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TSE faz alterações no site para impedir ataques cibernéticos

Ação integra um conjunto de iniciativas adotadas pelo tribunal para aumentar a segurança dos sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral

Na tentativa de evitar ataques cibernéticos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai fazer mudanças no site institucional na internet que se iniciaram nessa sexta (5) e vão até às 8 horas de segunda-feira (8/10). Oficialmente, a informação é que as alterações são preventivas em meio ao crescimento de demandas de acesso às vésperas das eleições.

A ação integra um conjunto de iniciativas adotadas pelo tribunal para aumentar a segurança dos sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral – em especial, os de totalização dos votos e divulgação de resultados.

O coordenador de Infraestrutura da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE, Cristiano Andrade, disse que a medida tem caráter preventivo. “Historicamente, as tentativas de invasão à rede de computadores da Justiça Eleitoral crescem à medida que se aproxima o dia do primeiro e segundo turnos das eleições.”

De acordo com Cristiano Andrade, no fim de semana do primeiro turno das eleições gerais de 2014, o TSE recebeu 200 mil ataques de negação de serviço (DDoS) por segundo.

Houve também registros de ações de exploração de vulnerabilidades como defacement (pichação de sites), proliferação de cavalos de Troia (programas que abrem portas no sistema para conexões externas indevidas), phishing (captura de dados e senhas) e SQL injection (inserção de comandos em bancos de dados por meio da internet).

Com a configuração a ser adotada a partir desta sexta-feira, os sites do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) vão operar apenas com as aplicações de maior relevância para o usuário, como consultas aos locais de votação, situação eleitoral, candidaturas e justificativa eleitoral.

Serviços de e-mail estarão indisponíveis. Mensagens enviadas ao TSE ficarão retidas em ambiente seguro e só serão liberadas após a normalização do ambiente de segurança.

(Fonte: Agência Brasil) - 08/10/2018
O que ainda esperar dos Bitcoins

Dez anos após sua criação, moeda virtual tem várias falhas, mas tecnologia por trás das criptomoedas tem virado aposta para revolucionar negócios

Joseph Kennedy, pai de John F. Kennedy, teria dito que, quando se começa a receber dicas de investimento do engraxate, é hora de começar a vender as ações. Isso foi no fim dos anos 1920. Um investidor em moedas digitais lembrou-se da história ao ver um anúncio no metrô de Londres que sugeria a aposentados que investissem em Bitcoins. "Seja como a Brenda", dizia a peça, mostrando uma senhorinha de cabelos brancos que afirmava ter comprado Bitcoins em menos de dez minutos.

As moedas digitais estão por toda parte. Segundo uma pesquisa, 5% dos americanos têm algum tipo de moeda digital - nada mau para um produto financeiro que tem apenas dez anos. O Bitcoin é a mais conhecida delas; em 2017, uma estonteante alta em seu preço - de US$ 3 mil em setembro para quase US$ 19 mil em dezembro - tornou-se manchete em todo mundo.

O Bitcoin foi inventado em 2008 por um criptógrafo conhecido como Satoshi Nakamoto. Insatisfeito com o sistema financeiro convencional, ele quis criar um tipo de dinheiro que não dependesse de um operador central e estivesse livre do controle direto de governos ou bancos centrais. A ideia decolou. Hoje, qualquer um que queira investir em criptomoedas pode escolher entre Bitcoin, Ether, Litecoin e milhares de outras. Muitos dos que compraram no começo tiveram ganhos astronômicos, pelo menos no papel. Em 2010, um Bitcoin valia US$ 6. E mesmo no preço atual, de US$ 6.470, ele ainda

oferece aos primeiros investidores um belo lucro.

As criptomoedas possibilitaram outro tipo de financiamento, as chamadas ofertas iniciais de moeda (ICO, em inglês), usadas principalmente por startups. Segundo estimativa, da Coinschedule, empresa que acompanha a evolução dessas moedas, de janeiro até agosto, 706 ICOs levantaram quase US$ 18 bilhões com investidores institucionais e privados. Em 2017, foram levantados US$ 3,7 bilhões em 221 ICOs.

Muitas startups esperam se beneficiar com o blockchain - tecnologia que está por trás das criptomoedas. Em essência, blockchain é um banco de dados projetado para ser compartilhado com muitos usuários, para ser imutável e trabalhar sem supervisão de autoridades centrais. Essas características tornam a tecnologia apropriada para uma enorme variedade de novas aplicações em negócios.

Segundo a consultoria industrial Crunchbase, nos cinco primeiros meses do ano, mais de US$ 1,3 bilhão em investimentos de risco foi para startups de blockchain. Empresas de tecnologia como IBM, Oracle e Amazon estão dando a seus clientes a chance de experimentar o blockchain. A consultoria KPMG oferece aos clientes um serviço de aconselhamento sobre a tecnologia, assim como faz a maioria de seus concorrentes. A Diar, consultoria especializada em criptomoedas, lista dezenas de pedidos de patente relacionados blockchain, feitos por companhias como o Bank of America, a Intel e a BritishTelecom.

Apesar de uma década de desenvolvimento, o Bitcoin falhou no objetivo declarado: tornar-se uma moeda utilizável. A segurança é falha - estimativas apontam que, em torno de 14% das criptomoedas estão comprometidas; sua natureza descentralizada inevitavelmente o torna lento; não há proteção para o consumidor; e o preço é tão volátil que poucas pessoas aceitam usá-lo em troca por bens e serviços. As outras moedas digitais têm problemas semelhantes.

Ao mesmo tempo, a aversão das criptomoedas por regulamentações torna as moedas atraentes para muitas pessoas. Algumas moedas virtuais tornaram-se esquemas de pirâmide e operadores usaram ICOs para enganar investidores. Autoridades americanas estão investigando denúncias de ampla manipulação de preços. Redes sociais baniram anúncios de ICOs por preocupações com fraude. É por isso que qualquer

um que pense em investir em tais instrumentos deve antes fazer muita lição de casa.

Outra desvantagem é que é necessário o consumo de muita energia elétrica nas transações. Para se ter uma ideia, um banco de dados pode exigir eletricidade próxima ao consumo de países inteiros.

As potenciais aplicações subjacentes à tecnologia de blockchain parecem muito mais atraentes, mas seu desenvolvimento tem sido mais lento que esperado e casos de aparente sucesso revelaram-se exagerados. Devido à necessidade de energia elétrica e sua lentidão, o blockchain teve de ser remodelado para uso em negócios, o que pode deixá-lo pouco diferente. A maioria dos projetos de blockchain, todavia, ainda está no estágio exploratório. Tudo isso sugere que, sejam quais forem os benefícios das redes blockchain, eles não virão da noite para o dia.

* TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ

(Fonte: Estadão Conteúdo) - 08/10/2018
Google testa mostrar termos de busca na barra de endereços do Chrome

Com a novidade o URL do próprio buscador é removida da interface da barra de endereços do Chrome

O Google está testando uma forma de deixar o termo buscado na barra de endereços por lá mesmo, no lugar de trocar a exibição pelo endereço web da página do próprio buscador. A mudança foi encontrada na versão 71 do navegador, duas acima da atual que está disponível para todos os usuários.

Hoje funciona assim: quando você busca alguma coisa na barra de endereços no Chrome, a visualização é automaticamente trocada pelo endereço em forma de URL do Google, que carrega a página no browser. O novo formato manterá o termo buscado visível, sem trocar nada. A única vírgula neste teste é que ele, ao menos por enquanto, não muda nada quando você seleciona o termo e copia para colar em algum lugar – neste momento, o que será colado não será o termo, mas sim o URL que está escondido.

O novo formato de exibir o termo está em testes para a versão 71 do navegador e que ainda está em fase beta, enquanto que a o Chrome mais recente e estável para o público ainda é o Chrome 69. Se você quiser testar a novidade, precisa ter o Chrome Canary instalado e colar a seguinte frase na barra de endereços, sem as aspas: “chrome://flags/#enable-query-in-omnibox”.

Dentro da tela, basta trocar a caixa de seleção do “Query in Omnibox” de “Default” para “Enabled”.





Primeiro computador produzido pela Apple é arrematado por US$ 375 mil

Modelo era um dos 175 vendidos por Steve Jobs e Steve Wozniak e produzidos em uma garagem no Vale do Silício entre 1976 e 1977

Um Apple-1, modelo do primeiro computador produzido pela agora empresa líder em tecnologia, foi arrematado por US$ 375 mil em um leilão realizado nesta semana pela Casa RR Auction de Boston, nos Estados Unidos.

O computador era um dos 175 modelos vendidos por Steve Jobs e Steve Wozniak e produzidos em uma garagem no Vale do Silício durante os primeiros anos da Apple, entre 1976 e 1977.

O modelo originalmente custava US$ 666,66 na loja de informática Byte Shop em Mountain View, Califórnia, na década de 1970.

Jobs e Wozniak desenharam inicialmente o Apple-1 como uma placa de circuito para ser vendida como um kit, mas a Byte Shop, de Paul Terrell, encomendou 50 unidades já concluídas.

Reveja: por que a Apple é tão valiosa?

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Segundo a RR, o computador arrematado esta semana foi restaurado em junho e incluía a placa original do Apple-1, uma interface de cassete, teclado e outros componentes. O preço de venda ficou longe do recorde para um Apple-1, que é de US$ 905 mil em 2014.

(Fonte: Estadão Conteúdo) - 01/10/2018
Conheça as três carreiras mais promissoras da atualidade

Mastertech listou as carreiras que se destacam em um cenário de tecnologias emergentes e aparecem como ótimas alternativas para aqueles que querem mudar de emprego

Com as chamadas tecnologias emergentes, novas plataformas e o potencial criativo atual, existem cada vez mais razões para investir nas habilidades do século 21 para construir sua carreira.

A Mastertech, startup que desenvolve talentos para tais habilidades, resumiu na lista abaixo as três carreiras que estão se destacando nesse cenário e aparecendo como ótimas alternativas para pessoas que querem mudar de emprego ou que estão dando seus primeiros passos no universo profissional.

1. Desenvolvimento de software

Graças a um crescimento acelerado das novas tecnologias e a necessidade pulsante de profissionais que saibam desenvolver para elas, saber programar está entre uma das habilidades mais procuradas hoje em dia por empresas em todo o mundo. A demanda por esse especialista se destaca com 48% das vagas destinadas a desenvolvimento web, seguidas por desenvolvedores front-end (32%) e back-end (16%).

E a melhor notícia é que uma boa parte dos profissionais que estão se jogando nessa carreira não possuem uma formação de quatro anos. A partir de formas alternativas de educação, como cursos técnicos, bootcamps e treinamentos já é possível começar a desenvolver suas habilidades para criar seu portfólio.

2. UX Design

Organizar e programar dados não é só papel de programadores. Uma vez que as informações estão reunidas, é preciso apresentá-las para o público em plataformas úteis e acessíveis. Esse é o papel do UX design, que traz a experiência do usuário para o centro da visão e utiliza um olhar crítico fundamentado em dados para fortalecer o relacionamento com marcas, produtos ou serviços.

Com uma faixa salarial bastante satisfatória (de R$4.000 a R$7.000 popularmente) e a procura de profissionais multiplicando nos últimos anos, essa carreira é uma das que mais se mostra como promissora até um futuro não tão próximo. O conjunto de habilidades que um UX designer requer para começar na profissão pode envolver desde noções básicas de design como hierarquia, proporção, cor, tipografia, até a programação.

3. Gestão de produtos

Para fechar o grupo das carreiras mais promissoras, o gestor de produtos é outro profissional em grande busca no mercado exatamente por sua função essencial de gerar melhores produtos e serviços para as empresas. Junto com a gestão de projetos, essa profissão trabalha de forma interdisciplinar, recolhendo informações de membros da equipe (como UX designers e programadores) para integrar ao que será oferecido para o cliente.

Os setores mais promissores para essa carreira atualmente são: energia, saúde, TI, construção e finanças. Expandir mercados de trabalho, aumentar salários e desenvolver indústrias não é tarefa fácil, mas será recompensadora nessa carreira. A média salarial gira em torno de R$7.000 no Brasil.

(Fonte: Da Redação ) - 24/09/2018
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Sobre o Portal no Brás

O Portal no Brás foi lançado em 01 de dezembro de 2016, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região NO BAIRRO DO BRÁS no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.