O Instagram pode estar prestes a receber uma função que permitirá chamadas de voz entre os usuários da plataforma. O recurso apareceu em uma versão de testes do aplicativo, como uma nova opção do sistema de mensagens diretas da rede social, ainda sem interface e opções de recursos, mas já com a possibilidade de conectar dois utilizadores de maneira simplificada.
A adição ainda crua indica um recurso ainda em desenvolvimento, cuja disponibilidade não deveria ter ocorrido nem mesmo em versão Beta. Faltam, por exemplo, opções como silenciar ou modificar a câmera usada, com nem mesmo uma interface com botões estando disponível. Tudo, entretanto, pareceu funcionar durante os testes efetuados pela imprensa internacional.
O Instagram, entretanto, não comentou sobre o assunto. Os poucos usuários que tinham a versão de testes e viram o recurso notaram seu desaparecimento, enquanto a empresa disse que não comenta sobre rumores ou especulações, deixando para o futuro uma possível confirmação sobre o recurso.
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Botão indica chegada das chamadas de vídeo ao Instagram.
Foto: Canaltech
Foi assim, entretanto, com o recurso que permite colocar GIFs nos Stories, liberado recentemente. Cada vez mais, o Instagram trabalha para roubar o espaço de outras plataformas, principalmente as da concorrência, ao mesmo tempo em que tenta aumentar o tempo que os usuários passam usando seus serviços. Unir chamadas de voz, imagens, vídeos e GIFs em um só lugar pode ser uma ótima maneira de fazer isso.
O sistema, inclusive, já existe e é funcional. Há algum tempo, usuários podem solicitar entrada em transmissões ao vivo de amigos, desde que autorizados, para conversarem e interagirem com outros seguidores. A versão Beta das chamadas de voz soa como algo semelhante, uma vez que é preciso autorizar o recebimento de chamadas para que o recurso seja ativado, o que pode indicar que tudo vai funcionar em cima dos mesmos sistemas e de maneira semelhante.
A expectativa dos responsáveis pela descoberta da função é de que ela será liberada em alguns meses, devido à ausência de funcionalidades e de um desenvolvimento claramente em andamento. Como o Instagram se recusou a falar no assunto, entretanto, não dá nem mesmo para saber se ela efetivamente verá a luz do dia, ou se, aqui, estamos falando apenas de uma liberação sem querer de um recurso em experimentação. As apostas, entretanto, apontam para um futuro lançamento.
A Berliner Verkehrsbetriebe (BVG), a companhia responsável pelo metrô de Berlim, em colaboração com a Adidas, lançou um bilhete anual para lá de estiloso. Os tênis têm design inspirado nos bancos encontrados dentro dos vagões.
Apenas 500 unidades foram fabricadas, o que nitidamente foi pouco, pois as vendas esgotaram no mesmo dia em que foram lançadas. Os bilhetes anuais do metrô de Berlim custam cerca de € 728, ou aproximadamente R$ 2.855 em conversão direta. A versão calçável do bilhete, os tênis, saíram por €180, pouco mais de R$ 700. Uma economia de mais de 2 mil reais que vem com um calçado pra lá de exclusivo.
A Berliner Verkehrsbetriebe diz que os tênis dão ingresso ao metrô berlinense de 16 de janeiro até 31 de dezembro de 2018. Abaixo, um tweet da BVG anuncia o produto:
As filas formadas por interessados em adquirir um par dos tênis-bilhete era imensa e logo as 500 unidades foram vendidas. Obviamente, alguns dos pares adquiridos na ocasião foram colocados à venda em sites como o ebay por valores muito acima dos €180, como por exemplo esse anúncio, que oferece o produto exclusivíssimo por mais de € 3 mil.
BVG e Adidas
Foto: Reprodução / Canaltech
O diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), Paulo Salles, disse hoje (19) que a sociedade precisa estar preparada para viver com menos água e que isso implica, do ponto de vista tecnológico, na aposta em técnicas de reúso da água. Durante palestra na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o biólogo falou sobre os preparativos para o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em Brasília de 18 a 23 de março.
“Precisamos rever nossos conceitos com relação ao uso da água e com relação à maneira como estamos tratando os recursos naturais que garantem a permanência da água nos ecossistemas. É um processo educacional que já vem sendo feito e acredito que esses momentos de dificuldade que estamos vivendo estimulam ainda mais nosso empenho no sentido de mudar essa cultura e tornar a população mais bem-educada”, disse Salles ao se referir à crise hídrica em parte do país.
Além da necessidade de se avançar em técnicas de reúso, Salles também defendeu a busca por outras fontes de abastecimento, como a dessalinização da água do mar em cidades litorâneas e, particularmente, no Nordeste brasileiro. “A água está presente em todas as atividades humanas, inclusive nas atividades econômicas. E o fórum vai tratar um pouco de cada coisa. Não é um evento científico nem organizado exclusivamente pra governo ou sociedade civil. É uma plataforma que vai abordar todos esses assuntos numa perspectiva diversificada, para atender a todos os públicos”.
O especialista lembrou que o Brasil sempre chamou a atenção do mundo em razão do volume de água doce acumulada. Para ele, o país tem também uma legislação avançada e instituições com bom desempenho no setor. “Já temos um protagonismo. Com a realização do fórum em Brasília, neste momento em que a crise é tida como mundial, temos uma oportunidade muito grande de reafirmar os nossos compromissos, valores e ideias, compartilhar aquilo que temos de boas práticas e aprender as soluções já testadas e aprovadas em outros países”.
Hemisfério Sul
Essa é a primeira vez que o Fórum Mundial da Água será realizado no Hemisfério Sul. O tema da oitava edição, Compartilhando Água, será debatido por representantes de governos, da sociedade civil, de empresas públicas e privadas e de organizações não governamentais de diversos países.
A organização espera receber mais de 60 chefes de Estado em Brasília, além de especialistas internacionais. Na programação, estão previstos mais de 200 debates e atividades educativas, informativas e culturais.
Espaço gratuito
Na edição de Brasília, o evento vai contar com um espaço gratuito, chamado Vila Cidadã, uma espécie de arena de debates, palestras, exposições, cinema, artesanato, bate-papos e espaço gourmet.A estrutura ficará montada no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
O 8º Fórum Mundial da Água é organizado pelo Conselho Mundial da Água, pelo governo de Brasília, representado pela Adasa, e pelo Ministério do Meio Ambiente, representado pela Agência Nacional das Águas (ANA).
Criado em 1996 pelo Conselho Mundial da Água, o fórum foi idealizado para estabelecer compromissos políticos acerca dos recursos hídricos. O evento ocorre a cada três anos e já passou por Daegu, na Coreia do Sul (2015); Marselha, na França (2012); Istambul, na Turquia (2009); Cidade do México, no México (2006); Quioto, no Japão (2003); Haia, na Holanda (2000); e Marrakesh, no Marrocos (1997).
Qualquer tentativa de regular as criptomoedas, como a bitcoin, deve ser em escala global, uma vez que as regras nacionais ou regionais dificilmente seriam
obedecidas por uma comunidade virtual e sem fronteiras, disse nesta segunda-feira um diretor do banco central da Alemanha.
Autoridades nacionais em todo o mundo, particularmente na Ásia, tentaram colocar freios no boom global na negociação de bitcoin e outras cripomoedas - uma
forma de dinheiro digital criada e mantida por usuários.
Mas Joachim Wuermeling, membro do conselho do Bundesbank (banco central alemão) disse que as regras nacionais terão dificuldades em conter um fenômeno
global.
"A regulamentação efetiva das moedas digitais somente será possível por meio de uma maior cooperação internacional, porque o poder regulatório dos países é
obviamente limitado", disse Wuermeling a um evento em Frankfurt.
Os reguladores chineses proibiram ofertas iniciais de moedas (ICOs), fecharam as bolsas locais de criptomoedas e limitaram a exploração de bitcoins, mas a
atividade continuou através de canais alternativos na China, apesar da repressão.
A Coreia do Sul, onde a especulação de criptomoedas é abundante, está trabalhando em planos para proibir as bolsas de moedas digitais.
A União Europeia e legisladores concordaram no mês passado com regras mais estritas para prevenir a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo em
plataformas de troca de bitcoin e outras moedas virtuais.
Saindo um pouco da fabricação de eletrônicos para o consumidor, a Panasonic está encabeçando o projeto que visa construir uma cidade inteligente no Colorado,
nos Estados Unidos, equipada com veículos autônomos, estradas tecnológicas e Wi-Fi grátis.
A ideia é que a cidade high-tech seja inaugurada perto de Denver até o ano de 2026 como parte do projeto CityNow. O terreno de quase dois mil quilômetros
quadrados fica perto do aeroporto de Denver, e a Panasonic já instalou por ali os hotspots de Wi-Fi, além de iluminação pública com LEDs, sensores de poluição,
câmeras de segurança e placas de captação de energia solar.
Imagem mostra modelo da cidade inteligente da Panasonic (Reprodução: Divulgação)
Foto: Canaltech
No momento, a Panasonic está preparando o local para que veículos autônomos possam rodar em suas ruas. Um sistema que vai "conversar" com esses carros
está em desenvolvimento, responsável por fornecer recomendações de rotas com base no tráfego em tempo real, por exemplo.
A companhia, ainda, pretende compartilhar os dados coletados na cidade inteligente por meio de uma API pública e, caso o projeto se mostre um sucesso, a ideia é
levar o CityNow para outras regiões do país.








