O Facebook prepara o lançamento de um grande recurso na semana que vem, provavelmente no setor de celulares ou tablets, disse Mark Zuckerberg, executivo-chefe e fundador da maior rede social do mundo.
O anúncio foi feito no escritório de Seattle (EUA), nesta quarta-feira (29), para jornalistas que visitaram o local.
Ele disse que o projeto está sendo desenvolvido por 40 pessoas em Seattle, o único grande centro de engenharia do Facebook fora da sede em Palo Alto, Califórnia.
Vários blogs de tecnologia especularam nas últimas semanas sobre produtos do Facebook para dispositivos móveis, como o esperado aplicativo para iPad e um programa especializado para compartilhamento de fotos no iPhone.
Um porta-voz do Facebook se recusou a fornecer mais detalhes sobre os comentários de Zuckerberg.
O Facebook, rede social com mais de 700 milhões de usuários, desafia cada vez mais empresas estabelecidas no mundo on-line, como Google e Yahoo!, por consumidores e verbas publicitárias. Segundo a própria empresa, as pessoas que usam o Facebook em dispositivos móveis são duas vezes mais ativas no serviço do que as que acessam o site por computadores.
Começou a pré-venda do portátil Nintendo 3DS no Brasil. O aparelho, que permite que o usuário veja o efeito 3D sem o uso de óculos, sai por R$ 1.199 e terá lançamento oficial em todo o Brasil no dia 9 de julho.
Segundo a assessoria de imprensa da Nintendo no Brasil, os clientes que reservarem seu 3DS até o dia 9 de julho receberão um brinde extra.
"O Nintendo 3DS chega ao Brasil como um produto totalmente localizado, com linguagem do sistema, menus de navegação, jogos pré-instalados e manual de usuário em português", informa a empresa. O aparelho terá um ano de garantia.
A pré-venda está disponível somente nas compras on-line e nos varejistas Brother Games, Carrefour, Casas Bahia, Essencial Games, Extra, Fnac, Game Tech, Livraria Curitiba, Megalogame, Meninos & Meninas, Ponto Frio, Ri Happy, Ricardo Eletro, Saraiva, UZ Games, Video Game Store e Walmart, segundo o comunicado da Nintendo.
Um supercomputador fabricado pela companhia japonesa Fujitsu se tornou o computador mais rápido do mundo, segundo a classificação TOP500, elaborada por universidades alemãs e americanas e divulgada nesta terça-feira (21) pelo diário "Nikkei".
A lista dos computadores mais rápidos do planeta, produzida duas vezes por ano, coroou o computador japonês batizado como K, ainda em desenvolvimento, como o mais veloz.
O supercomputador da Fujitsu, criado em colaboração com o instituto japonês de pesquisa Riken, foi capaz de efetuar 8.160 trilhões de operações por segundo, mais que o triplo do chinês Tianhe-1A, considerado o mais rápido na classificação anterior.
O projeto K conta com um investimento próximo a ¥ 112 bilhões (cerca de R$ 2,22 bilhões) e deve ser destinado ao cálculo de prognósticos da mudança climática, detalhou a agência Kyodo.
O Prêmio Nobel de Química de 2001 e presidente do instituto Riken, Ryoji Noyori, assegurou que é nos campos da ciência e da tecnologia que o Japão pode "mostrar sua fortaleza".
Com o reconhecimento desta edição da TOP500, o Japão se colocou pela primeira vez nos últimos sete anos no topo de uma classificação que historicamente dominou junto com os Estados Unidos, mas que nas últimas edições viu uma maior competência de China e Índia.
O Facebook planeja lançar nas próximas semanas o seu aguardado aplicativo oficial para iPad.
Ele deverá ser gratuito e começou a ser desenvolvido há quase um ano, segundo fontes do blog Bits, do site do "New York Times". Atualmente, o aplicativo está nos estágios finais de testes.
Mark Zuckerberg, cofundador e executivo-chefe do Facebook, está bastante envolvido no processo, diz o Bits.
Além de um design otimizado para o tablet, o aplicativo deve incluir recursos como o upload de fotos e vídeos gravados da câmera do próprio iPad.
A falta de um aplicativo oficial do Facebook para o iPad levou ao surgimento de alternativas como My Pad, iFace e Friendly, lembra o Bits, que ainda revela planos da empresa de lançar uma versão do site especialmente para o tablet da Apple --mas ela não competiria com os aplicativos para iPhone e iPad.
A gigante americana da informática IBM, responsável por várias das revoluções tecnológicas experimentadas pelo mundo, comemora nesta quinta-feira (16) cem anos de existência com a mesma vitalidade, apesar de já não exercer o mesmo domínio de seus tempos de esplendor.
Com quase US$ 200 bilhões de valor de mercado, a IBM está muito atrás da Apple, mas se mantém ainda assim no firmamento tecnológico, junto com a Microsoft.
Essa longevidade deve-se a "seu talento para colocar ao alcance dos usuários o que necessitam e querem em matéria de processamento da informação", indica o especialista Thomas Misa, professor de história das tecnologias na Universidade de Minnesota.
"É o que fizeram nos anos 1930 com suas máquinas com cartões perfurados (...) e fizeram o mesmo, basicamente, com a mudança depois de 1993 dos serviços de informática", informa.
Apesar de ter "ancestrais" que remontam do século 19, a IBM nasceu oficialmente em 1911 a partir da fusão de três empresas especializadas em relojoaria, balanças e ferramentas de ajuda ao cálculo utilizadas pelos organizadores do censo americano.
Três anos mais tarde, essa empresa batizada de CTR contratou como diretor-geral Thomas Watson, que permaneceu no cargo até 1956, quando cedeu o posto a seu filho.
Até 1971, Thomas Watson pai e filho moldaram a cultura do que a partir de 1924 chamou-se International Business Machine, IBM.
O grupo foi objeto de piadas durante muito tempo pelo conformismo de seus funcionários, mas isso não o impediu de estar na vanguarda da inovação, ao ponto de reivindicar o maior número de patentes americanas nas mãos de uma só empresa.
Além disso, entre seus funcionários, há cinco vencedores do Prêmio Nobel de Física.
A IBM desenvolveu-se graças a seu gosto pelas "grandes apostas", analisa Dag Spicer, conservador do Museu de História do Computador (Computer History Museum) em Mountain View (Califórnia, oeste dos EUA).
"Durante a Grande Depressão, Tom Watson continuou fabricando máquinas, inclusive sem ter mercado", explica Spicer.
Então, quando em 1935 o presidente Franklin Roosevelt criou o órgão de administração das aposentadorias, "a IBM era a única empresa que tinha o equipamento preparado" para tratar dos milhões de expedientes surgidos da noite para o dia, o que lhe garantiu um domínio sem igual no setor dos cartões perfurados, completa.
Depois, em 1964, "Tom Watson Jr. apostou US$ 5 bilhões, ou seja, quase a totalidade da companhia, em um novo sistema, o 360 (novo modelo de computador central), que tornava obsoletos todos os outros produtos da IBM", assegurando assim a compatibilidade dos programas em toda uma família de computadores.
"O sistema 360 foi o maior êxito de todos os tempos em computadores centrais e gravou as letras azuis da IBM no imaginário popular", destaca Spicer.
Por outro lado, a IBM chegou tarde ao mercado dos computadores pessoais nos anos 1980, atrás da Apple, e "ficou à beira da morte".
A boa saúde retornou a partir da reorganização em torno das empresas que formam o coração da IBM, um processo iniciado em 1993.
O grupo obteve faturamento de US$ 29 bilhões em 2010, um recorde, atuando em grandes computadores centrais, centros de armazenamento e serviços.








