As vendas combinadas de PCs, tablets e celulares vão somar 2,4 bilhões de unidades em 2013, um crescimento de 9% sobre o ano passado, informou hoje o Gartner.
A empresa de pesquisas destacou que a proliferação de tablets de preço mais acessível está acelerando a migração do interesse dos consumidores dos PCs para esses dispositivos.
"Enquanto existirão pessoas que terão tanto um PC como um tablet, a grande maioria dos consumidores ficará satisfeita com a experiência do tablet como seu principal dispositivo de computação", afirmou Carolina Milanesi, vice-presidente de pesquisas do Gartner.
Como reflexo desse contexto, o Gartner projeta uma queda de 7,6% nas vendas da categoria de PCs e notebooks, para 315,2 milhões de unidades. A consultoria ressaltou que essa não é uma tendência temporária, mas uma decorrência da mudança do comportamento dos consumidores no longo prazo.
A empresa destacou, no entanto, que a categoria de ultrabooks vai ajudar a compensar esse declínio, saltando de 9,8 milhões de unidades em 2012 para 23,5 milhões neste ano.
Para os tablets, a projeção é de um total de vendas de 197 milhões de unidades em 2013, o que representa um crescimento de 69,8% sobre o ano passado, quando a categoria registrou um volume de vendas de 116 milhões de unidades.
"O crescimento no segmento de tablets não estará limitado aos mercados maduros. Os usuários em mercados emergentes vão cada vez mais escolher o tablet como seu primeiro dispositivo de computação", disse Ranjit Atwal, diretor de pesquisas do Gartner.
A queda nos preços também vai trazer bons reflexos nas vendas da categoria de celulares, especialmente, no segmento de smartphones. Para 2013, a previsão é que as vendas de celulares registrem um volume de 1,87 bilhão de aparelhos, sendo que 1 bilhão desses dispositivos serão smartphones. Com o patamar, a categoria registraria um avanço de 7,4% em relação ao ano passado.
Quando se trata de comprar carros, os consumidores americanos se preocupam menos com o tamanho e o preço e mais com a possibilidade de sincronizar seus celulares inteligentes aos sistemas do veículo, afirmou um importante executivo do setor.
Falando antes da abertura do salão do automóvel de Nova York, cujo foco costuma estar nos carros de luxo, Jim Farley, vice-presidente da Lincoln, a divisão de veículos de luxo da Ford, alertou as montadoras sobre as rápidas mudanças que a compra de carros vem sofrendo nos EUA e sobre o efeito que isso teria sobre o comportamento dos consumidores.
As montadoras podem enfrentar dificuldade para persuadir os compradores a mudar de marca devido à dificuldade de fazer com que os aparelhos móveis dos motoristas funcionem com as tecnologias adotadas por diferentes fabricantes, disse ele.
"E se um dia o consumidor decidir que não mudará de marca devido à dificuldade de transferir seus dados?", questionou Farley.
Além de destacar a mudança nas atitudes com relação aos aparelhos móveis, Farley afirmou que os consumidores talvez já não correlacionem o preço ou tamanho de um carro -no passado indicadores cruciais para os compradores de carros de luxo- à sua qualidade.
Os compradores esperam encontrar veículos de luxo com todos os requisitos por preços inferiores a US$ 60 mil, disse.
SEMELHANÇA
O ponto central de sua palestra era um alerta sobre a crescente importância da tecnologia móvel para os compradores de automóveis, além da necessidade de tornar mais semelhantes as tecnologias adotadas por diferentes montadoras, em lugar de elas criarem sistemas de informação concorrentes.
Farley fez suas declarações sobre o impacto potencial das diferenças de tecnologia depois que Doug Frisbie, diretor-geral de sistemas para automóveis do Facebook, comparou a abordagem atual das montadoras de automóveis à que os fabricantes de celulares adotaram quando os serviços de dados começaram a se desenvolver.
"Todos estão tentando criar sistemas exclusivos", disse Frisbie. E é preciso haver mais compatibilidade entre os fabricantes, acrescentou.
"As montadoras de automóveis nem sempre foram as vozes mais confiáveis com relação à tecnologia", disse.
"É por isso que é bom ter o Facebook e o Google dizendo coisas que talvez não sejam tão confiáveis quando sou eu que as digo."
Tradução de PAULO MIGLIACCI
A Rockstar divulgou, nesta quarta-feira (27), novas imagens do aguardado "GTA 5", mais um capítulo da polêmica série de ação na qual o protagonista mata, rouba e comete outros crimes para sobreviver e ganhar fama.
Os screenshots mostram mais sobre Los Santos, a cidade norte-americana onde a trama do jogo se passa --segundo a Rockstar, Los Santos será maior do que a soma das de todos os títulos anteriores. Para dar conta de tanto espaço, o jogador controlará três personagens diferentes durante o enredo do game.
A data oficial de lançamento de "GTA 5" é 17 de setembro, cerca de quatro meses a mais do que o originalmente planejado.
O game precisou de mais tempo de desenvolvimento para atingir o padrão que os produtores e consumidores querem, disse a Rockstar, que se desculpou pelo atraso e agradeceu a paciência dos fãs.
A franquia bateu recordes em 2008 com "GTA 4", que gerou US$ 310 milhões de lucro apenas nas primeiras 24 horas de venda.
O faturamento do mercado de consoles de videogames no Brasil cresceu 43% em 2012 na comparação anual, movimentando cerca de R$ 1 bilhão, de acordo com dados da empresa de pesquisa GfK divulgados nesta quinta-feira (21).
O avanço aconteceu apesar do brasileiro pagar caro pelos aparelhos --cerca de R$ 917 por console, bem cima, por exemplo, do valor médio na Alemanha, de R$ 530, segundo a GfK.
Já o segmento de jogos movimentou R$ 629 milhões no ano passado, alta de 72% sobre 2011, atribuída pela GfK à "migração de muitos consumidores para o mercado formal".
O preço dos jogos foi de, em média, R$ 103 no país, em linha com a média mundial, segundo a GfK. Na Alemanha esse valor é equivalente a R$ 93 e na França, a R$ 104.
"Em 2012, a nova geração de consoles --PS3, Xbox e Wii-- tomou conta do mercado", afirmou a GfK em comunicado. "O preço médio não caiu, já que o consumidor migrou para essa nova geração e investiu em jogos e acessórios, especialmente os que permitem ficar de pé e movimentar o corpo".
O YouTube recebe 1 bilhão de usuários únicos por mês, ou quase metade das pessoas na internet, informou o site do Google de compartilhamento de vídeos.
"Se o YouTube fosse um país, seria o terceiro mais populoso depois da China e Índia", disse o site em seu blog na quarta-feira.
A popularidade de vídeos musicais, como o "Gangnam Style" do cantor sul-coreano Psy, contribuiu para explodir a audiência do YouTube. O vídeo já tem 1,45 bilhão de exibições.
O YouTube fez sucesso instantâneo ao ser lançado por três ex-funcionários do Paypal em 2005, ganhando milhões de usuários já no primeiro ano. O Google comprou o site por US$ 1,65 bilhão em 2006.
O site, que há um ano tinha 800 milhões de usuários únicos por mês, agora representa para o Google um das maiores oportunidades de novas fontes de receita fora do tradicional negócio de publicidade no motor de busca.
A revista AdAge noticiou em janeiro que o Google planejava oferecer assinaturas pagas a alguns conteúdos ainda neste ano.
O YouTube procurou diversos produtores de vídeo, pedindo-os que se candidatassem para criar canais pagos, disse a AdAge, acrescentando que o primeiro desses canais poderia entrar no ar até o segundo trimestre por 1 a 5 dólares por mês.








