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ANATEL QUER 91% DOS DOMICÍLIOS COM INTERNET ATÉ 2023

Esse é um dos objetivos incluídos na atualização do plano estratégico da agência

Ampliar o acesso à internet em banda larga para os domicílios brasileiros de 74,68% para 91% ao final de 2023 é a principal perspectiva do Plano Estratégico da Anatel para o período de 2015 a 2024, atualizado recentemente. Para isso, pretende estimular a ampliação da cobertura com rede de transporte (backhaul de fibra óptica) de 4.012 para 4.883 municípios e o aumento da velocidade média contratada da banda larga fixa de 45 Mbps para 150 Mbps.

Além disso, prevê a ampliação do percentual da população coberta com serviço de banda larga móvel de 97,30% para 98,65%; da ampliação do percentual de domicílios com banda larga em área rural de 44% para 73,04%; e o aumento da densidade de banda larga fixa de 46,80% para 57%.

Outro objetivo é estimular a competição e a sustentabilidade do setor. As metas a serem alcançadas é manter o grau de concentração de mercado (HHI) na telefonia móvel abaixo de 0,3594; e manter o grau de concentração de mercado (HHI) na Banda Larga Fixa abaixo de 0,1500.

(Fonte: LÚCIA BERBERT) - 26/05/2020
DESIGUALDADE DIGITAL DEIXA 47 MILHÕES DE BRASILEIROS DESCONECTADOS, APONTA PESQUISA

Os dados registram pela primeira vez, que três em cada quatro brasileiros utilizam a web, mas há 26 milhões sem acesso nas classes DE. 58% dos brasileiros buscam a rede exclusivamente pelo telefone móvel, proporção que chega a 85% na classe DE.

Apesar de o uso da internet ter atingido, pela primeira vez, metade da população brasileira, cerca de um um quarto dos habitantes (47 milhões) segue desconectada. Há 26 milhões de não-usuários somente na classe DE. Cerca de 20 milhões de domicílios não possuem conexão à Internet, realidade que afeta especialmente domicílios da região Nordeste (35%) e famílias com renda de até um salário mínimo (45%).

Os dados sobre as desigualdades digitais no país são da pesquisa TIC Domicílios 2019, lançada hoje, 26 , pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Segundo a pesquisa, o celular é o principal dispositivo para acessar a internet, usado pela quase totalidade dos usuários da rede (99%). A pesquisa ainda aponta que 58% dos brasileiros acessam a rede exclusivamente pelo telefone celular, proporção que chega a 85% na classe DE. O uso exclusivo do telefone também predomina entre a população preta (65%) e parda (61%), frente a 51% da população branca.

Entre os anos de 2008 a 2019, houve um aumento significativo no número de lares brasileiros que possuem acesso à internet. De lá para cá, este número cresceu de 34% para 74%. Em contrapartida, o serviço que já é realidade para 95% dos mais ricos, entre as classes D e E este número cai para 57%. Além disso, 20 milhões de domicílios (28%), não possuem acesso à internet.

O contingente de indivíduos sem internet envolve 35 milhões de pessoas em áreas urbanas (23%) e 12 milhões em áreas rurais (47%). O aumento do uso da internet deverá aumentar bastante por conta do isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus, que começou a se expandir no Brasil em março. Também deve ficar mais evidentes como as famílias de menor renda serão mais afetadas, segundo o gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa.

“A falta de acesso à Internet e o uso exclusivamente por celular, especialmente nas classes DE, evidenciam as desigualdades digitais presentes no país, e apresentam desafios relevantes para a efetividade das políticas públicas de enfrentamento da pandemia. A população infantil em idade escolar nas famílias vulneráveis e sem acesso à internet também é muito afetada neste período de isolamento social. A pandemia revela de forma clara as desigualdades no Brasil”, destacou.

Para coordenadora de pequisa sobre Cultura na Internet, Luciana Lima, os dados foram coletadas antes da pandemia, mas já apresentam o cenário das desigualdades digitais que exigem a necessidade de políticas públicas para o enfrentamento dessa crise. “No caso do auxílio emergencial, que é uma das principais iniciativas [de políticas públicas] neste sentido, a gente tem visto algumas dificuldades de implementação justamente por conta destas limitações de acesso à internet”, afirmou.

AVANÇOS
De acordo com a pesquisa, o Brasil conta com 134 milhões de usuários de internet, o que representa 74% da população com 10 anos ou mais. Pela primeira vez na série histórica da pesquisa, mais da metade da população vivendo em áreas rurais declarou ser usuária de internet, chegando a 53%, proporção inferior à verificada nas áreas urbanas (77%). No recorte por classe socioeconômica, também houve avanço no percentual de usuários das classes DE, que passou de 30% em 2015 para 57% em 2019.

Em relação ao tipo de conexão presente nos domicílios, a pesquisa revela que nos últimos quatro anos houve uma inversão nas posições de conexão por cabo ou fibra óptica, e via linha telefônica (DSL). O acesso via cabo ou fibra óptica passou de 24% (2015) para 44% (2019), mesma diferença da conexão DSL, que caiu de 26% para 6% nesse período.

De acordo com a TIC Domicílios, houve um crescimento no uso da rede pela televisão (37%), um aumento de sete pontos percentuais em relação a 2018.

No que se refere a conexão domiciliar, a Internet está presente em 71% dos domicílios brasileiros. A pesquisa constatou um aumento no número de domicílios com acesso à Internet nas classes C e DE.

Nas classes DE, a proporção passou de 30% em 2015 para 50% em 2019.

QUEDA EM COMPUTADORES
Pelo quarto ano consecutivo, a pesquisa verificou uma redução da presença de computadores nos domicílios, passando de 50% em 2016 para 39% em 2019. Pelo recorte socioeconômico, enquanto 95% domicílios da classe A possuem algum tipo de computador, eles estão presentes em apenas 44% dos domicílios da classe C e 14% dos domicílios das classes DE.

(Fonte: ABNOR GONDIM ) - 26/05/2020
Google garante contrato com Departamento de Defesa dos EUA

O Google Cloud, da Alphabet, disse nesta quarta-feira que obteve acordo com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos para ajudar a combater ameaças cibernéticas.



Logotipo do Google Cloud na frente de escritórios da empresa na California. 19/6/2019. REUTERS/Paresh Dave
Foto: Reuters

O acordo permite que a Unidade de Inovação em Defesa execute aplicativos em plataformas, incluindo o Google Cloud, Amazon Web Services e Microsoft Azure, enquanto é gerenciada pelo Google Cloud Console, informou a empresa.

O valor do contrato pode chegar a sete dígitos, informou o site de notícias Axios, citando uma resposta da empresa.

O Google anteriormente havia feito uma oferta por um contrato de computação em nuvem de 10 bilhões de dólares com o Departamento de Defesa, que foi concedido à Microsoft.

(Fonte: Reuters ) - 21/05/2020
TEMPO DO USUÁRIO CONECTADO À 4G AUMENTOU 79,3% DURANTE A PANDEMIA, SEGUNDO CONSULTORIA

Dados da Opensignal apontam que foi o terceiro maior aumento de tráfego no celular na América Latina, atrás apenas de Equador e Costa Rica.



A Opensignal divulgou ontem, 14, os dados de uso da 4G no Brasil durante pandemia. Segundo a empresa, a porcentagem de tempo que os usuários de smartphones brasileiros passaram conectados a um sinal de 4G aumentou 7,4 pontos percentuais, com o resultado de 79,3%.

De acordo com a companhia, foi o terceiro maior aumento em termos percentuais (10,2%) na América Latina entre os primeiros trimestres de 2019 e 2020. Na primeira posição está o Equador com 25% e na segunda a Costa Rica com 14,8%.

As velocidades médias de download no Brasil aumentaram de 2,2 Mbps (17,1%) para 15,3 Mbps, tornando-o o quinto país com mais velocidade de download via 4G da América Latina depois do Uruguai, México, Porto Rico e Argentina.

Na categoria da experiência de vídeo em dispositivos móveis, também houve um aumento significativo, informa a consultoria. A pontuação no país aumentou 11,2 pontos, para 63,2 em 100.

(Fonte: Da Redação) - 21/05/2020
JORNALISMO ESPECIALIZADO PRORROGA CAMPANHA DE APOIO ATÉ 31 DE JULHO

A campanha já conta com o engajamento de 42 empresas: ABERT, ABES, Abratel, Abrasat, Abrint, ABTA, Algar, Assespro, Associação Neo, Brasscom, Brisanet, Claro, Commscope, CPQD, Embratel Claro, Ericsson, Fitec, Futurecom 2020, Highline, Huawei, Infobip, Intel, Kryptus, Mercado Livre, mobi2buy, Mob Telecom, PadTec, Positivo Tecnologia, NIC.br, Oi, RNP, SAS, SindiTelebrasil,Sindisat, Stefanini, Surf Telecom, Sky, TelComp, TIM , Vero Internet, Vivo e WDC Networks.

A campanha #apoieojornalismoespecializado ganhou mais um mês e só será encerrada no dia 31 de julho por conta do forte engajamento das empresas, associações e entidades setoriais. A prorrogação foi a forma encontrada pelos portais Convergência Digital, Mobile Time, Tele.Síntese, Teletime e TI Inside para agradecer a todos que se mobilizaram para nos apoiar nesta iniciativa.

O setor de tecnologia da informação, telecomunicações e internet reconheceu – e está demonstrando – que a informação especializada merece ser preservada e crescer juntamente com as organizações que estão conduzindo as grandes transformações digitais da sociedade brasileira.

Antes mesmo de completar o seu primeiro mês, a campanha #apoieojornalismoespecializado já conta com a participação de 42 das mais importantes marcas do ecossistema digital brasileiro. São operadores de serviços de telecomunicações, desenvolvedores de aplicações, fabricantes globais de soluções, entidades de classe. Todos engajados no reconhecimento do jornalismo de qualidade.

O nosso muito obrigad@ e reconhecimento a vocês, que vestiram a nossa camisa.

ABERT, ABES, Abratel, Abrasat, Abrint, ABTA, Algar, Assespro, Associação Neo, Brasscom, Brisanet, Claro, Commscope, CPQD, Embratel Claro, Ericsson, Fitec, Futurecom 2020, Highline, Huawei, Infobip, Intel, Kryptus, Mercado Livre, mobi2buy, Mob Telecom, PadTec, Positivo Tecnologia, NIC.br, Oi, RNP, SAS, SindiTelebrasil,Sindisat, Stefanini, Surf Telecom, Sky, TelComp, TIM , Vero Internet, Vivo e WDC Networks.

Venha se juntar a esse time que escolheu apoiar o jornalismo especializado. Para participar, nos procure no email: apoieojornalismoespecializado@gmail.com

Juntos, ficaremos mais fortes. #apoieojornalismoespecializado

(Fonte: Da Redação) - 18/05/2020
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