A Barnes & Noble deve lançar um novo leitor de livros eletrônicos (e-reader) neste mês. A informação consta em um registro da agência reguladora U.S. Securities and Exchange Commission.
Segundo o relatório, em reunião com analistas ocorrida na quarta-feira (4), a cadeia de lojas norte-americana indicou que espera anunciar um novo e-reader no dia 24.
Não foram revelados detalhes sobre o aparelho, mas, para o "Wall Street Journal", ele pode ser uma "combinação mais poderosa de tablet e e-reader", talvez equipada com o sistema operacional Android 3.0 (Honeycomb), usado em dispositivos como o Motorola Xoom.
Em outras palavras, seria uma evolução do Nook Color, leitor com tela (LCD) colorida que, no mês passado, ganhou atualização para a versão 2.2 do Android.
Outra possibilidade --levantada pelo blog Crave, do Cnet-- é que o lançamento sirva para substituir o Nook, modelo de e-reader mais barato da Barnes & Noble que, assim como o Amazon Kindle, usa tela de papel eletrônico.
Lançado em 2009, o Nook tem tido problemas para competir com a terceira geração do Kindle, introduzida no mercado no ano passado, diz o Crave.
O iPad 3 será 3D, diz o site RCR Wireless. A fonte da informação seria alguém "próximo dos grandes estúdios de cinema", que estariam preparando-se para lançar conteúdo 3D para a próxima geração do tablet da Apple.
O site não esclarece se a tela do novo iPad seria capaz de exibir imagens em 3D sem a necessidade de óculos especiais.
Informações sobre um iPad 3D foram vazadas também pela Foxconn, que fabrica vários produtos da Apple, acrescenta o RCR Wireless.
O blog Crave, da Cnet, recebeu a notícia com ceticismo, chegando a questionar, em tom de brincadeira, se a tal fonte do RCR Wireless não seria Charlie Sheen, ator envolvido em vários escândalos recentes.
A Toshiba lançou um cartão de memória SD que permite apenas uma gravação. Depois de gravados pela primeira vez, os dados não podem ser apagados nem modificados.
O cartão SD-K01GBW1 tem 1 Gbyte de capacidade e é voltado para governos e empresas. Segundo a Toshiba, o lançamento atende a uma demanda por armazenamento de dados eletrônicos que não devem ser adulterados ou falsificados.
Antes relegados a segundo plano enquanto acompanhavam a disputa de músculos do hardware, os sistemas operacionais para celulares inteligentes se transformaram no verdadeiro cérebro dos aparelhos. Na disputa entre grandes empresas, quem tiver mais QI ganha espaço.
Com processadores que atingem a capacidade de PCs, os aparelhos agora precisam de interfaces que saibam lidar com toda a potência.
Nos próximos anos, a polarização de sistemas será bem clara: Google e Apple, que já dominam grandes fatias do mercado, terão a companhia da Microsoft. E todos buscam criar seus próprios ecossistemas.
Com a parceria entre Nokia e Microsoft para o desenvolvimento de aparelhos com Windows Phone 7, o atual sistema operacional líder no mercado global, Symbian, perde espaço trimestralmente. Sua participação é roubada principalmente pelo Android, sistema operacional do Google.
Baseado em Linux, o sistema aberto está presente em dezenas de aparelhos e é atualizado frequentemente pela gigante das buscas.
A plataforma intuitiva do Android conta com uma loja com mais de 150 mil aplicativos e sincronia perfeita com todo o pacote Google (Gmail, Calendar, Google Maps). O crescimento do sistema intensificará as vendas de "smartphones" em 58% em 2011 e levará o Android a 50% do mercado em 2015, segundo a consultoria Gartner.
O principal problema dos aparelhos com Android, desenvolvido desde 2005, é sua rápida obsolescência diante da alta frequência de atualização do sistema. Iniciadas em 2007, as atualizações são acompanhadas com atraso por fabricantes e operadoras.
Enquanto o Google anuncia a versão 2.3 do Android, ainda existem aparelhos no Brasil vendidos com a defasada versão 1.6.
DESAFIANDO OS ROBÔS
A segunda grande força do mercado está presente em apenas quatro aparelhos. O iOS, sistema operacional da Apple, nasceu em 2007 com o primeiro iPhone e revolucionou o mercado ao apostar em telas sensíveis ao toque e aplicativos. Hoje, no iPhone 4, o trunfo da empresa de Steve Jobs é o gigante ecossistema por trás dos aparelhos. São mais de 350 mil aplicativos na App Store e mais de 10 bilhões de downloads.
Ao contrário do Android, seu principal concorrente, o sistema da Apple é considerado fechado, com menor capacidade de personalização pelo usuário. Aplicativos passam por rigorosos testes antes de entrar na loja, as transferências de arquivos dependem exclusivamente do iTunes e a impossibilidade de visitar sites que utilizam Adobe Flash estão entre as reclamações mais frequentes.
Já o Windows Phone 7, anunciado no ano passado pela Microsoft e ainda não disponível no Brasil, surge como um sistema diferente esteticamente, que foge do formato de lista de ícones e se apoia em pequenos "azulejos" na tela.
A promessa é a integração com serviços como a Live, plataforma de jogos on-line do Xbox 360, e com o Zunepass, sistema disponível apenas nos EUA que faz streaming legal e ilimitado de músicas por um valor mensal.
Apesar da expectativa de vários parceiros de hardware no lançamento, as vendas ficaram abaixo do esperado. Por se tratar de um sistema novo, detalhes como habilidade multitarefa ficaram de fora da primeira versão.
Porém a parceria com a Nokia para desenvolver smartphones em conjunto fez o instituto de pesquisas Gartner afirmar que o WP7 será segundo colocado no mercado de smartphones em 2015, com 19,5% de participação no mercado global, atrás apenas do Android.
Depois de um ano de testes e centenas de milhares de linhas de código escritas, o jogo Glitch (glitch.com) terá sua versão beta (de testes) liberada até o fim desta semana, apenas para convidados.
O nome é também o conceito do game. A palavra Glitch, que quer dizer falha, já alerta o jogador que nem tudo pode fazer sentido dentro da mente dos 11 gigantes cósmicos (onde o jogo se passa).
Stewart promete revolucionar o setor de games. Com um visual psicodélico, colorido, inspirado em desenhos animados e na arte hipersaturada dos animês japoneses, pode-se dizer que Glitch é uma mistura de jogo social com os RPGs on-line.
Ele é baseado na web, ou seja, funciona na nuvem. Você pode jogar em qualquer computador sem ter que instalar programa algum. Basta acesso à internet e o Flash Player instalado, assim como funcionam os games sociais.
A semelhança com os jogos de RPG on-line vem do mundo compartilhado. Todos os jogadores dividem o mesmo ambiente, que sofre mudanças mesmo quando você não está presente.
Mas as semelhanças param aí. Grande parte dos jogos para multidões on-line (MMOs) têm como foco combates intermináveis para fazer seu personagem evoluir e aprender novas habilidades.
Em Glitch, não existe combate. Toda a ação é centralizada na interação com outros personagens, que habitam o mesmo mundo que você.








