O número de PCs e tablets nas mãos de consumidores finais e instalados para uso nas empresas no Brasil chegou a 118 milhões em abril de 2013.
A base instalada desses aparelhos representa uma penetração de 60% do total da população brasileira. Nos Estados Unidos, esse percentual é de 120%.
O dados constam da pesquisa anual "Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgada nesta quinta-feira (18).
Segundo o estudo, o volume de PCs e tablets em uso no Brasil em relação à população deve atingir 100% em 2016. Em 2008, a densidade era de 50%.
De acordo com o professor Fernando Meirelles, coordenador do estudo, o aumento da penetração se deve ao avanço dos tablets, inclusive para uso corporativo.
Em 2012, a base instalada de PCs e tablets no país cresceu 20%, totalizando 109 milhões de unidades. Desse universo, 5 milhões correspondem a tablets.
EMPRESAS
A pesquisa também levantou dados sobre o uso de tecnologia nas empresas.
O estudo apontou que o investimento realizado pelas empresas do Brasil em TI representa 7,2% de seu faturamento líquido.
As companhias gastam, em média, R$ 24,5 mil por ano com cada usuário (funcionário que utiliza um computador).
A Microsoft é a plataforma dominante nas empresas, segundo a pesquisa.
O navegador da empresa americana, o Explorer, é utilizado por 91% das companhias, seguido do Mozilla Firefox, com 7%. Outros navegadores respondem por 1% da utilização.
Já entre os sistemas operacionais, o Windows lidera com 98% de utilização entre as empresas pesquisadas.
Cerca de 40 lojas do comércio eletrônico do país participam da segunda edição do Dia do Frete Grátis no próximo dia 26.
Durante 24 horas, esses varejistas virtuais ampliarão suas políticas de frete grátis para atrair mais consumidores às compras.
Entre as iniciativas, está a extensão de frete gratuito para regiões onde o preço cobrado para a entrega costuma ser maior, como no Norte e Nordeste, e em produtos de volume e peso maiores.
A ação é promovida pela empresa Busca Descontos, que organizou outras ações no comércio eletrônico nacional, como a "Black Friday" (de descontos) e o "Boxing Day" (saldão pós-Natal).
Segundo Pedro Eugênio, presidente da Busca Descontos, o objetivo da iniciativa é levar o benefício do frete grátis para um número maior de consumidores e, ao mesmo tempo, aumentar o tráfego --e as vendas-- dos varejistas.
"O frete grátis, como foi visto no início do e-commerce no país, está deixando de ser comum. Hoje, ele é mais focado no eixo Rio/São Paulo", diz. "Por isso, esperamos ter um resultado muito bom com o Dia do Frete Grátis esse ano."
O benefício do frete grátis é um dos grandes atrativos para quem compra na internet.
Segundo um estudo da consultoria comScore, que mede dados da internet, a entrega gratuita é um dos critérios mais relevantes para a compra online, com 23% da opção dos entrevistados.
Só perde para o preço, com 26% das respostas.
Na primeira edição da promoção, realizada no ano passado, 15 lojas participaram. Este ano são esperadas cerca de 40 (veja lista das principais lojas abaixo).
Segundo os organizadores, em 2012, o número de visitantes durante a ação foi de cinco a dez vezes superior ao de um dia normal de vendas.
PRECAUÇÃO
De acordo com Eugênio, a empresa está monitorando os sites participantes para evitar manipulação de preços às vésperas da ação promocional.
A ideia é evitar problemas como os da última "Black Friday", quando houve suspeita de promoções infladas e o Procon-SP chegou a notificar algumas empresas.
A preocupação agora é que, nos dias anteriores ao início da ação, as lojas não repassem para o preço o custo do frete apenas para participar da promoção.
"A Black Friday trouxe uma grande lição para todos. O consumidor está cada vez mais com informação na mão, com acesso a redes sociais e consciente dos seus direitos", afirma.
Segundo ele, a empresa contratou uma empresa especializada em comparação de preços para fazer o monitoramento da promoção na próxima semana.
DIREITOS
O consumidor que fizer uma compra pela internet tem direito de se arrepender da aquisição em um prazo de sete dias, a partir da contratação do serviço ou do recebimento do produto. De acordo com o Procon-SP, é necessário efetuar o pedido por escrito, solicitando a devolução da quantia paga.
Nesses casos, o vendedor deve aceitar o pedido mesmo que a embalagem do produto tenha sido aberta.
Quando um produto apresenta algum defeito, o fornecedor tem prazo de 30 dias para solucioná-lo. Após esse prazo, o consumidor pode exigir a troca ou optar pelo cancelamento da compra e devolução do valor pago.
No caso mercadorias com entrega em domicílio, o consumidor deve solicitar que o prazo de entrega seja registrado na nota fiscal ou no comprovante emitido na compra.
Além disso, a empresa não pode cobrar o agendamento da entrega do produto.
Segundo a Lei de Entrega (nº 14.951/13), em vigor desde fevereiro, os fornecedores que atuam no mercado de consumo do Estado de São Paulo são obrigados a agendar a entrega sem qualquer valor adicional para o consumidor.
A lei define três turnos --das 7h às 11h, 12h às 18h e 19h às 23h-- sendo assegurado ao consumidor o direito de escolher entre as opções.
Três dias após liberar uma atualização de Windows 7 que travou computadores de usuários brasileiros, a Microsoft publicou, nesta sexta-feira, instruções de como desinstalar o pacote e resolver o problema.
Segundo a empresa, o erro acontece quando a atualização de segurança 2823324, criada para resolver uma brecha do sistema, é "colocada lado a lado com certos software de terceiros", sem especificar quais seriam estes softwares.
Na nota publicada em seu blog, ainda afirma que o problema não causa perda de dados nem afeta todos os usuários do Windows 7.
ERRO
Após a instalação do pacote que foi liberado na última terça-feira, usuários relataram que a máquina deixava de iniciar. A animação com o logotipo do Windows chega a ser exibida, segundo relatos, mas volta à etapa zero logo em seguida, ficando em "loop" permanente, e o sistema nunca era acessado.
Valério Kürten Baratter foi um dos afetados e recorreu a um profissional para a solução. "Acabei de pagar R$ 80 para um técnico para solucionar o problema", diz.
Pelo Facebook, o usuário José Maria disse que restaurou o sistema e perdeu arquivos no processo.
INCOMPATIBILIDADE
Segundo o especialista em segurança digital Marcos Tupinambá, o erro acontece devido a uma incompatibilidade da atualização com um programa chamado GBPlugin, requerido por alguns sites de bancos para acesso aos serviços on-line ("internet banking").
"Esta incompatibilidade é mais assustadora pois este módulo é utilizado por diversos grandes bancos brasileiros como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander", disse Tupinambá à Folha.
"Agora fica, por enquanto, a dura escolha para o usuário entre o importante sistema de segurança dos bancos e a tão importante quanto atualização de segurança da Microsoft."
SOLUÇÃO
Veja como a Microsoft recomenda que o problema seja resolvido:
Se a atualização 2823324 já foi instalada, mas o computador ainda não foi reiniciado, há três opções:
Opção 1: Desinstalar manualmente a atualização
No Painel de Controle, abra "Programas" e depois "Atualizações instaladas de modo de exibição"
Selecione "Atualização de Segurança para Microsoft Windows (KB2823324) e clique em "Desinstalar".
Opção 2: Incorporar uma linha de comando de desinstalação num script personalizado
Se vários computadores foram afetados e você quiser rodar um script remotamente para remover a atualização, pode usar o seguinte comando para fazê-lo silenciosamente:
wusa.exe /uninstall /kb:2823324 /quiet /norestart
Opção 3:Rodar um script de remoção remotamente usando PSEXEC
Se vários computadores foram afetados e você quiser rodar um script remotamente para remover a atualização, pode usar o seguinte comando para fazê-lo:
Psexec -d -s \\remotemachine wusa.exe /uninstall /kb:2823324 /quiet /norestart
Se a atualização já foi instalada e está impedindo que o Windows seja iniciado, também há três opções:
Opção 1: Recuperar o último ponto de restauração
Pressione a tecla F8 repetidas vezes durante a inicialização
Selecione "Reparar seu computador"
Escolha o idioma and faça login. (Se não souber a senha, precisará iniciar o sistema através de um DVD do Windows ou de um disco de inicialização USB)
Escolha "restauração de Sistema" no menu.
Restaurar o último ponto de restauração. Isso desinstala a atualização de segurança.
Reinicie o computador normalmente
Opção 2: Recuperar o último ponto de restauração
Pressione a tecla F8 a inicialização
Selecione "Reparar seu computador"
Escolha o idioma and faça login. (Se não souber a senha, precisará iniciar o sistema através de um DVD do Windows ou de um disco de inicialização USB)
Selecione "Prompt de Comando" no menu
Na janela do Prompt de Comando, rode o seguinte comando:
dism /image:C:\ /cleanup-image /revertpendingactions
Reinicie o computador normalmente
Opção 3: Desinstalar a atualização de segurança 2823324 pela linha de comando
Pressione a tecla F8 durante a inicialização
Selecione "Reparar seu computador"
Escolha o idioma and faça login. (Se não souber a senha, precisará iniciar o sistema através de um DVD do Windows ou de um disco de inicialização USB)
Selecione "Prompt de Comando" no menu
Na janela do Prompt de Comando, rode o seguinte comando:
dism /image:C:\ /get-packages
Procure nos resultados a atualização 2823324.
Copie o nome do pacote e cole como é mostrado abaixo:
dism /image:C:\ /remove-package /PackageName:Package_for_KB282332431bf3856ad364e35x86~~6.1.1.1
Você vai receber uma mensagem avisando que a desinstalação foi bem-sucedida
Reinicie o computador normalmente
O Galaxy S 4, novo celular de topo de linha da Samsung, custará R$ 2.399 (versão 3G) e R$ 2.499 (versão 4G) no Brasil.
O Brasil está na primeira leva de países que receberão o aparelho, em 26 de abril.
Fabricado no país, o Galaxy S 4 chegará simultaneamente às quatro operadoras brasileiras (Claro, Oi, Tim e Vivo), segundo a Samsung.
O Galaxy S 3, vendido atualmente a R$ 1.999 no Brasil, custava R$ 2.099 quando foi lançado. Não há previsão para o preço baixar por aqui.
NOVIDADES
A tela do novo Galaxy é 0,2 polegada maior que a de seu antecessor, o Galaxy S 3 (que tem tela de 4,8 polegadas). A resolução apresentou um grande salto: passou de 1.280 x 720 pixels para 1.920 x 1.080 pixels (padrão conhecido como Full HD).
Visualmente, o aparelho não é revolucionário: suas medidas, na verdade, são muito semelhantes às do Galaxy S 3. Uma diferença notável é a redução nas bordas da tela: a Samsung aumentou a área visível e diminuiu o espaço não aproveitado na face do celular.
O smartphone usa o sistema Android 4.2, versão que, assim como a 4.1, usa o codinome Jelly Bean. A interface proprietária da Samsung chamada TouchWiz, que personaliza o software do Google, vem com novidades como controle por gestos e filmagem usando as câmeras frontal e traseira ao mesmo tempo.
Outra capacidade de software nova, chamada Smart Pause, permite que o usuário interrompa a reprodução de um vídeo assim que desvia os olhos da tela. Especulava-se que o telefone seria capaz de rolar páginas também usando só o movimento ocular, mas o rumor não se provou verdadeiro (a função Smart Scroll, que existe de fato, detecta movimentos do pulso usando o acelerômetro).
Parte do espetáculo teatral que foi o anúncio do Galaxy S 4 (ocorrido em Nova York na quinta-feira, 14), o programa de tradução simultânea acionado por voz, chamado S Translator, é outra capacidade introduzida nesse novo aparelho.
O smartphone Galaxy S 4, da Samsung, anunciado nesta quinta (14), tem tela Full HD (resolução de 1.920 x 1.080 pixels) de cinco polegadas e novidades no sistema (um Android 4.2 Jelly Bean) Leia mais
A Apple ainda não vende o iPhone 5 por meio de sua loja on-line no Brasil, mas reduziu os preços de dois modelos anteriores, o iPhone 4 e o iPhone 4S.
Lançado em 2010, o iPhone 4, com 8 Gbytes de armazenamento, agora custa R$ 1.099, ante os R$ 1.499 anteriores --uma redução de R$ 400.
Já o iPhone 4S, de 2011, teve uma queda de R$ 300: o modelo com 16 Gbytes agora é vendido a R$ 1.699. Antes, o preço era R$ 1.999.








