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Google abre inscrições para evento exclusivo do Google Assistente em São Paulo

Evento voltado para desenvolvedores acontece no dia 24 de julho

O Google realiza, no dia 24 de julho, o Actions on Google Day, dia de imersão que vai reunir desenvolvedores para impulsionar a criação de iniciativas para engajar com usuários do Google

Assistente. Serão diversas palestras com foco na tecnologia e desenvolvimento de aplicações para Assistente.

O evento vai reunir desenvolvedores do país em um dia com conteúdo exclusivo para criação de novas ações, aprimoramento trabalhos em produção e feedback da comunidade nas ações já produzidas.

Atualmente, o Google trabalha com mais de 30 parceiros no Brasil para trazer novas ações para a plataforma, permitindo que seus usuários usem apenas a voz em interações cada vez mais naturais com
diversos serviços já presentes no seu dia a dia. Empresas como iFood, 99, Ingresso.com, Restorando e Globoplay estão entre as que estão desenvolvendo ações para o Google Assistente.

Desenvolvedores de empresas interessadas em Actions on Google podem fazer a pré-inscrição para o evento neste link.



(Fonte: @idgnow Da Redação) - 03/07/2018
Startup de Curitiba recorre à realidade virtual e AI para ensinar inglês

Beetools inaugura cinco unidades no Paraná neste mês de julho e até o final do ano espera abrir 15 novas escolas com sistema de franquia

Uma nova escola brasileira de idiomas quer fazer do uso de tecnologias emergentes como realidade virtual e inteligência artificial um caminho, digamos, mais assertivo para seus alunos aprenderem a
língua inglesa.

Batizada de Beetools, a escola é uma iniciativa da startup de Curitiba Beenoculus, que se lançou no mercado em 2015 como uma das primeiras companhias brasileiras a oferecer um headset de VR
proprietário. Fabio Ivatiuk, CEO da Beetools, explica que o propósito da nova escola é tornar mais prático o estudo do idioma ao mesmo tempo que cria um método atualizado para prender a atenção de
alunos de novas gerações.

"Um dia, eu estava caminhando para uma aula e vi uma turma inteira olhando para seus celulares. Fui seguindo eles, eles se sentaram e a professora gritou para que eles guardassem o celular e aquilo
me deu um estalo”, lembra Ivatiuk que trabalha na área de educação há cerca de dez anos. “As pessoas querem que os alunos aprendam da forma que aprendemos antigamente, mas será que a gente não
consegue usar os dispositivos de hoje para ensinar de uma forma mais efetiva?”, questiona o empresário.

Sala de aula invertida

Segundo Ivatiuki, a startup dedicou 13 meses para construir a metodologia da Beetools, que inaugura suas primeiras unidades em Curitiba já em julho. Diferente do método tradicional de matrícula e
mensalidade, o aluno da Beetools faz a sua inscrição diretamente pelo aplicativo da escola e não paga taxa de matrícula. Ele compra pacotes de 20, 30, 60 ou até mesmo 1 aula sem precisar assinar
contratos, pois pagará somente pelos créditos de aulas adquiridos. A Beetools diz que o valor de cada aula varia de acordo com a cidade. As aulas, que são presenciais, são preparadas para alunos a
partir de 10 anos.

O CEO explica que a empresa foca na metodologia de sala de aula invertida para evoluir o aprendizado. Isso quer dizer que o aluno, primeiro, faz as tarefas pelo aplicativo e depois vai tirar suas
dúvidas em sala de aula. Outro diferencial se debruça na computação cognitiva para personalizar o ensino. Com uso do IBM Watson, os professores conseguem avaliar, em um nível, mais minucioso, no
caso, na análise de dados, as lacunas no aprendizado. Ao mesmo tempo, todas as tarefas, são entregues de forma automatizada. Se o sistema de AI, por exemplo, identificar que um aluno está tendo
dificuldades em aprender concordância verbal, a tecnologia concentrará mais exercícios neste tema.

Já a realidade virtual serve para contextualizar o aluno em um ambiente de uso prático do idioma. Ao colocar o óculos, o estudante será imerso em situações onde ele precisará aplicar o idioma como
se estivesse vivendo a cena na vida real. Completam a metodologia, o uso da gameficação para engajar o aluno.

Onde fica o professor nesta nova sala de aula?

Mas com o uso de inteligência artificial, plataformas digitais e gadgets, você pode se perguntar que papel o professor terá na Beetools. Segundo o CEO da startup, os professores aqui servem como um
guia no aprendizado.

“Levamos o professor para ficar ao lado do aluno. Munido de dados, ele vai atuar como um guia, vai ensinar o aluno nessa jornada do conhecimento. Todo o input será dado através do sistema, toda
parte do ensino, a entrega dos exercícios é automatizada”, explica. “O professor, se ele entender que é possível colaborar de uma forma diferente, ele não vai ter seu papel reduzido, e sim ampliado. Mas o professor que acredita que será substituído pela tecnologia, ele provavelmente será. O educador que entende que a tecnologia vai ajudar no ensino do aluno, este vai conseguir entregar o máximo”.

Para escalar, a Beetools já se lançou no mercado como um sistema de franquias onde o investimento inicial para interessados é de R$ 290 mil reais. Segundo a companhia, 15 novas unidades serão
abertas até o final do ano no Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Um dos diferenciais da franquia está na possibilidade de o empreendedor adotar o modelo de escola Contêiner, onde a Beetools tem uma
parceria com a Delta Conteiners, que entrega em até 60 dias uma estrutura pronta para iniciar as aulas.



(Fonte: @carlamatsu Por Carla Matsu*) - 03/07/2018
Gerente de loja de informática "previu" o futuro dos computadores em 1979

Em 1979, pouco depois de o Apple II ter chegado às prateleiras nos EUA, o jornalista vencedor do Pulitzer David Hoffman reunia algumas entrevistas para o seu documentário The Information Society. O objetivo: coletar impressões de vários
usuários sobre o recém-introduzido microcomputador. Entre depoimentos que incluíam "minha família considera que eu tenho gastado muito tempo nisso" e afins, entretanto, há um certo sujeito de bigode - não identificado pelo autor - que
emite algumas sentenças realmente visionárias.


Homem prevê futuro do Computador em 1979
Foto: David Hoffman / Canaltech

"O microcomputador é um aparelho educacional", ele começa, acrescentando que a ferramenta é também "um reflexo imediato da sua própria imaginação, da sua inteligência e da sua habilidade de programação". Quanto se trata de mensurar o
impacto do novo aparato nos anos à frente, entretanto, o depoimento ganha ares de previsão: "[O computador] deve levar à uma estratificação vertical da sociedade", diz o homem.



E continua: "Haverá motoristas de caminhão que tocarão sobre uma tela para definir suas rotas, (...) haverá médicos que também devem se utilizar de microcomputadores - e haverá aqueles que preferirão manter as coisas como são".

Extinção de cargos (e do tédio)
Sobre a possível extinção de cargos? "Isso será muito interessante: há a questão de quantas profissões serão criadas e quantas vão se tornar completamente obsoletas pela existência do computador." Algo plenamente desculpável, é verdade.

Afinal, "o computador jamais tornará obsoleta uma profissão que não deveria se tornar obsoleta". E também, "Nós somos humanos, e somos mais adaptáveis ao nosso meio ambiente do que o computador é ao dele", de maneira que "nós é que
devemos nos adaptar".

Por fim, o crítico improvável conclui: o computador pessoal surgiu para levar embora o aborrecimento das nossas vidas. "Vamos deixar que o computador leve embora o tédio, para que os três dias de trabalho semanais finalmente se tornem
uma realidade". Ok, algumas previsões talvez ainda não tenham se concretizado. Talvez após o próximo lançamento da Apple - quem sabe?



(Fonte: Redação - Canaltech) - 25/06/2018
A progressão e o impacto dascriptomoedas na economia

Criptomoedas são o método de pagamento do futuro. As moedas digitais estão a mudar a forma como as pessoas lidam com negócios e como interagem com dinheiro. Desde a grande explosão da Bitcoin, temos visto cada vez mais criptomoedas a
entrarem no mercado, e consequentemente, a sua popularidade como forma de pagamento tem aumentado drasticamente. Até recentemente, criptomoedas passavam despercebidas para o mercado financeiro, mas com o crucial aumento do valor da
Bitcoin, os olhares ficaram postos nas moedas digitais. Em 2017, a Bitcoin viria a aumentar de valor exponencialmente, chegando ao fim do ano a atingir quase 20 mil dólares por 1 Bitcoin.

A Bitcoin é uma moeda digital que se pode obter através da resolução de pequenos algoritmos na internet (técnica conhecida também como “mining”), ou através de investimentos no mercado de trocas. Com o impressionante aumento do valor da
Bitcoin, mais moedas digitais têm surgido em diversas plataformas como outros métodos para proceder com uma transação online, o que certamente viria a despertar o interesse de diversas indústrias para considerar esta moeda como um
potencial meio de pagamento. Bitcoin, tal como Litecoin, MintChip ou Ripple, tem as suas vantagens, pois como uma moeda digital, não existe nenhuma entidade
governamental que tenha controlo sobre o valor da mesma, no entanto, mesmo apesar das suas transações serem feitas de forma encriptada, existe a possibilidade de uma falha de segurança que lhe pode custar bastante dinheiro, mediante o
valor da moeda digital.

A popularidade das criptomoedas viria a forçar diversos comércios a adaptar os seus métodos de pagamento, de modo a poder aceitar as moedas digitais. Desde então, aplicativos para o smartphones e cartões de débito têm surgido para permitir os consumidores utilizarem as suas criptomoedas em público, mais concretamente, em lojas físicas. Para além disso, bastantes plataformas online começaram também
a aceitar as moedas digitais para carregar créditos em contas online ou para fazer outro tipo de transações pela internet. Com o aumento da popularidade deste dinheiro digital, a imensa procura do consumidor para poder utilizar as suas
criptomoedas viria a chegar ao fim com a introdução de todos estes novos sistemas e métodos para os consumidores poderem realizar verdadeiras transações bancárias.

Se o crescimento atual das moedas digitais como a Bitcoin continuar, é de prever que estas se tornem uma moeda dominante até 2030, no
entanto, algo que pode atrasar e ou até mesmo prevenir que criptomoedas tenham este alcance é devido a uma das suas maiores vantagens: a falta de controlo governamental. A verdade é que o facto de que o valor dessa moeda não é controlada
de nenhuma forma, também tem as suas desvantagens, pois o facto de que o valor da moeda pode oscilar tanto ao longo do tempo, torna a moeda um pouco menos viável para utilização. Por outro lado, outras moedas têm sido criadas desde
então, que têm mantido uma valorização mais regular, similar ao dinheiro real.




(Fonte: protonmail.com - Luiz Cuña) - 25/06/2018
O que a Cortana, assistente inteligente da Microsoft, sabe sobre você?

Um guia básico que revela o quanto a assistente do Windows 10 sabe sobre você; E dicas sobre como gerenciar tais informações e como excluí-las

A Cortana é a assistente digital do Windows 10 e, assim como a Siri, a assistente do Google e a Alexa, da Amazon, sua utilidade depende da quantidade de informações que o usuário permite que ela
acesse. Em pormenores, ela só poderá ser realmente útil se a pessoa der permissão para acessar seus contatos e contar a ela sobre seus relacionamentos. Ela não pode dizer, por exemplo, que a esposa
de um usuário está ligando se ela não souber quem é a esposa.

Permitir que ela acesse a agenda, os e-mails e muito mais significa que a pessoa receberá informações melhores quando fizer uma pergunta a Cortana, como "o que está na minha agenda hoje" ou "quando
é meu voo para Nova York".

A Cortana também pode combinar vários serviços, como e-mail e mapas. Então, se houver um engarrafamento que atrasaria a pessoa no caminho para o aeroporto ou em uma reunião, a Cortana poderia
notificá-lo de que precisa sair antes do esperado.

Mas o que ela realmente sabe sobre os usuários?

A Microsoft tem, ao longo dos anos, dado aos usuários um controle mais granular sobre o que eles querem que a Cortana possa e não possa fazer. Esta é uma visão geral das informações que o usuário
pode permitir ou negar acesso:

Sua localização;
Seus contatos, email, calendário e histórico de mensagens;
Seu histórico de navegação (no Microsoft Edge);
O microfone do seu dispositivo, o histórico de digitação e os padrões de caligrafia;
Lugares que você visita, além de seus locais de residência e trabalho;
Informações de qualquer serviço conectado que você aprova;
Algumas delas estão agrupadas, pois você não pode ativar ou desativar o acesso a serviços individuais: é tudo ou nada.

Quando a pessoa desativa qualquer uma dessas coisas, a Cortana para de coletar essas informações, mas mantém o que ela já "aprendeu".

Para obter uma visão geral do que ela sabe, é só dar olhada no Caderno de Anotações. Para isso, basta clicar na caixa de pesquisa ao lado do botão Iniciar no Windows e, em seguida, no ícone
quadrado com um pequeno círculo, logo abaixo do ícone da página inicial.

O “Organizador” inclui suas listas e lembretes. Em Gerenciar habilidades, é possível conectar serviços à Cortana e ver quais já estão vinculados. Ali, podem ser ativadas ou desativadas as
notificações de serviços como previsão do tempo, voos, reuniões, notícias e manchetes de esportes.

O usuário pode ler a Declaração de Privacidade da Microsoft para saber mais sobre o que ela faz com os dados coletados.

Lembre-se de que o que a Cortana sabe depende do dispositivo que o usuário está usando, que provavelmente é o Windows. Mas também há o aplicativo Cortana para Android e iPhone, que não é muito
conhecido. No entanto, se a pessoa usa a Cortana, faz sentido instalar o aplicativo em seu smartphone para receber lembretes quando não estiver usando seu computador ou laptop.

Como posso deletar o que a Cortana sabe?

A pessoa pode limpar o histórico da Cortana - todas as informações que ela armazenou - clicando na caixa Pesquisar do Windows 10 e, em seguida, na peça Configurações.

Clique em Permissões e Histórico e, em seguida, em "Alterar o que a Cortana sabe sobre mim na nuvem". Isso abrirá o menu Cortana na parte inferior esquerda da tela. Ao rolar para baixo, estará o
botão "Limpar" na seção "Limpar suas informações pessoais".

Ao clicar nele, o botão mudará para "Suas recomendações foram apagadas".

Os dados armazenados também podem ser deletados ao fazer o login na conta da Microsoft no site da Microsoft.



(Fonte: IDG News Service) - 18/06/2018
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Sobre o Portal no Brás

O Portal no Brás foi lançado em 01 de dezembro de 2016, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região NO BAIRRO DO BRÁS no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.