vão gastar cerca de R$ 999 em seu primeiro smartphone.
Vale lembrar também que fazer ligações em um gadget de sete polegadas fica desconfortável se o usuário não tiver um fone de ouvido ao seu alcance. Com esse obstáculo, a função de chamadas fica obsoleta no aparelho.
O phablet da Asus seria uma opção ideal para quem busca um primeiro tablet com boas configurações e tem um orçamento um pouco maior, ou para aqueles que já têm um tablet com especificações inferiores e quer trocar por um aparelho mais robusto.
As configurações dele não deixam a desejar. Por suportar um Micro SIM, ele tem conexão 3G, o que permite a navegação em ambientes que não têm Wi-Fi. O sistema operacional é o Android 4.2, com atualização para o 4.3, processador Intel Atom de 1.6 GHz de dois núcleos, bateria de 3.950 mAH, 1 GB de memória RAM e 8 GB de espaço de armazenamento, expansíveis com um cartão microSD.
O modelo se mostrou um bom aparelho para a reprodução de vídeos e músicas. A tela dele é de alta definição (1200 x 800 pixels) com tecnologia IPS, capaz de proporcionar um maior ângulo de visão. Outras vantagens são os alto-falantes estéreos que ficam na parte frontal do phablet, que permitem um som mais alto nos toques, música e vídeos. A função deixou um pouco a desejar ao acessar vídeos pelo aplicativo do Netflix.
Por fim, o Fonepad 7 tem duas câmeras: a frontal de 1.2 MP para videoconferências e a traseira de 5 MP. A resolução da câmera traseira é mediana, mas ela traz recursos interessantes para fotos panorâmicas, imagens noturnas e até para criar gifs.








