O setor de software no Brasil tem condições de crescer cerca de 20% neste ano em relação a 2009, recuperando ritmo observado há alguns anos, afirmou a Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), nesta quinta-feira, segundo a Agência Brasil.
De acordo com o presidente da Abes, Gerson Schmitt, a demanda para programas de computador no Brasil está aquecida e pronta para ultrapassar a alta 2,4% registrada em 2009 sobre 2008, ano em que o setor no mundo cresceu apenas 0,89%.
"A curva de crescimento do setor é muito forte", explica Schmitt. "Ela tem crescido a um ritmo de 20% ao ano, para mais. Então, nós acreditamos que deste ano em diante, o patamar típico do mercado retorna."
Segundo a Abes, o segmento no Brasil é o 12º maior mercado mundial, tendo movimentado US$ 15,3 bilhões em 2009. O mercado nacional é formado por 94% de micro e pequenas empresas.
Para Schmitt, dois dos entraves são a carência na formação de profissionais e o custo de produção nacional.
Segundo números do IBGE, há uma falta de formação no setor acima de 50 mil profissionais qualificados e, segundo a Abes, o custo de produção de software no Brasil é mais caro do que na Índia ou Vietnã, concorrentes diretos da produção brasileira.
"O Brasil tem condições de estar entre os cinco ou seis primeiros em termos de mercado de tecnologia da informação", aponta Schmitt, explicando que o PIB e a área de cobertura são fatores positivos em favor de um crescimento maior no país.
As vendas mundiais de tablets como o iPad vão superar em 2012 as de netbooks (laptops ultraportáteis), estima a consultoria Forrester Research em estudo divulgado nesta quinta-feira (17).
A empresa projeta que computadores com tela sensível ao toque devam vender 3,5 milhões de unidades neste ano, número que deve crescer para mais de 20 milhões em 2015 --o que representaria quase um quarto das vendas totais de computadores.
Em 2014, estima a Forrester, a base instalada de tablets superará a de netbooks pela primeira vez.
A consultoria prevê que, em 2015, o mercado de computadores seja dividido em notebooks (42%), tablets (23%), micros de mesa (18%) e netbooks (17%).
"O crescimento dos tablets vai acontecer às custas dos netbooks, que têm formas semelhantes de consumo de conteúdo e navegação na rede, mas não sincronizam dados por meio de serviços como o iPad faz", afirmou Sarah Rotman Epps, analista da Forrester.
A Microsoft fez uma apresentação para fabricantes de hardware que revelou algumas características do próximo sistema operacional da companhia, inicialmente batizado de Windows 8.
As informações são do site Business Insider desta segunda-feira (28).
O texto sobre a conferência vazou na internet, e aponta o novo sistema operacional com suporte para reconhecimento facial. Ou seja, o sistema vai reconhecer o usuário --e logá-lo automaticamente.
Outras novidades englobam tempo otimizado de iniciação do sistema operacional e suporte para mídia 3D.
A ideia é a de que o sistema também traga integração com a programação televisiva via conexão wireless.
O display também deve ser melhorado, segundo a apresentação, para que o usuário consiga observar a tela em qualquer tipo de iluminação ambiente.
"Desenvolvedores poderão construir experiências modernas em dispositivos display pela plataforma Windows 8, para experiências como estereoscópio em 3D e TV em wireless", afirmou a companhia.
A consultoria Oppenheimer apontou uma estimativa na qual projeta 1,5 milhão de unidades vendidas do iPhone 4 na quinta-feira (24), primeiro dia de lançamento internacional.
A projeção ultrapassa qualquer outro lançamento das versões anteriores.
A versão 3GS vendeu 1 milhão de unidades no final de semana do lançamento, em 2008.
O iPhone 4, que possibilita fazer videoconferência, pode executar tarefas múltiplas simultaneamente e a bateria tem maior duração que as demais versões.
Dentre os 46 analistas entrevistados pela Thomson Reuters Starmine, 42 avaliaram as vendas como "muito fortes" ou "fortes".
O aparelho foi posto à venda ontem nos EUA, Europa e Japão.
A pré-venda do iPhone 4 também bateu recorde: foram 600 mil pedidos registrados em um dia, apenas nos Estados Unidos.
Um estudo divulgado nesta terça-feira aponta que 2,9 milhões de computadores foram vendidos no primeiro trimestre de 2010 no Brasil.
Realizada pela IDC, a pesquisa aponta que isso representa um aumento de quase 40% em relação ao mesmo período do ano passado.
Do total de computadores comercializados no primeiro trimestre de 2010, 61% foram desktops e 39% foram notebooks.
O que mais chamou a atenção no estudo foi a superioridade na venda de notebooks para usuários domésticos, diz a empresa
"Embora o número total de venda de desktops ainda seja maior, pela primeira vez na história o segmento de usuário doméstico de notebooks foi maior, registrando pouco mais de 50% das vendas de equipamentos para o segmento", diz a empresa, em nota.
A IDC afirma que a previsão é que até o final de 2010, o mercado de PCs atinja a marca 13,2 milhões de unidades vendidas, número que é 20% maior do que o registrado em 2009.








