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QuintoAndar começa compra e venda de apartamentos no Rio

Startup conhecida por aluguel residencial lançou nova frente de negócios em São Paulo no final de 2019; meta é vender imóveis entre R$ 150 mil e R$ 3 milhões

A startup QuintoAndar lança nesta segunda-feira, 3, um novo serviço no Rio de Janeiro: o de compra e venda de apartamentos. Conhecida por atuar no setor de aluguel de residências, a empresa começou a intermediar transações de compra e venda de imóveis no final de 2019 em São Paulo, onde está sua sede.

"Vamos começar a captar imóveis nesta segunda-feira, mas também já teremos opções para compra", diz Vicente Batista, líder da divisão responsável por compra e venda de apartamentos na empresa. "Uma base grande de pessoas que fazem aluguel também querem vender seu apartamento, além de termos um público de potenciais vendedores que nos procurou nos últimos meses."

Segundo Batista, a boa experiência na capital paulista levou à expansão. "Mesmo durante a pandemia, vimos interesse por esse tipo de negócio e decidimos que era hora de avançar", diz. Por enquanto, o serviço estará disponível nas zonas sul e central da cidade, com imóveis avaliados entre R$ 150 mil e R$ 3 milhões - a empresa não abre o número do total de anúncios e afirma que estará restrita ao município do Rio, sem anúncios em cidades próximas, como Niterói. Segundo Batista, o QuintoAndar cobra 6% de comissão pela intermediação da venda do imóvel, prática em linha com o que é comum no mercado atualmente.

"A diferença é que nós tentamos verticalizar vários serviços que estão fragmentados. Pegamos o comprador pela mão quando ele quer comprar o imóvel e só soltamos quando o vendedor recebeu seu dinheiro", explica o executivo, que comanda uma equipe que gira em torno de 70 pessoas. Ele afirma que, nos últimos meses de operação em São Paulo, a empresa conseguiu realizar, em média, 50 dias após da publicação de um anúncio. Na capital paulista, a startup afirma ter conseguido vender "centenas de imóveis".

Companhia
Na capital fluminense, além de enfrentar o mercado tradicional de compra e venda de imóveis, o QuintoAndar também terá a companhia da Loft. Único unicórnio de 2020, a empresa é conhecida por um modelo de compra, reforma e venda de imóveis e começou atuar no Rio de Janeiro recentemente.

Além do sistema de comprar imóveis para reformar e depois revendê-los, a companhia de Mate Pencz e Florian Hagenbuch também atua com o modelo de intermediação das transações. As duas são as principais "proptechs" (startups do setor imobiliário) do País e são consideradas unicórnios, avaliadas acima de US$ 1 bilhão.

Para Batista, a disputa não é um problema. "É um mercado muito grande. Até começamos a esbarrar com outras empresas vai demorar, hoje estamos focados em melhorar a experiência do usuário", afirma o executivo.

Segundo Batista, não há previsão de expansão para outras cidades. "Nossa meta é, um dia, ter compra e venda em todas as cidades que fazemos aluguéis, mas são dois negócios com características diferentes", afirma.

(Fonte: Bruno Capelas - Estadão) - 03/08/2020
Startup de logística cresce 150% em volume de encomendas

A empresa Mandaê processou, no primeiro semestre de 2020, 1,5 milhões de encomendas, número próximo ao total de produtos enviados em 2019

A startup de logística Mandaê tem como objetivo otimizar o processo de entrega de empresas, utilizando um sistema de inteligência artificial, que detecta qual a melhor transportadora para o envio de pedidos até a casa dos clientes. Durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), a companhia teve crescimento de 150% no volume de encomendas em junho deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

O fundador da empresa, Marcelo Fujimoto, acredita que a alta no número de encomendas processadas pela Mandaê não foi apenas um reflexo do fechamento do comércio. “Esse crescimento passa também por uma mudança de comportamento”, afirma. “A população teve de adotar o online como sua opção principal de compra.” Durante o primeiro semestre de 2020, a startup otimizou a entrega de 1,5 milhões de produtos, ao passo que durante o ano inteiro de 2019, esse número foi de 2 milhões.



O CEO e fundador da Mandaê, Marcelo Fujimoto
Foto: Divulgação

Ao atender mais de 300 empresas com e-commerce, a Mandaê consegue monetizar a partir da coleta de uma parcela do frete pago pelos consumidores finais. A vantagem para os contratantes está na tecnologia utilizada pela startup, conta Fujimoto. “Nós auxiliamos o processo de seleção do transportador, levando em consideração o prazo e destino final”, afirma. “Além disso, também traçamos os melhores caminhos paras as encomendas.”

A ideia de empreender tecnologia no setor de logística e otimizar o processo de entrega de encomendas veio para Fujimoto após sua experiência como dono de um e-commerce de roupas infantis em 2012.

Na época, ele percebeu que, durante a etapa de envio do produto, a experiência do consumidor era prejudicada pela quantidade de problemas que os pacotes percorriam no trajeto.

Depois de dois anos trabalhando no e-commerce de roupas infantis, e percebendo uma oportunidade de mercado, Fujimoto decidiu criar a Mandaê. “A encomenda percorre caminhos longos e complexos para chegar na casa dos consumidores”, diz. “Com nosso sistema de inteligência artificial, e nossos algoritmos, otimizamos esse trajeto.” Outra vantagem da tecnologia da startup, afirma, é a diminuição de custos logísticos para as empresas que os contratam.

Google completa 15 anos no Brasil com missão de tornar empresa mais global

Empresa chegou oficialmente ao País em 2005, com a compra de uma startup mineira; escritório que é hoje o único centro de engenharia América Latina ajuda companhia a desenvolver produtos mais diversos e pensados para todo o planeta

Para qualquer brasileiro que tenha acesso à internet e utilize a rede em seu dia dia de forma ampla, é difícil escapar do mundo do Google. Para isso, seria necessário utilizar um smartphone com sistema operacional da Apple, um navegador como o Firefox e, talvez o mais difícil de tudo, um motor de busca que não seja o da gigante americana - as opções mais populares são o Bing, da Microsoft, ou então o alternativo DuckDuckGo. Isso para não falar em uma série de outros serviços da empresa de Sergey Brin e Larry Page populares no País, como o Gmail, o Drive ou o Google Maps. E é nesse cenário de "onipresença" que a empresa, quarta maior companhia de tecnologia em valor de mercado no mundo, completa 15 anos em território brasileiro.

É algo não só qualitativo, mas também que pode ser expressado em números. Hoje, o País é um dos cinco principais mercados para os nove produtos da empresa que têm mais de 1 bilhão de usuários no planeta: busca, Android, o navegador Google Chrome, o YouTube, a loja de aplicativos PlayStore, o app Google Fotos, além dos já citados Maps, Drive e Gmail. Pesquisa recente executada pela consultoria Kantar em conjunto com a empresa e revelada ao Estadão mostra que 8 em cada 10 brasileiros das classes A, B e C usam diariamente serviços da empresa.

"É uma presença muito profunda, mais até do que a maioria das pessoas é capaz de observar, porque nem todo mundo lembra que o Android é do Google, por exemplo", avalia Pablo Cerdeira, conselheiro do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar). Na visão do pesquisador, a empresa teve um papel importante na popularização da internet no Brasil, devido justamente ao sistema operacional para dispositivos móveis.

Aberto e gratuito para fabricantes, o Android permitiu que celulares se tornassem mais acessíveis e pudessem parar nos bolsos dos brasileiros, que, com os aparelhos, passaram a estar conectados. De 2013 para cá, segundo dados da pesquisa TIC Domicílios, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), o número de brasileiros conectados cresceu 21 pontos percentuais. Hoje, a população local usa mais a internet móvel do que a fixa - o que ajuda, de quebra, a movimentar uma economia não só do próprio Google, mas de um ecossistema de empresas.

Daqui pro mundo
A data exata do aniversário dos 15 anos, comemorada próxima segunda-feira, 20, tem uma raiz um pouco diferente de outros países em que o Google se estabeleceu: marca a data da compra da startup mineira Akwan, responsável pelo sistema de buscas TodoBR, em 2005. A aquisição da empresa, criada por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), deu origem ao único centro de engenharia da gigante na América Latina.

Só depois é que veio um escritório de vendas em São Paulo - hoje, a empresa também tem um campus para startups na capital paulista e um espaço para criadores do YouTube no Rio de Janeiro, além de duas sedes de infraestrutura de nuvem e até cabos submarinos que conectam o País a outros cantos do globo. "A diversidade de operações que temos no Brasil é única no mundo", afirma Marcelo Lacerda, diretor de relações governamentais e políticas públicas da empresa no Brasil.

Hoje, é da capital mineira que acontecem algumas das principais mudanças no algoritmo de busca do Google - não só para o Brasil, mas também para todo o mundo. "Logo no início, em 2006, nós ajudamos o algoritmo a conseguir entregar resultados com termos locais para buscas gerais, como "mp3", por exemplo", conta Bruno Possas, veterano da Akwan que hoje ocupa o cargo de diretor sênior de engenharia da empresa. "Outra inovação foi a forma como transformamos, desde 2018, a busca em uma ferramenta para acompanhar resultados esportivos, algo que tem um dedo com o fato do brasileiro ser aficcionado por futebol."

Para Possas, a presença do escritório pode ajudar a empresa a se tornar menos americana e mais global. "Por mais que a nossa formação técnica seja igual à de alguém dos EUA, a cultura não é, e isso amplia a diversidade do produto", diz. "E isso ajuda no aspecto democrático da internet, algo de que o sucesso do Google depende."

Efeito duplo
Segundo dados divulgados pela própria companhia nesta semana, o impacto econômico gerado por sua atuação no País no ano passado foi de R$ 51 bilhões. Na visão de Lacerda, o desafio da companhia nos próximos anos por aqui é "contribuir ainda mais com as nossas ferramentas".

Parece quase irrisório, considerando o tamanho da companhia por aqui - e que, lá fora, essa superpresença do Google já foi considerada até como concorrência desleal por regiões como a União Europeia. A presença de apps da gigante pré-instalados nos celulares que usam o Android foi alvo de ações no Velho Continente - enquanto a companhia se defende dizendo que o sistema ajudou a criar mais competição, e não menos. O tema segue em discussão nos tribunais, mas é paradigmático sobre o poder da empresa.

Na visão de Cerdeira, a posição da companhia é bastante singular, especialmente no que diz respeito à regulação. "Hoje, uma mudança regulatória que afete a empresa pode atrapalhar a prestação de serviços essenciais, e isso afeta tanto o Google como a sociedade, em custos financeiros e até de direitos", afirma o conselheiro do Cesar. Até por conta disso, avalia o pesquisador, a empresa tem um papel importante na construção da legislação brasileira de internet - como fez com o Marco Civil e a Lei Geral de Proteção de Dados.

E agora faz na chamada "lei das fake news", discutida no Congresso Nacional e vista por especialistas em direitos digitais como um retrocesso. "Regular faz parte do debate, não é algo que somos contrários", diz Lacerda. "Buscamos sempre contribuir, mostrando, por exemplo, que a desinformação não possui uma solução definitiva, e que decisões que possam ser tomadas de boa intenção acabem afetando a internet livre e aberta."

(Fonte: Bruno Capelas) - 23/07/2020
Startup New Butchers aposta em frango e peixe vegetais, à base de ervilha

Após lançar hambúrgueres que imitam carne bovina, empresa pôs filé de frango feito à base da leguminosa no mercado; produto que busca recriar peixe é próximo projeto da companhia



Bruno Fonseca é presidente executivo da empresa fundada há um ano
Foto: The New Butchers/Divulgação / Estadão

Em 2019, os supermercados e restaurantes brasileiros passaram a oferecer aos consumidores um novo produto: hambúrgueres que imitam carne bovina, mas tinham origem 100% vegetal. Criada há cerca de um ano em São Paulo, a startup New Butchers ("novos açougueiros", em inglês) quer ir além: além de lançar os discos de "carne de plantas", a empresa também já colocou no mercado suas próprias versões de hambúrguer e filé de frango. Para os próximos meses, a intenção é de colocar à venda também uma recriação de peixe - mas sempre à base de ervilha.

"Estamos na parte final do desenvolvimento nessa versão de peixe. É um desafio: tem que isolar a proteína da soja e passar por diferentes processos, como aquecimento, resfriamento ou pressão, até chegar a aparência e o sabor do peixe, só que com a ervilha", explica Bruno Fonseca, presidente executivo da empresa. Segundo ele, a ideia de usar a leguminosa surgiu depois de sua experiência no mercado - engenheiro de formação, ele trabalhou no agronegócio e, por conta disso, se tornou vegano. "Ali, eu também vi como a soja é feita e por isso quis evitar seu uso", afirma.

Segundo Fonseca, a intenção de seu produto não é de atingir apenas o público vegetariano/vegano, mas também quem busca novas opções em sua alimentação. Hoje, os produtos da empresa estão disponíveis em mercados como Pão de Açúcar, Oba e St. Marché, além de uma rede de 50 restaurantes, em Estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina.



A empresa também já colocou no mercado suas próprias versões de hambúrguer e filé de frango
Foto: The New Butchers/Divulgação / Estadão

As bandejas com dois hambúrgueres ou três filés de frango custam, em média, R$ 19,90 - um pouco acima de outras marcas do mercado, incluindo gigantes frigoríficos como Marfrig, BRF e JBS. "O público que consome carne de plantas se preocupa com quem está fazendo e não só com o preço. Ele tende a escolher marcas engajadas", afirma Fonseca.

Segundo o executivo, a empresa tem conseguido crescer mesmo durante a pandemia do coronavírus - desde o início de março, a New Butchers teve alta nas vendas em torno de 60%. "Muitos varejistas começaram a vender mais pela internet e isso nos ajudou bastante", diz.

Para suportar sua produção, a empresa é dona de uma fábrica de 950 metros quadrados na região do Tatuapé, na zona leste da capital paulista. Há alguns meses, a companhia levantou um aporte para acelerar o desenvolvimento de novos produtos - um dos investidores é Paulo Veras, cofundador da 99, primeira startup do País a se tornar um unicórnio.

A empresa também pretende captar mais um aporte até o final do ano, para investir em time e aumento de produtividade. Hoje, a New Butchers tem 16 pessoas em sua equipe, entre funcionários envolvidos na produção, pesquisa e área comercial - a meta, com o novo cheque, é de chegar a 25.

(Fonte: Bruno Capelas) - 23/07/2020
Como descobrir a história da sua família pela internet

Sites que guardam registros de viagens, documentos e nomes podem auxiliar quem busca mais informações sobre sua árvore genealógica

Muito antes da internet facilitar o compartilhamento das nuances da vida cotidiana, os jornais locais e outras publicações regionais publicavam notícias acerca dos negócios, da sociedade e dos deveres cívicos das pessoas da comunidade. Para quem busca encontrar as raízes de sua família, encontrar um ancestral em um velho jornal microfilmado e ler relatos contemporâneos de sua época na peça da escola ou no campeonato de boliche de todas as cidades oferece um vislumbre do passado que é tem muito mais textura do que um gráfico de nomes e datas.

Adotar uma abordagem mais narrativa da história da família pode ser um projeto de investigação demorado, sem resultados garantidos. Porém, depois de ter um nome e saber quando e onde a pessoa morava, você pode começar sua busca para descobrir como ela vivia. Veja como começar - e como a tecnologia pode te ajudar.

Desenterrando suas raízes
Se você está começando a "escalar" uma árvore genealógica e precisa de nomes para os galhos, um serviço de assinatura como o Ancestry ou o MyHeritage pode ser uma fonte fácil para começar a coletar informações. Além de bilhões de registros digitalizados (como dados do censo, registros eleitorais e religiosos), esses serviços incluem tutoriais, artigos, quadros de mensagens e outras ferramentas para ajudar você a aprender como encontrar sua gente.

Quando você coloca alguns nomes na sua árvore, também pode começar a receber dicas de possíveis parentes - até então desconhecidos - dos algoritmos do site ou de outros participantes do site para ajudá-lo. Se você não tem certeza de que deseja se comprometer com uma taxa de assinatura regular, teste um período de avaliação gratuita.

Encontrando recursos alternativos
O orçamento está apertado? Nos EUA, é possível visitar o site do Arquivo Nacional e sua página "Recursos para Genealogistas" para obter informações quanto a como encontrar registros de terras, documentos de imigração e naturalização, dados do censo, documentos de serviço militar e muito mais. Embora nem todos os registros governamentais possam ser gratuitos ou digitalizados, o National Archives hospeda uma página de links de outros sites de genealogia onde você pode procurar informações. (Aqui no Brasil, o Arquivo Nacional e o Museu da Imigração podem ajudar nesse mesmo sentido).

Alguns ancestrais são mais difíceis de rastrear do que outros. Para famílias separadas pela escravidão ou negligenciadas pelo governo, o site possui uma seção de "herança étnica" com dicas para encontrar ancestrais afro-americanos, bem como para quem procura antepassados chineses, hispânicos, latinos, japoneses ou nativos americanos.

O FamilySearch, administrado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, requer apenas uma conta gratuita para pesquisar bilhões de registros históricos. O Geni.com (de propriedade do MyHeritage) possui serviços básicos gratuitos de criação de árvores genealógicas e uma grande comunidade social que incentiva os participantes a trabalharem juntos.

Mergulhando nos arquivos
Depois de encontrar seus ancestrais em lugares e anos específicos, procure por acervos dos jornais daquela mesma época. Negociações comerciais, atividades do governo da cidade, reuniões sociais e obituários eram frequentemente relatados em jornais dos séculos XIX e XX. Mas esteja avisado: além da escrita às vezes florida, os artigos de certas épocas e áreas podem estar repletos da misoginia, do racismo e da xenofobia atuais.

Se você tem antepassados estrangeiros, o site de genealogia Ancestor Hunt possui uma seção dedicada à busca de jornais históricos online, e o site Elephind permite pesquisar uma crescente coleção de jornais internacionais digitalizados. Alguns arquivos são gratuitos, outros cobram para visualizar as imagens microfilmadas e os recursos de pesquisa variam.

Newspapers.com é um arquivo com mais de 17 mil publicações digitalizadas datadas a partir dos anos 1700. Após o teste gratuito, as assinaturas começam com o valor de cerca de US$ 8 por mês, mas você pode pesquisar, recortar, salvar e imprimir os artigos encontrados. Aqui no Estadão, você pode acessar o nosso acervo.

Encontrando leituras adicionais
Bibliotecas e sociedades históricas/genealógicas também podem ter livros e periódicos que registraram o desenvolvimento da área e as pessoas que moravam lá, embora você possa ter que visitar esses lugares pessoalmente para ver o material original, caso não tenha sido digitalizado. (Algumas bibliotecas também oferecem acesso gratuito aos serviços comerciais de genealogia.)

À medida que os assentamentos cresciam, os historiadores locais costumavam escrever livros que descreviam esse desenvolvimento e suas famílias fundadoras. Muitos desses volumes agora estão digitalizados em domínio público; pesquise no Google Livros ou no Arquivo online da cidade ou do município em questão.

Seus parentes também podem aparecer nos serviços de registros vitais dos estados onde eles moravam. O site RootsWeb oferece dicas em relação a como pesquisar em sua coleção de documentos oficiais de recursos estaduais e municipais dos Estados Unidos.

E, finalmente, se o enterro era uma tradição da família, tente o site Find a Grave, um banco de dados onde se pode fazer pesquisas de cemitérios, como o Newspapers.com, também de propriedade da Ancestry. O site ainda está crescendo e geralmente inclui obituários publicados e fotos de túmulos, para que você possa visitar remotamente e ver onde seus ancestrais, em última instância, estão./TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

(Fonte: J. D. Biersdorfer) - 14/07/2020
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Sobre o Portal no Brás

O Portal no Brás foi lançado em 01 de dezembro de 2016, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região NO BAIRRO DO BRÁS no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.